quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Homenagem a Mãe Iemanjá dia 22/01/2016


Ogum Mege


























































































Salve as Almas




















Doce, meiga e querida Mãe Iemanjá. Vós permitiste que no seio de vossa morada se formassem as primitivas formas de vida, que foram o berço de toda a criação, de toda a natureza e de toda a humanidade, aceitai nossas preces de reconhecimento e amor.







terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Médium Folgado


Médium folgado aparece de vez em quando.

      É o último a chegar e o primeiro a ir embora. Sempre com uma boa desculpa na ponta da língua. Chega no templo, troca de roupa, põe a fofoca em dia e vai para corrente. 


      Corpo físico e vaidade presentes, espírito e caridade ausentes.

    Bate a cabeça diante do congá, mas a sua cabeça está em outro lugar... repete mecanicamente os pontos cantados feito robô ou papagaio, sem sentir a emoção sagrada que abre os portais do coração para as dimensões superiores da vida.

     Durante os trabalhos, confunde as sábias intuições do Guia (que por um extremo de compaixão AINDA o acompanha, sabe Deus até quando...) com o lixo venenoso de seu subconsciente.

   Resultado: 
passes energéticos precários, consultas e conselhos estúpidos... coitados dos consulentes!

    Trabalho extra para os trabalhadores invisíveis da casa. Coitados também dos outros médiuns, esses sérios e responsáveis, que são obrigados a triplicar sua doação de energia na sustentação da corrente para compensar a negligência do médium folgado, insensato e leviano. 

   Terminada a sessão de atendimento, lá vai o médium para o vestiário se trocar rapidinho.

  Varrer o chão do terreiro? Tirar o lixo dos banheiros? Ajudar os demais companheiros? Acertar as mensalidades em atraso? 
Que nada! " Tem um montão de médium aí à toa para cuidar disso. Melhor sair de fininho, pois tenho outro compromisso!".

    Ao sair para rua, sente uma coisa estranha: um peso desagradável nos ombros acompanhado de súbita confusão mental, uma sensação de vazio interior indefinível... lá vai o médium folgado arrastando atrás de si feito um imã humano vários " kiumbas folgados" barrados na triagem vibratória feita pelos guardiões astrais na "porteira" do templo.

   Todos eles pegando carona em seu campo áurico totalmente desequilibrado e "folgado".

  "Punição divina?" "Castigo de Orixá?"

    Bobagem, meus caros!

   É apenas aplicação pura e simples da Lei. Neste caso, a Lei das afini - dades. Ao contrário do "médium folgado" e seus colegas astrais igualmente folgados, a Lei não folga.


    A Lei não dorme. "Cada um recebe o que merece. E merece o que recebe"...


   Não está longe o dia em que o médium folgado sairá deste templo de Umbanda falando mal de seu dirigente, do corpo mediúnico, dos consulentes, dos guias e protetores que lhe deram amorosa acolhida e oportunidade de serviço regenerador... ele logo partirá em busca de outro lugar, crença ou distração que lhe forneça apenas os benefícios passageiros do "entretenimento" em vez dos benefícios permanentes do "comprometimento". 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Terreiro Forte é o que 

Promete ou o que Ensina?



Costumamos atender muitas pessoas nas giras abertas a assistência que 
reclamam desta ou daquela casa, por diversos motivos, dentre eles que
 "terreiro tal, prometeu e não vi mudar nada em minha vida".

Partindo deste principio vemos realmente hoje no cenário Umbandista, casas que 
"levam" o nome da Umbanda, mas não praticam a doutrina de Umbanda.
 Quando consultamos a palavra doutrina vemos que a mesma se refere ao "ensinar"
 e não ao "prometer", pois compreendemos que a transformação sempre parte de
 dentro para fora de todo ser que se preocupe em fazer sua reforma interior.

Não podemos encarar uma casa de caridade Umbandista como um depósito
 de erros cometidos por nós mesmos e esperar somente que se faça um milagre 
e todas as besteiras que fizemos em vida sejam apagadas com uma borracha 
espiritual pelos guias que la militam na força de Aruanda. Sinto em dizer, 
mas se você vai a um centro que promete isso, você não está frequentando
 a Umbanda anunciada a mais de 100 anos pelo Caboclo das 7 Encruzilhadas 
onde o mesmo deixou claro que " UMBANDA É A MANIFESTAÇÃO DO
 ESPÍRITO PARA A CARIDADE".

Os erros criados por "NÓS" devem ser corrigidos por "NÓS MESMOS"
 não existe fórmula mágica da espiritualidade para encobrir nossas responsabilidades.

A casa que professa a PROMESSA ao invés de promover a RENOVAÇÃO
 brinca com a fé alheia e foge ao código do BOM SENSO que deve
 haver em toda instituição religiosa.

Evoluímos a partir do momento que reconhecemos nossas falhas e sentimos 
a necessidade de mudança, a função de um guia é nos orientar e não abraçar 
nossa causa prometendo resolver fácil isso ou aquilo.

JESUS nosso MESTRE em sua história nunca resolveu sem antes perguntar: 
"VOCÊ DESEJA?" e nunca carregou méritos de seus feitos sempre atribuindo 
os mesmos a FÉ que cada ser tem dentro de si.

FÉ, éééé! Realmente isso falta em algumas pessoas que frequentam as casas
 sérias de Umbanda, pois sempre por instinto tendemos a procurar as coisas 
mais fáceis e nesta procura nos esquecemos do "A CADA UM 
SEGUNDO SUAS OBRAS".

Saibamos enxergar em um terreiro de Umbanda uma "escola" onde aprendemos
 a ser seres humanos melhores e não um depósito de reclamações, pedidos absurdos 
criados pela nossa incredulidade não em Deus, não nos Orixás, mas EM NÓS
 MESMOS.

Lembrando as palavras do CABOCLO MIRIM "Umbanda é coisa séria, 
pra gente séria!" E isso se aplica para os dois lados, de quem atende e de
 quem deseja obter algo!

Esperamos ter colaborado com um pouco de entendimento para todos e 
desejamos encerrar com as palavras do APÓSTOLO PEDRO.

"Toda carne é como a erva,
e toda glória do homem como a flor da erva.
Secou-se a erva, caiu-se a sua flor.
Mas a palavra do Senhor, permanece para sempre
Desejai como meninos,
novamente nascidos, o leite racional,
não falsificado, para que por eles vades crescendo..."
Pedro, 1;25 - 2;2

Texto Inspirado mediunicamente pelo Sr. Caboclo Urubatã
Recebido por GÉRO MAITA

Médium e Exu


Muitas vezes, ele funciona como um espelho, refletindo em seu 
comportamento os defeitos e qualidades de seu médium.

Não estamos falando aqui de mistificação nem animismo e sim de 
um comportamento em que pela convivência um exterioriza qualidades
 e defeitos do outro.

Apesar de Exu ter opinião própria e manifesta em linguagem simples e 
direta de forma que todos entendam. É ele a entidade mais próxima a nossa
 realidade e anseios materiais.

Quando o médium começa a se desenvolver costuma ouvir que há a
 necessidade de doutrinar seu Exu.

É natural que o médium não tenha doutrina no inicio de sua jornada 
espiritual e Exu exterioriza isso em seu comportamento, após boa 
doutrinação da entidade veremos a necessidade de doutrina também para o
 médium que acaba de chegar na casa.

Durante o desenvolvimento mediúnico é ainda natural que o Exu se apresente
 pedindo sua oferenda, pois sua força é potencializadora e vitalizadora da 
mediunidade.

Este mesmo médium que está iniciando na Umbanda encontra todo um 
universo novo aos seus olhos e Exu costuma ser algo intrigante e fascinante 
ao mesmo tempo; quando não uma entidade,força, que assusta um pouco os
 que não o conhecem.

A questão é: Enquanto o médium estiver preocupado com a doutrina de “seu”
 Exu estará também doutrinando-se, subconscientemente!

Devemos, sim, estar atentos quando nos deparamos com entidades de 
esquerda sem doutrina, muitas vezes estão chamando nossa atenção a seu 
médium para que tomemos uma atitude doutrinária em relação a ambos.

Tudo isso é bem diferente de um obsessor ou quiumba, trazido por 
transporte, que normalmente tem comportamento rude e agressivo. Falamos 
aqui do Exu de lei que acompanha o médium como entidade de trabalho na
 esquerda.

Não devemos subestimar Exu, achando que é entidade sem luz 
desprovida de evolução,observando apenas um aspecto externo e 
superficial, pois quando vamos com a farinha ele já voltou com a farofa,
devemos sim ficar atentos com o que nos dizem nas entrelinhas ou o 
que querem nos passar, quando não podem ou não se sentem a vontade 
para revelar.



A Umbanda É de Muitas Caras e Cores,

 Sons e Odores.



“Assim, foi delineada a doutrina que se conhece por Umbanda, despida de
 preconceitos racistaspela sua origem africana, no sentido de agrupar em suas
 atividades escravos, senhores, pretos, brancos, nativos, exilados, imigrantes 
descendentes
 e todos os povos do mundo, sediados em solo brasileiro"

                         Ramatís                        
"A Missão do Espiritismo"


"A compreensão da origem cósmica da umbanda, do seu esoterismo e gênese, 
fortalecerá a convergência de todas as doutrinas na Terra, expressadas 
nas escolas orientais e ocidentais. Mudam os nomes, permanecem por ora os
 preconceitos, mas a essência divina é uma só, independente de como os
 homens a denominam em sua estreita religiosidade. Tudo se transforma no Cosmo
 e nada é definitivo. Cada vez mais os rituais externos se voltam para o interno.
 Por sua vez os filhos da fé umbandista, interiorizando-se, descobrem aos 
poucos o Deus vivo dentro de cada um, levando-os inexoravelmente a concluírem
 que Ele em tudo está e tudo é. Esse estado de consciência, de todos no Um  
e o um no Todo, acalma as consciências, fazendo-as concluírem que só se dando
 as mãos no amor é possível se libertarem da prisão das reencarnações sucessivas."

"Ao mesmo tempo, do Alto, provindo do triângulo fluídico que  sustenta a umbanda se 
condensam os  raios cósmicos, ditos Orixás, aspectos do Incriado, espargindo Suas
 vibrações divinas sobre todos os terreiros, se manifestando nos médiuns através
 das suas entidades estruturais e, ininterruptamente, abrigando no plano oculto
 todas as formas de que os espíritos se utilizam para se comunicar no meio 
denso pela mediunidade. Os Orixás propiciam a manifestação do Incriado nos planos 
concretos, das formas,  interpenetrando e se fazendo sentir através dos corpos sutis
 e chacras dos cidadãos, condição indispensável à evolução da coletividade espiritual
 retida no Planeta Azul."

Concentração na Corrente é Fundamental


Concentre-se nas energias e em tudo que acontece ao seu redor...

Uma das primeiras lições que aprendi na Umbanda foi que a concentração 
dos médiuns da corrente bem como o de todo o restante das pessoas presentes na
 assistência é fundamental para o bom desenvolvimento dos trabalhos 
da casa e, principalmente, para a manter a boa vibração das energias do ambiente.

Durante meus primeiros dias participando das giras de na casa que frequento era
 bem difícil manter a concentração e observar todo aquele mundo novo que se
 abria ao meu redor sem que minha atenção fosse dispersada para assuntos 
alheios àquele momento, principalmente para uma pessoa como eu, que
 possui uma hiperatividade bem complicada de controlar. Tentarei explicar:
 Eu raramente consigo me concentrar em apenas uma coisa. Geralmente 
estou pensando várias coisas ou executando várias tarefas ao mesmo tempo.
 Parar a minha cabeça é algo extremamente difícil e, só com muita disciplina,
 eu consigo hoje controlar os meus pensamentos durante o tempo em que estou 
na corrente.

Nos primeiros dias de corrente eu sentia na pele os resultados dessa minha 
hiperatividade e, frequentemente, saía da gira com o corpo pesado, com dores 
de cabeça e, vez ou outra, sentia que alguma energia não estava fluindo legal no
 ambiente. E veja só, depois fui descobrir que era a minha própria energia 
que estava em desarmonia com o ambiente, pois às vezes estava lá na corrente
 e, mesmo estando atento à tudo que estava acontecendo, à tudo que estava me 
sendo dito, estava pensando no meu trabalho, em como resolver alguns
 problemas relacionados à programação.

Com o passar do tempo e depois de ler vários artigos na Internet sobre a
 importância da concentração na corrente, fui aprendendo a controlar os meus
 pensamentos e hoje, sempre que estou na corrente fico concentrado ali no
 ambiente, em todas as energias que ali estão presentes e, principalmente, nos
 ensinamentos passados pelos guias e pessoas mais experientes da casa.

É certo que algumas vezes as energias não estão completamente em harmonia,
 pois além dos médiuns da corrente, é importante a concentração das pessoas 
que estão na assistência mas, infelizmente, este é um fator que raramente podemos 
controlar e sempre há os curiosos e pessoas mais desinformadas que frequentam 
o local e, ao invés de se concentrarem em tudo que está acontecendo ali e
 mentalizando coisas boas para a sua vida, estão pensando na fofoca que fulano
 fez sobre sua vida, no próximo capítulo da novela ou até mesmo tentando 
de alguma forma, buscar o mal para algum desafeto.

Pelo pouco de experiência que tenho posso afirmar categoricamente que,
 enquanto você estiver participando de uma gira de Umbanda, seja na 
corrente ou na assistência, o seu grau de concentração no ambiente e a sua 
mentalização em coisas boas e energias positivas em geral são fundamentais 
para que você saia dali com o a alma limpa, bons fluidos e, principalmente, 
recebendo todo o axé que a casa proporciona.

Se você, mesmo sabendo disso, não é capaz de organizar seus pensamentos por
 possuir uma hiperatividade ou até mesmo alguma dificuldade de concentração,
não deixe de conversar com os dirigentes da casa ou algum guia espiritual 
para que eles possam te auxiliar nessa busca da concentração de forma que você
 possa cada vez mais estar em harmonia com o ambiente. Você vai sentir o benefício.

E aí? O Que Acontece?


Por ser atributo do ser espiritual a mediunidade é faculdade que o acompanhará
 onde quer que este se encontre. O médium não só o é nos dias e instantes que
 antecedem o fenômeno durante as sessões de um terreiro – essa condição se 
faz presente vida a fora, dia-a-dia.

Muitos filhos se esquecem dessa particularidade e quando saem do terreiro não
 se lembram dos ensinamentos repassados pelas entidades.

Se um médium é dócil, gentil, educado, fraterno em suas atitudes não o deixará 
de ser após as sessões; da mesma forma que se a hostilidade lhe molda a 
personalidade em seu cotidiano , essa característica apresentar-se-á na sua
 conduta como médium, muito embora conte com toda amorosidade, disciplina
 e seriedade de sua Banda.

É comum vermos na lida diária a despreocupação dos médiuns em cultivar a 
serenidade, a paz interior e a gentileza natural.

E aí o que acontece?

Acontece que muitas entidades que lhe seguiram os passos após a sessão precisando
 de seus exemplos no bem a fim de entenderem o significado da palavra caridade
 de forma materializada, verão ruir por terra toda aquela aparência de bom moço 
e então na próxima sessão o médium chegará ao terreiro não se sentindo bem e
 normalmente alegará que está com algum "encosto" a lhe perturbar e que precisa 
de ajuda da corrente, pois na última semana nada em sua vida deu certo.

Também pudera! Esqueceu que seu compromisso não é só no terreiro e se permitiu
 envolver com energias densas em ambientes não tão saudáveis a sua manutenção 
de bem-estar. E o que é pior: ainda fala que a culpa foi de seu Exu ou de sua 
Pomba Gira que não o protegeu! Como coisa que sejamos babás de plantão e não
 tenhamos serviços a executar.

Há ainda alguns que dizem: "mas, 
eu faço tudo certinho tomo meus
 banhos, acendo minhas velas, firmo
 minha Banda e só vivo atrapalhado!"
 E cá de minha parte vou dizer que
 assim esse médium continuará 
até que perceba que a Umbanda faz
 caridade e não milagres! Que a 
Umbanda mostra o roteiro, porém
 quem tem que trilhar são os filhos.
 Que nela não há facilitações 
muito embora não existam 
impossibilidades – desde que
 se queira melhorar – afinal de 
contas por que vocês médiuns estão
 na Terra em um corpo físico? 
Já pararam para pensar nisso?

Não pensem vocês que estou querendo colocá-los numa postura de santidade.
 De forma alguma! Pois lugar de Santo é no Céu e lá a lotação já está pra lá de 
esgotada ou então em oratório.

Só estou querendo mostrar que nada passa despercebido à lei do Todo Poderoso
 e que não adianta colocar máscara de bonzinho porque com o tempo essas se
 desfazem.

Não passem a culpa de seus mal-estares às entidades. Não 
coloquem vossas responsabilidades em nossos ombros e façam a vossa parte,
 porque a nossa já o fazemos.

Ou vocês duvidam disso?

Saravá – (Paz) aos filhos dessa Banda – (Casa)!

Maria Padilha das 7 Encruzilhadas

Exu - É guardião dos nossos caminhos, encarregados dos orixás, 
Trabalhadores incansáveis do Bem...


Às vezes, como a Dona Maria Padilha nos disse, vamos ao Centro, 
toma passe, faz consulta, porém os ensinamentos não são aproveitados, 
causando assim uma angústia e insegurança, aí voltamos ao Centro e 
colocamos a culpa dos Guias, esquecendo de fazer nossa parte!