sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Rezas traduzidas para o Português 



Bará
T - (Legba recolhe a alegria)
R -(Legba recolhe a alegria)
T -(Legba divirta-se com Ogum)
R -(Legba divirta-se com Ogum)
T - (Legba venha divertir-se)
R - (Exu fecha o caminho para o mal)
T - (Eterno bloqueador do mal)
R - (Eterna faca que usa o corpo)
T - (Reverencio ao Exu)
R - Bàrà !
T - (Exu de fora)
R - Bàrà!
T - (Exu do caminho)
R - Bàrà!
T - (Dono da rua, Exu)
R - (Dono do caminho, rei do corpo, Exu)
T - (Exu encontramos no caminho, surpreende no caminho, Exu encontramos nos caminhos do mundo)
R - (Exu encontramos no caminho, surpreende no caminho, Exu encontramos nos caminhos do mundo)
T - (Aos outros sempre fazemos uma estátua, ele é reverenciado, Exu encontramos no caminho criando)
R - (Aos outros sempre fazemos uma estátua, ele é reverenciado, Exu encontramos no caminho criando)
T - (Exu é minha coroa, faz-me bem)
R - (Bará é minha coroa, faz-me bem)
T - (Exu é minha coroa, faz-me bem Bará)
R - (Bará é minha coroa, faz-me bem)
T - (Exu, abre o caminho para nós)
R - (Exu, abre o caminho para o Orixá)
T - (Exu, abre o caminho em quatro)
R - (Exu como o elefante, abre o caminho em quatro direções)
T - (Oh! Eternamente, você é forte Bará! Não fuja da luta, não fuja da luta e briga, pois é eterno e forte Bará! )

R - (Oh! Eternamente, você é forte Bará! Não fuja da luta, não fuja da luta e briga, pois é eterno e forte Bará! )
T - (Exu-Bará você atrai o dendê)
R - (Eternamente, você é forte Bará)
T - (Vamos, vamos)
R - (Vamos, você que atrai!)
T - (Exu-Bará é violento, Exu-Bará é violento, eu clamo a violência do Bará, dono da atração e do dendê)
R - (Violento é Bará, o violento! Eu clamo ao Bará dono da atração e do dendê!)
T - (Exu chega a transformar, eu faço um acordo ao Bará: Exu venha dançar que eu o respeito e o elogio)
R - (Exu chega a transformar, eu faço um acordo ao Bará: Exu venha dançar que eu o respeito e o elogio)
T - (Bará, grande falador, nos escute Exu dos caminhos. Bará
menino, vem nos ensinar, vem abrir, retorna de onde começa a luta, Bará que atrai nos caminhos)
R - (Bará, grande falador, nos escute Exu dos caminhos. Bará
menino, vem nos ensinar, vem abrir, retorna de onde começa a luta, Bará que atrai nos caminhos)
T - (Pai Exu-Bará limpe, dono de bênçãos)
R - (Deva golpear e limpar Bará-Exu, corte, golpeie e limpe)
T - (Bará deslize-se, devore e preencha, use a armadilha. Pai, o ofereço akassá, Bará lhe ofereço uma armadilha [para caçar]. Bará deslize-se, devore, preencha, use a armadilha. Bará, ponha com sigilo a armadilha que o ofereço)
R - (Coma o ecó e use a armadilha)
T - (Bará, ponha com sigilo a armadilha que lhe ofereço)
R - (Coma o akassá, use a armadilha)
T - (Pai dos seres da noite)
R - (Pai dos seres da noite)
T - (Exu guardião, guardião do poder retorna, oh! Você logo está na casa)
R - (Exu guardião, guardião do poder retorna, oh! você logo está na casa)
T - (Oh! Vem, abre matando com um golpe!)
R - (Vem, abre matando com um golpe continuamente)
T - (Exu Bará vá triunfar, que tremam de medo no caminho, Bará Exu vá triunfar que tremam de medo no caminho, Exu que tremam de medo)
R - (Bará Exu que tremam de medo no caminho, Exu que tremam no caminho. Bará na colina, Bará Exu, Bará Exu que tremam de medo no caminho)
T - (Bará que pode se dividir como os signos do Ifá, sempre faz o caminho, regressa e benze senhor do látego)
R - (Bará que pode se dividir como os signos do Ifá, sempre faz o caminho, retorna e benze senhor do látego)
T - (Bará que pode se dividir como os signos do Ifá, vem correndo recolher as recompensas e as ervas)
R - (Bará que pode se dividir como os signos do Ifá, vem correndo recolher as recompensas e as ervas)
T - (Oh! Bará, ampara, ampara, eu te agradeço)
R - (Bará, eu em minha jornada pela vida, recolho os prêmios e grito, vem, eu te agradeço!)
T - (Senhor do látego divida-se como os signos do Ifá)
R - (Venha com a cabaça, use o corpo)
T - (Termine senhor da dança, termine, calcule o chamado à dança)
R - (Termine e se recolha Exu Legba, termine, senhor da dança)
T - (Oh Legba!)
R - (Força que luta)
T - (Elevado, sempre faça e ensine )
R - (Força que luta)
T - (Te divida como os signos do Ifá, sempre chega recolhendo prêmios, recolhendo riquezas e lucros. Te divida como os signos do Ifá, sempre dono do castigo)
R - (Te divida como os signos do Ifá, sempre chega recolhendo prêmios, recolhendo riquezas e lucros. Te divida como os signos do Ifá, sempre dono do látego)
T - (Ogum adiante o encontramos, Ogum faz o bem)
R - Ògún!
T - (Oh! Exu, abre o caminho me limpando, oh! Bará abre o caminho para os Orixás)
R - (Oh! Exu, abre o caminho me limpando, oh! Exu abre o caminho para os Orixás)
T - (Exu cria abertura de caminho, faz a viagem que nós fazemos a oferenda)
R - (Exu cria a abertura de caminho para a oferenda)

Ogum

T - (Ogum do começo como os signos de Ifá, Ogum do começo engrandecido)
R - (Ogum do começo como os signos de Ifá, desde o começo engrandecido)
T - (Ogum gosta do trabalho hoje como amanhã Ogum)
R - (Ogum gosta do trabalho hoje como amanhã Ogum)
T - (Ogum usa a plantação, usa minha plantação!)
R - (Espírito rogo, use o corpo)
T - (Ogum, nós lhe vemos ao longe)
R - (Ogum, nós lhe vemos ao longe)
T - (Não caímos, temos Ogum)
R - (Espírito de luz, não caímos, temos Ogum, espírito de luz!)
T - (Xangô chega, aparece, oh! Vem lutar para Ogum, vem lutar para separar os preguiçosos [os que se sintam])
R - (Xangô chega, aparece, oh! Vem lutar para Ogum, vem lutar para separar os preguiçosos)
T - (Você, Ogum do rio, do céu, vem e não ensine a violência a seus seguidores que vem do caminho pra dançar, vem lutar me encontrando!)
R - (Você, Ogum do rio, do céu, vem e não ensine a violência a seus seguidores que vem do caminho pra dançar, vem lutar me encontrando!)
T - (Família do Ogum do rio, do céu!)
R - (Nós a vemos, família do Ogum do rio, do céu)
T - (Oh! O carvão cobre o campo, peregrinação celestial, instrumento, trono de bênção!)
R - (Oh! O carvão cobre o campo, peregrinação celestial, nosso instrumento de elevação à bênção!)
T - (Ogum forja o ferro, retorna a matar, recolhe as pedras sagradas, recolhe o viajante. Ogum forja o ferro e retorna, Orixá de cabeça e marido)
R - (Ogum forja o ferro, retorna a matar, recolhe as pedras sagradas, recolhe o viajante. Ogum forja o ferro e retorna, Orixá de cabeça e marido)
T - (Ogum, nós lhe batemos cabeça)
R - (Vem beber um gole, vem beber coisas boas)
T - (Ogum vem, me encontre e me limpe)
R - (Vem beber um gole, vem beber coisas boas)
T - (Ogum, rei do Irê, sempre luta pelo ferreiro)
R - (Ogum de longe protege o caminho e a liberdade)
T - (Ogum, rei do Irê, sempre luta pelo chefe do povo)
R - (Ogum de longe protege o caminho e a liberdade)
T - (Protege, protege)
R - (Ogum de longe protege o caminho e a liberdade)
T - (Ogum, coroa respeitada)
R - (Coroa que mata, Ogum limpa as coisas boas)
T - (Facão respeitado)
R - (Coroa que mata, Ogum limpa o que é bom)
T - (Ogum, do começo do caminho soluciona os problemas, rogamos-lhe que o faça)
R - (Ogum, do começo do caminho soluciona os problemas, rogamos-lhe que o faça)
T - (Ogum dança do começo)
R - (Ogum manifesta-te)
T - (Ogum se redime, vem recolher a oferenda)
R - (Ogum se redime, vem preparar a oferenda)
T - (Minha riqueza chega do começo, espírito de luz)
R - (Minha riqueza chega do começo, espírito de luz)
T - (Ogum chega do começo, Ogum)
R - (Minha riqueza chega do começo, espírito de luz)
T - (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum sempre pra casa)
R - (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum possuidor de bênçãos)
T - (Ogum me submete)
R - (Ao corpo venha Ogum possuidor bênçãos)
T - (Ogum a se submeter venha sempre)
R - (Ao corpo venha Ogum possuidor bênçãos)
T - (Ao corpo lhe falta a coroa, venha não se descuide)
R - (Ao corpo lhe falta a coroa, que chegue Ogum)
T - (Venha não se descuide )
R - (Ao corpo lhe falta a coroa, que chegue Ogum)
T - (Ogum é minha coroa)
R - (Do começo minha coroa me atraiu)
T - (Você é minha coroa)
R - (Do começo minha coroa me atraiu)
T - (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
R - (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
T - (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum possuidor de bênçãos)
R - (Pensador completo, vem Ogum possuidor de bênção, hoje se redime, vem te mantendo do lado de fora, vem Ogum possuidor de bênçãos)
T - (Enche o povo)
R - (Você escolhe, nós rogamos que salve quem escolhe para a luta)
T - (Ogum corta e visita, nós elogiamos ruidosamente a Ogum, encontrando-o entre a multidão, Ogum passa soberbo)
R - (Repara nossa coroa precipitadamente)
T - (Não se desvie, não se desvie Ogum, chegue resistente, venha e não desvie-se)
R - (Não se desvie, não se desvie Ogum, chegue resistente, venha e não desvie-se)
T - (Chegue resistente Ogum, venha, passe soberbo, Ogum chegue resistente)
R - (Chegue resistente Ogum, venha, passe soberbo, Ogum chegue resistente)
T - (Dispara, lança, dispara, corre com as dificuldades, Ogum dança desde o começo do caminho, corre com as dificuldades)
R - (Dispara, lança, dispara, corre com as dificuldades, Ogum dança desde o começo do caminho, corre com as dificuldades)
T - (Ogum se divide em sete)
R - (O corpo de Ogum se divide em sete na cidade do Irê)
T - (Desde hoje ocupa, constrói, corta ervas, dono da manhã)
R - (Usa o monopólio Ogum, constrói uma história)
T - (Ogum mata, repara, rápido Ogum vai, Ogum hoje repara, você corta para o grupo de pessoas)
R - (Mata, repara, rápido Ogum vai, Ogum hoje repara, você corta para o grupo de pessoas)
T - (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
R - (Ogum te aproxime ao corpo do viajante)
T - (Ogum chega com tenacidade ao mundo)
R - (Ogum chega com tenacidade e protege o caminho)
T - (Ogum hoje repara, dono do poder e da oferenda)
R - (Ogum chega com tenacidade e protege o caminho)
T - (Ogum nós lhe rogamos Ogum trabalhador, Ogum trabalhador)
R - (Ogum nós lhe rogamos Ogum, nós os trabalhadores, Ogum)
T - (Ogum corta sempre, corta sempre, sua alteza real dono da espada)
R - (Ogum corta sempre, corta sempre, sua alteza real dono da espada)
T - (Ogum a faca de folha larga lhe atrai para sempre, apareça)
R - (Chegue eternamente Ogum, atraído pela faca de folha larga, para sempre apareça)
T - (Chegue eternamente Xangô, chegue a limpar)
R - (Chegue eternamente Xangô, chegue a limpar, chegue eterno, apareça)
T - (Ogum hoje repara, Ogum usa seu impulso)
R - (Vem, sempre corta o cansaço pouco a pouco Ogum,  você usa impulso)
T - (Ogum é rei de Irê, Ogum usa seu impulso, Ogum cria, usa a luta, amaldiçoa, enfeitiça, Ogum cria e usa a luta com o espírito de luz)
R - (Ogum é rei de Irê, Ogum usa seu impulso, Ogum cria, usa a luta, amaldiçoa, enfeitiça, Ogum cria e usa a luta com o espírito de luz)
T - (Ogum, chega possuidor de bênçãos, use Ogum a bênção, a bênção chegue força possuidora de bênçãos, Ogum use a bênção)
R - (Ogum, chega possuidor de bênçãos, use Ogum a bênção, a bênção chegue força possuidora de bênçãos, Ogum use a bênção)
T - (Rogamos que nos salve de ser apanhados pela luta, rogamos que nos salve de ser apanhados pelo cansaço)
R - (Rogamos que nos salve de ser apanhados pela luta na distância)
T - (Na distância)
R - (Valente em luta difícil)
T - (Usa meu corpo que treme de medo, não destrua meu corpo, não destrua meu corpo Ogum)
R - (Completamente pensa-o, medita-o, não destrua meu corpo, não destrua meu corpo Ogum)
T - (Ogum dança do começo)
R - (Ogum manisfesta-te)

Iansã

T - (A comida feita com pipoca, a comida nós cozinhamos sempre, comida cozinhamos, chega e utiliza-a Oiá)
R - (A comida feita com pipoca, a comida nós cozinhamos sempre, comida cozinhamos, chega e utiliza-a Oiá)
T - (Ela de repente come um pouco de comida)
R - Oya!
T - (Oiá cozinha, come um pouco de comida)
R - Oya!
T - (Oiá mata, rompe a mata, aparece e corta)
R - (Ela de repente come um pouco de comida com feitiço, Oiá rompe a mata, aparece e corta)
T - (Venha não se desvie, não se desvie, consiga alegria, cozinhe, corte, encontre e consiga alegria)
R - (Venha não se desvie, não se desvie, consiga alegria, cozinhe, corte, encontre e consiga alegria)
T - (Na sua cozinha sempre tem trabalho)
R - (Oiá amarra seu marido lhe cozinhando ensopado)
T - (Na sua cozinha, Oiá tem trabalho)
R - (Oiá amarra seu marido lhe cozinhando ensopado)
T - (Oiá tem boa sorte, na sua cozinha recolhe-o, olhe, chega Ogum)
R - (Oiá tem boa sorte, na sua cozinha recolhe-o, olhe, chega Ogum)
T - (Na sua cozinha recolhe-o, olhe, chega Ogum)
R - (Oiá tem boa sorte, vem a coroa, vem)
T - (Oiá não cobre a cabeça)
R - (Ensopado na cozinha se vê em opulência)
T -  (Cheio de sabor e o povo chega)
R - (Serve um jarro de água, é salvação espiritual)
T - (Proprietária das águas te regozije, proprietária das águas que vão dividindo-se, vem sempre e junta, junta os prêmios, lentamente vem, aparece)
R - (Proprietária das águas te regozije, proprietária das águas que vão dividindo-se, vem sempre e junta, junta os prêmios, vem, aparece)
T - (Nós a vemos Iansã, o dano [feitiço] vai desviar espírito de luz, você conhece a origem do feitiço e luta com quem o enviou)
R - (Nós a vemos Iansã, o dano vai desviar espírito de luz, você conhece o origem do feitiço e luta com quem o enviou)
T - (Oiá com a vara golpeia o povo, à Iansã a gente faz oferenda)
R - (Oiá com a vara golpeia o povo, à Oiá a gente faz oferenda)
T - (Vem sempre se manifestando, sempre se manifestando chega da montanha)
R - (Nós a vemos Iansã, o feitiço vai desviar)
T - (Ogum quanto, quanto perigo chega?)
R - (Nós a vemos Iansã, o feitiço vai desviar)
T - (Hoje repara, golpeia nossos inimigos)
R - (Vemos-lhe reparando hoje, faça-o com a espada)
T - (Oh!Golpeia nossos inimigos)
R - (Vemos-lhe reparando hoje, faça-o com a espada)
T - (Oh! Golpeia meus inimigos)
R - (Vemos-lhe reparando hoje, faça-o com a espada)
T - (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que o ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Iansã-Oiá chame-a, que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá)
R - (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que o ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Iansã-Oiá chame-a, que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá)
T - (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que a ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Que a espada venha reparar a maldição e a ofensa apartando-nos! Ah nosso rio Oiá, chega!)
R - (Que a injustiça se desvie do nosso rio, chegue Oiá, que a ofensa se desvie do rio nosso, chegue Oiá. Que a espada venha reparar a maldição e a ofensa apartando-nos! Ah nosso rio Oiá, chega!)
T - (A tradição faz com que exista a coroa!)
R - (Coroa vem ao mundo)
T - (Afrouxemos nossos corpos para o banho)
R - (Coroa vem ao mundo)
T - (O espírito eterno recolhe Iansã, nós lhe agradecemos a riqueza que recolhemos continuamente e que aumenta dançando)
R - (O espírito eterno recolhe Iansã, nós lhe agradecemos a riqueza que recolhemos continuamente e que aumenta dançando)
T -(Ogum salva e corta, retorna Iansã)
R - (Oiá recolhe completamente meu espírito)
T - (Iansã pode levantar e matar com sua voz [o som do vento])
R - (A senhora mata!)
T - (Ogum corta, pode matar o corpo)
R -  (O senhor mata!)
T - (Iansã divide Ogum)
R - (A senhora mata!)
T - (Ogum divide Iansã)
R - (O senhor mata!)
T - (Ogum afasta a morte, por favor)
R - (O senhor mata!)
T - (Brandamente, lentamente como isto não!)
R - (Oiá brandamente, lentamente como isto não!)
T - (Ogum chama a estabelecer a amizade)
R - (Uma amizade completa)
T - (Cuida que caia água do alto de seu peito, logo a água no lar se usa, nos visite Oiá)
R - (Cuida que caia água do alto de seu peito, logo a água no lar usa, nos visite Oiá)
T - (Oiá corta o trovão, estreita o relâmpago)
R - (Oiá chega à plantação, Oiá tem trabalho)
T - (Ensina a jovem a fazer o ecó, você tem que ensinar as tarefas
femininas)
R - (Oiá chega à plantação, Oiá tem trabalho)
T - (Ê Oiá)
R - (Ê Oiá)
T - (Por favor! Vida, Oiá)
R - (Por favor! Vida, Oiá)
T - (Usa o corpo Ogum, usa o corpo, passa ao trabalho e pensa em solução)
R - (Usa o corpo Ogum, usa o corpo, passa ao trabalho e pensa em solução)
T - (Ogum dono de vida)
R - (Usa o corpo Ogum, usa o corpo)
T - (Usa o corpo Ogum, você que tem Oiá)
R - (Oiá proprietária de bênçãos)
T - (Oiá não me faça ir logo ao céu, rogo que me cuide)
R - (Oiá não me faça ir logo ao céu, rogo que me cuide)
T - (Força que pode transformar a mulher com voz de Orixá no céu, chega)
R - (Força que pode transformar a mulher com voz de Orixá no céu, chega)
T - (Vem do mar conhecer sua força selvagem, vem do grande mar fazer o festejo, o poder que está abraçando, aparece e faz festa Oiá, sempre te manifestando por todos lados, nos cuide)
R - (Vem do mar conhecer sua força selvagem, vem do grande mar fazer o festejo, o poder que está abraçando, aparece e faz festa Oiá, sempre te manifestando por todos lados, nos cuide)
T - (Oiá chega ao povo logo, no céu roga e cuida, Oiá chega logo ao povo)
R - (Oiá chega logo ao povo)
T - (No céu roga e cuida)
R - (Oiá chega logo ao povo)
T - (Oh! Use o poder de sua jarra medicinal, repare sempre, use o poder de sua jarra medicinal repare e que assim seja!)
R - (Oh! Use o poder de sua jarra medicinal, repare sempre, use o poder de sua jarra medicinal repare e que assim seja!)
T - (Chega Oiá da plantação com o carvão medicinal)
R - (Chega Oiá da plantação com o carvão medicinal)
T - (Oiá da plantação)
R - (Solução, remédio!)
T - (Você nasce, abre-te e te divide!)
R - (Oiá não corte a boa sorte)
T - (Xangô tem Oiá)
R - (Na distância pequena deixa seu rastro)
T - (Oiá, Oiá, Oiá tem sua morada no rio, corre, retorna que tem sua morada no rio)
R - (Oiá, Oiá, Oiá tem sua morada no rio, corre, retorna que tem sua morada no rio)
T - (Não entende que tem um marido caçador? Não entende que tem um marido que sabe o que é ter Oiá? Oiá retorna com ele, faça-o!)
R -(Não entende que tem um marido caçador? Não entende que tem um marido que sabe o que é ter Oiá? Oiá retorna com ele, faça-o!)
T - (Lutador acabe com a guerra, um inimigo desconhecido tem Oiá, um inimigo desconhecido a tem)
R - (Lutador acabe com a guerra, um inimigo desconhecido tem Oiá, um inimigo desconhecido a tem)
T - (Que Oiá tenha boa sorte, que escape e volte)
R - (Por favor Oiá, rogamos que faça vento)
T - (Oiá escape e volte)
R - (Por favor Oiá, rogamos que faça vento)
T - (O sacerdote de Xangô se inclina rápido em louvor a Oiá que chega do campo com Aganju, sua alteza à casa, o sacerdote do Xangô se inclina em louvor)
R -  (O sacerdote do Xangô se inclina em louvor rápido a Oiá que chega do campo com Aganju, sua alteza à casa, o sacerdote do Xangô se inclina em louvor)
T - (Oiá não estenda para fora seu barulho [trovão], consiga, recolha e use)
R - (Oiá não estenda para fora seu barulho, consiga, recolha e use)
T - (Vemos Iansã desmanchando o feitiço, de repente o remédio chega à Oiá)
R - (Vemos Iansã desmanchando o feitiço, de repente o remédio chega à Oiá)
Xangô

T - (Chega dono do céu Xangô, facão que corta e desaparece, pai você surpreende, edita as leis, aparece)
R - (Chega dono do céu Xangô, facão que corta e desaparece, pai você surpreende, edita as leis, aparece)
T - Alárun dê! (Chega dono do céu)
R - (Xangô, facão que corta e desparece)
T - (Pai você edita as leis e aparece)
R - (Xangô, facão que corta e desparece)
T - (Baixamos o rosto, reverenciamos sua alteza e a coroa)
R - (Baixamos o rosto, reverenciamos sua alteza e a coroa)
T - (Nas alturas)
R - (É instrumento que corre e corta [o raio])
T - (Nosso senhor sobe à árvore de grandes folhas no bosque sagrado, você que atrai o que tem Orixá, sobe à árvore do bosque, você que atrai a limpar as oferendas)
R - (Senhor que observa de tão alto, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá)
T - (Julga o que viola a tradição, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá)
R - (Senhor que observa de tão alto, que não escape o covarde de ser atraído à violência do Orixá)
T - (Aganju me ensine também o caminho de cumprir a tradição de minha cabeça, a cumprir os juramentos, ensina me a cumprir a tradição de ter a cabeça do Xangô)
R - (Aganju me ensine também o caminho de cumprir a tradição de minha cabeça, a cumprir os juramentos, ensina me a cumprir a tradição de ter a cabeça do Xangô)
T - (Justiça para mim Aganju, que sempre faça e tenha honra, que sempre saiba a verdade que me beneficia Xangô Aganju, que sempre faça e tenha honra)
R - (Justiça para mim Aganju, que sempre faça e tenha honra, que sempre saiba a verdade que me beneficia Xangô Aganju, que sempre faça e tenha honra)
T - Crave meus inimigos)
R - (Sempre tem trabalho e honra)
T - (Oh elevado, sempre dono da coroa)
R - (Força de longe)
T - (Retorna engrandecido)
R - (De longe você retorna engrandecido)
T - (Para a festa anual espiritual de passagem tem tambor)
R - (Para a festa anual espiritual tem Xangô)
T - (Adornado com contas sagradas roga pela cabeça)
R - (Trovão com contas sagradas, roga pela cabeça, trovão)
T - (Aganju leão, te manifeste)
R - (Aganju leão, te manifeste no corpo)
T - (No corpo te manifeste, recolhe e ampara o filho [noviço], cuida-o)
R - (Você que é rei da casa te manifeste no corpo, recolhe e ampara o filho)
T - (Quem chama é Xangô)
R - (O pilão e o caminho estão chamando, você logo encontra o
pilão)
T - (Evita os empecilhos e traga nossa bênção espírito do tambor, corre, corre e nos salve)
R - (Evita os empecilhos e traga nossa bênção espírito do tambor, corre, corre e nos salve)
T - (Chega o toque do tambor)
R -(Esse é o caminho, que chegue o toque do tambor)
T - (Xangô é o que recolhe a colheita no monte, usa sua colheita para aumentar o fogo. Pai, use esse fogo para que aumentem nossos bens)
R - (Ah! Por favor, vida, vida)
T -(Chega o que enche o povo, chega Xangô sua alteza real ao mundo, bem vindo sua alteza real ao mundo!)
R - (Chega o que enche o povo, chega Xangô sua alteza real ao mundo, bem vindo sua alteza real ao mundo!)
T - (Chega e nos preenche!)
R - (Trovão, chega e preenche tudo, chega e preenche)
T - (Trovão chega e preenche)
R - (Trovão, chega e preenche tudo, chega e preenche)
T - (Por favor retorna vodum Sovo)
R - (Sem embarcação, o que passará na inundação? Deve nadar sem embarcação? O que acontecerá?)
T - (O vodum Sovo está chegando!)
R - (Conquistador, dono do céu chegue ao mundo, à vida, conquistador, dono do céu, chegue)
T - (Chega e nos preenche!)
R - (Conquistador, dono do céu chegue ao mundo, à vida, conquistador, dono do céu, chegue)
T - (Sovo dono do céu, chega Sovo dono do céu, passa resistente e chega)
R - (Sovo dono do céu, chega Sovo dono do céu, passa resistente e chega)
T - (Oh dono dos tambores batá! Oh! Sua alteza está chegando!)
R - (Oh dono dos tambores batá! Oh! Sua alteza está chegando!)
T -(O tambor sempre nos alegra, o tambor sempre nos alegra, estende as mãos abertas dando passo ao Aganju que aparece com sua palma estendida pesando a verdade e nos alegrando)
R -(O tambor sempre nos alegra, o tambor sempre nos alegra, estende as mãos abertas dando passo ao Aganju que aparece com sua palma estendida pesando a verdade e nos alegrando)
T - (Sua alteza domina o mundo, filho da cabaça com contas, filho reconhecido)
R - (Sua alteza domina ao mundo, filho da cabaça com contas, filho reconhecido)
T - (Saudamos o espírito para que não haja luta com ele)
R - (Por favor, com licença!)
T - (Filho respeitoso!)
R - (Eternamente eu respeito a vida, ao filho respeito sempre na vida)
T - (Domina o mundo!)
R - (Sua alteza!)


**** Toque Alujá ****


T - (Senhor da dança do tambor, nós recolhemos a queda do raio, temos que fazê-lo cair, devemos fazer com que caia)
R - (Senhor da dança do tambor, nós recolhemos a queda do raio, temos que fazê-lo cair, devemos fazer com que caia)
T - (Coroa cai, cai!)
R - (Temos que fazer cair)
T - (Temos que fazer cair, lança um grito ensurdecedor [trovão])
R - (Temos que fazer cair uma porção do espírito)
T - (Dono do comércio)

Odé Otim

T - (O instrumento de bênção de cauda de búfalo sem cabelos demora em dar benefício ao filho, senhor do remédio que beneficia, chamamos-lhe)
R - (O instrumento de bênção de cauda de búfalo sem cabelos demora em dar benefício ao filho, senhor do remédio que beneficia, chamamos-lhe, senhor do remédio, nós sempre chamamos o benefício)
T - (Eu tenho o remédio que é Odé, eu tenho o remédio que é Odé)
R - (O instrumento de benção de cauda de búfalo não tem cabelos, eu tenho o remédio que é Odé)
T - (Odé você apanha os inimigos)
R - (Otim deve solicitar a Odé)
T - (Otim deve solicitar a Odé que apanhe os inimigos)
R - (Otim deve solicitar a Odé que apanhe os inimigos)
T - (Odé lutador que faz tremer, que domina e submete o búfalo que reconhece Odé e reconhece Otim [suas forças] recolhe o que é bom, lutador que domina e submete)
R -  (Odé lutador que faz tremer, que domina e submete o búfalo que reconhece Odé e reconhece Otim recolhe o que é bom, lutador que domina e submete)
T - (Oh! O búfalo reconhece Odé e Otim recolhendo o que é bom)
R - (Lutador que faz tremer, submete e domina)
T - (Odé me console)
R - (Odé me console)
T - (Odé me console, aplica medicina, usa seu filho)
R - (Me console e aplica medicina usando seu filho)
T - (Nós respeitamos Odé)
R - (O corpo protege, vem Odé)
T - (Vamos para casa?)
R - (Toma sua própria decisão sobre voltar para casa)
T - (Que do alto apareça a boa sorte, chama que apareça a bênção)
R - (Ah por favor! Que do alto apareça a boa sorte, chama)
T - (A erva tromba de elefante salva, usa a erva tromba de elefante e a erva espanta morto, nós nos banhamos com elas)
R - (A erva tromba de elefante salva, usa a erva tromba de elefante e a erva espanta morto, nós nos banhamos com elas)
T - (Otim por favor, vida!)
R - (Por favor, vida!)
T - (Otim, nós vamos)
R - (Nós vamos)
T - (Otim, segue pelo caminho o Exu)
R - (Nós vamos)
T - (Odé, filho feito no bosque, nos pomos de pé)
R - (Odé, filho feito no bosque, nos pomos de pé)
T - (Começa a proteger de fora a colheita, me preencha e me premie, começa a proteger de fora)
R - (Começa a proteger de fora a colheita, me preencha e me premie, começa a proteger de fora)
T - (Nos eleve para as recompensas, nos eleve)
R - (Vamos, sobe para o topo, para cima)
T - (Odé faz com que eu sempre tenha valentia, me faça um espírito de luz)
R - (Te impulsione, te manifesta, chega, faz com que eu sempre tenha valentia, me faça um espírito de luz)
T - (Dono de remédios para cuidar)
R - (Dono de remédios para cuidar)
T - (Você desperte a ajuda comunitária)
R - (Deve despertar a ajuda comunitária)
T - (Deve despertar a ajuda comunitária e ir)
R - (Deve despertar a ajuda comunitária e ir à luta)
T - (Odé seja generoso comigo)
R - (Me premie com a medicina)
T - (O prêmio como recompensa, corta e luta)
R - (Nossos sons sempre fundem e lhe vemos espírito de luz)
T - (Odé é sua bênção, Odé é minha benção, vem rápido, visita logo, no alto da montanha o dono da faca trabalha por tudo ao redor, aumenta a vigilância)
R - (Odé é sua bênção, Odé é minha benção, vem rápido, visita logo, no alto da montanha o dono da faca trabalha por tudo ao redor, aumenta a vigilância)
T -  (Encontra, rompe, repara, passa, constrói, chega, surpreende, rompe mas não o corpo, calcula a luta Odé)
R - (Encontra, reconhece o corpo, encontra ao filho, surpreende, rompe mas não o corpo, calcula a luta Odé)
T - (Não tem filho, não tem que esforçar-se em nascer)
R - Otìn
T -(Tem caminho e poder, você pode servir, pode viver na pedra)
R - (Tem caminho e poder, você pode servir, pode viver na pedra)
T - (Odé e Otim retornem, solicitem passagem, Otim retorna e solicita a Odé que apanhe os inimigos)
R - (Odé e Otim retornem, solicitem passagem, Otim retorna e solicita a Odé que apanhe os inimigos)
T -(Você separa, inclina-te, corta e expande, deve se redimir)
R - (Você separa tudo, separa, inclina-te, corta, expande, vem se redimir, separa tudo)
T - (Odé é minha recompensa)
R - (Odé da carne cuide [que não falte])
T - (Generoso comigo)
R - (Odé da carne cuide)

Ossanhe
T - (Nos ampara que nos esforçamos, enche que nós encontramos água)
R - (Que se perca o feitiço ao vir, que se perca o inimigo desconhecido)
T - (Venha queimar senhor, use o fogo pai, o filho suplica ao senhor que use o fogo, pai)
R - (Deve queimar senhor, use o fogo pai, o filho suplica ao senhor que use o fogo, pai)
T - (Ossanhe crie o conhecimento aumentando-o)
R - (Nós sempre que o vemos festejamos, espírito de luz)
T - (Sorrimos com desprezo assim, assim)
R - (Nós sempre que o vemos festejamos, espírito de luz)
T - (Ossanhe deixe para trás o problema com uma solução que sempre festejarei)
R - (Ossanhe deixe para trás o problema com uma solução que sempre festejarei)
T - (Te manifeste e venha exaltado festejar)
R - (Te manifeste e venha exaltado festejar, carrega e trabalha)
T - (Nos exaltamos e podemos festejar, carregamos e trabalhamos. Ossanhe chega, sempre carrega, corta e trabalha)
R - (Nos exaltamos e podemos festejar, carregamos e trabalhamos. Ossanhe chega, carrega, corta e trabalha)
T- (A cabeça prevalece)
R - (Encontre-a, reconhece-a com um pequeno corte)
T - (A cabeça firme)
R -(Encontre-a, reconhece-a com um pequeno corte)
T - (Me cure, faz um remédio, um remédio)
R - (Me cure, faz um remédio, um remédio)
T - (Que o filho encontre boa sorte no caminho)
R - (Que o filho encontre boa sorte no caminho, boa sorte)
T - (Ossanhe age e faz teu o ensino)
R - (Faz teu o ensino, age ensinando)
T - (Entidade de cura vem ó chamado, ensina a curar a enfermidade)
R - (Entidade de cura vem ó chamado, ensina a curar a tristeza)
T - (Abra o caminho com o rabo de cavalo, as ervas e a faca. Usando o corpo, entre)
R - (Abra o caminho com o instrumento de rabo de cavalo, as ervas e a faca. Usando o corpo, entre)
T - (Ensine tomando-me seu tempo)
R - (Ensine tomando-me seu tempo)
T - (Chegue sempre trabalhando com o instrumento de rabo de cavalo)
R - (Ossanhe chegue sempre trabalhando com o instrumento de rabo de cavalo)
T - (Entidade de cura vem ó chamado, ensina a afastar a enfermidade, chega)
R - (Entidade de cura vem ó chamado, ensina rápido)
T - (Entidade de cura vem ó chamado, ensina, faz meu trabalho)
R - (Entidade de cura vem ó chamado, ensina rápido)
T - (Ossanhe limpe a bruxaria empurrando-a, limpe a bruxaria empurrando-a, pai. Jogue-a no grande rio)
R - (Ossanhe limpe a bruxaria empurrando-a, limpe a bruxaria empurrando-a, pai. Jogue-a no grande rio)
T - (Ossanhe te manifeste, vem minha coroa, me faça bem e me protege)
R - (Ossanhe te manifeste, vem minha coroa, me faça bem e me protege)
T - (Sacerdote de Ossanhe, não falte espírito!)
R - (Ossanhe existe!)
T - (Ossanhe corre e leva as ervas, macere-as, transforme-as, corre e leva as ervas)
R - (Ossanhe corre e leva as ervas, macere-as, transforme-as, corre e leva as ervas)
T -(Ossanhe deve buscar a bebida, pegue a bebida que vem procurá-lo)
R - (Ossanhe deve buscar a bebida, pegue a bebida que vem procurá-lo, deve buscar a bebida)
T - (Ossanhe faz o bem, pesquisa profundamente, Xapanã tem que fazer o bem, pesquisa profundamente)
R - (Te divida, te divida como os signos do Ifá, Ossanhe faz o bem e pesquisa profundamente)
T - (Te divida, te divida como os signos do Ifá!)
R - (Ossanhe faz o bem e pesquisa profundamente)
T - (Ossanhe é a linguagem da medicina do começo dos tempos)
R - (Ossanhe corre, leva as ervas, é a linguagem da medicina do começo dos tempos)
T - (Amarra com força)
R - (Arrasta o excesso, propaga o bem, e vem)
T - (Amarra com força Ossanhe e corta)
R - (Arrasta o excesso, propaga o bem, e vem)
T - (Nos amarre a uma história com uma experiência de boa sorte)
R - (Arrasta o excesso, propaga o bem, vem nos amarrar a uma historia com uma experiência de boa sorte)

Obá

T - (Mãe usa o rio)
R - (Obá benze e usa o rio)
T - (Cuida do caminho, do bambu, do milho da guiné e dos animais selvagens)
R - (Cuida do caminho, do bambu, do milho da guiné e dos animais selvagens) 
T - (Em tempo de seca cuida do milho da guiné e dos animais selvagens)
R - (Em tempo de seca cuida do milho da guiné e dos animais selvagens)
T - (O sol aumenta sua força, você pode sacudir as mãos consolando, fazendo ar. Despreza, corta o fogo e o calor Obá)
R - (O sol aumenta sua força, você pode sacudir as mãos consolando, fazendo ar. Despreza, corta o fogo e o calor, Obá)
T - (Quebre o barro)
R - (Proprietária do barro)
T - Quebre o barro)
R - (Enche fazendo coisas boas)
T - (Recolha a chuva de volta à altura, senhora alegre-nos)
R - (Ancestral maior recolha a chuva de volta à altura, senhora alegre-nos)
T - (Sua mãe chega do campo pelo caminho aberto)
R -(Sua mãe chega do campo pelo caminho aberto)
T - (Com o homem briga forte)
R - (Sua mãe chega)
T - (Faça que a terra se encha)
R - (Faça que a terra se encha de obras)
T - (Em minha jornada pela vida cheio de amor à terra, volto e cubro a água de amor, eu mesmo viajo cheio de amor à terra)
R - (Em minha jornada pela vida cheio de amor à terra, volto e cubro a água de amor, eu mesmo viajo  cheio de amor à terra)
T - (O rio e a plantação respiram nuvens de chuva)
R - (Obá amplia o rio e a plantação)
T - (Lutamos com bênção, lutamos com bênção, a mandato do rio)
R - (Lutamos com bênção)
T - (Mandato do rio)
R - (Lutamos com bênção)
T - (Obá proprietária da cova, luta pelos ancestrais femininos, proprietária do rio Obá, cuida, entende e surpreende Obá proprietária da cova, luta pelos ancestrais femininos)
R - (Obá proprietária da cova, luta pelos ancestrais femininos, proprietária do rio Obá, cuida, entende e surpreende Obá proprietária da cova, luta pelos ancestrais femininos)
T - (Faz com que o braço seja uma arma espiritual)
R - (Ensina-me a totalidade)
T - (Faz com que o braço seja uma arma espiritual)
R - (Ensina-me tudo)
T -(Faz com que o braço seja uma arma espiritual)
R - (Faz com que o braço seja uma arma espiritual, ensina-me a totalidade)
T - (Obá, Obá das águas)
R - (Você logo vem desaguar em mim)
T - (Obá, Obá das águas)
R - (Você vem logo desaguar em mim)
T - (Obá, Obá das águas)
R - (Você logo vem desaguar em mim Obá, Obá das águas, você logo vem desaguar em mim)
T - (Enche a plantação e chega)
R - (Benze o milho da guiné)
T - (Obá, o sacerdote de Xangô e o Xangô vêm Obá, Obá chega ao mundo)
R - (Obá, o sacerdote de Xangô e o Xangô vêm Obá, Obá chega ao mundo)
T - (Retorna, entra exaltada, está dando a liberdade, usa o corpo, estabeleça que sempre esteja elevada e dando a liberdade)
R - (Retorna, entra exaltada, está dando a liberdade, usa o corpo, estabeleça que sempre esteja elevada e dando a liberdade)
T - (Guerreira resistente é Oba, dispara sua flecha com um feitiço que fere os adúlteros)
R - (Caçadora resistente é Oba, dispara sua flecha com um feitiço que fere os adúlteros)
Xapanã

T - (Descobre as mentiras realizador de milagres, você tem que descobrir as mentiras)
R - (Descobre as mentiras realizador de milagres, você tem que descobrir as mentiras)
T - (Apanhe, esforce-se, corte, olhe, apanhe, esforce-se, corte, olhe, apanhe, esforce-se e cuide)
R - (Apanhe, esforce-se, corte, olhe, apanhe, esforce-se, corte, olhe, apanhe, esforce-se e cuide)
T - (Eu rogo à terra, olha e descobre os enganos)
R - (O conhecimento rogo à terra, olha e descobre os enganos)
T - (Na tradição violar a tradição nos derruba, nos faz cair, inclinamo-nos perante a ti, espírito de luz)
R - (Pedimos que permita limpar-nos livrando da queda. Inclinamo-nos perante a ti, espírito de luz)
T - (Inclinamo-nos perante a ti, espírito de luz)
R - (Inclinamo-nos perante a ti, espírito de luz)
T - (Salve portador da coroa de contas no mundo)
R - (Vida por favor, vida)
T - (Eu rogo à terra que limpe a violência, retorne do começo abrindo os caminhos)
R - (Pedimos que permita limpar-nos e  inclinarmos. Hoje seu rei destrói, pedimos que permita limpar-nos e nos inclinarmos)
T - (Oh! Do começo vem olhando, senhor pode limpar desde o princípio para os espíritos de luz)
R - (Oh! Do começo vem olhando, senhor pode limpar desde o princípio para os espíritos de luz)
T - (A mentira se dobra perante a ti, o fogo se dobra perante a ti. Você exige trabalhar fora [ter seu assentamento separado do resto dos Orixás])
R - (A mentira se dobra perante a ti, o fogo se dobra perante a ti. Você exige trabalhar fora)
T -(Vida coroa do povo, nós matamos com um golpe e superamos os juramentos inquebráveis [cumprimos com eles])
R - (Vida... Coroa do povo, nós matamos com um golpe e superamos os juramentos inquebráveis)
T - (Senhor golpeia, mata com um só golpe, supera os juramentos inquebráveis e observa)
R - (Senhor golpeia, mata com um só golpe, supera os juramentos inquebráveis e observa)
T - (O campo oferece sempre, o campo oferece sempre uma ponte  para me encontrar reverenciando o espírito) 
R - (O mundo dos antepassados do campo oferece sempre, o campo oferece sempre uma ponte para me encontrar reverenciando o espírito)
T - (Nós permitimos a luta, age e golpeia, age e golpeia)
R - (Nós permitimos a luta não vá, não vá)
T - (Nós permitimos a luta não vá, não vá)
R - (Nós permitimos a luta, age e golpeia, age e golpeia)
T - (Use o azeite de dendê, use o azeite de dendê)
R - (Pode recolher intensamente com o instrumento de rabo de cavalo)
T - (Castigue, castigue, castigue)
R - (Pode recolher intensamente com o instrumento de rabo de cavalo)
T - (Senhor recolhe e luta, recolhe e luta, recolhe, luta e corte os inimigos)
R - (Senhor recolhe e luta, recolhe e luta, recolhe, luta e corte os inimigos)
T - (Lute, recolha-os, que sejam assassinados, lute recolha-os, faça-os chorar)
R - (Lute, recolha e mate)
T - (A Xapanã eu rogo no medo, ao Orixá eu rogo no medo)
R - (Rompe os medos da vida, espírito de luz)
T - (Xapanã paralisa meu inimigo)
R - (Dono da água na pele)
T - (Xapanã paralisa o chicote destruidor)
R - (Dono da água na pele)
T - (Xapanã, a faca tem que pressionar o furúnculo)
R - (Xapanã, a faca tem que pressionar o furúnculo)
T - (Senhor, pode com força pressionar a faca na pele, com força hoje pressione a faca na pele)
R - (Senhor, pode ser bondoso, com força hoje pressione a faca na a pele)
T - (Recolhe o corpo suave, suave, suave)
R - (Recolhe o corpo suave, suave, suave, recolhe o corpo)
T - (Xapanã olhe e entra, ampara nosso caminho e nos protege, nós temos amparo)
R - (Xapanã olhe e entra, ampara nosso caminho e nos protege, nós somos protegidos, entra)
T -(Olhe, entra e nos ampara Xapanã, me cure na enfermidade, olhe, entra e te manifeste correndo sempre. Xapanã não corte a aplicação da medicina e o banho)
R - (Olhe, entra e me ampara Xapanã, estou necessitado, olhe, entra com bênção, te manifeste correndo escondido Xapanã. Vida, vida)
T - (Ampara e age, cortando a febre, varre a enfermidade e tire-a, por favor, vida! Senhor golpeia e limpa, age cortando a febre, varrendo a enfermidade e tirando-a, senhor nos faça ficar bem)
R - (Ampara e age cortando a febre, varre a enfermidade e tire-a, por favor, vida! Ampara e age cortando a febre, varre a enfermidade e tire-a, por favor, vida! É seu dever reparar!)
T - (Limpe o corpo e corte que poderá sempre dançar, ampara, corta, usa sempre a dança e a faca para limpar o corpo e cortar, poderá sempre dançar)
R - (Limpe o corpo e corte, que poderá sempre dançar, ampara, corta, usa sempre a dança e a faca para limpar o corpo e cortar, poderá sempre dançar)
T - (Xapanã encontre e repara a enfermidade, chega Xapanã, te manifeste hoje, chega para banhar e vigiar)
R - (Encontre o corpo, faz o reparo ocupando-o, chegando, aplicando medicina e conduzindo o banho, você é o que chama pra cuidar)
T -(Xapanã dono de bênçãos, a morte superamos com bênção. Xapanã dono de bênçãos, recolha e capacite o instrumento de rabo de cavalo. Xapanã dono de bênçãos, rogue pelo povo com o instrumento de rabo de cavalo)
R - (Xapanã dono de bênçãos, a morte superamos com bênção. Xapanã dono de bênçãos, recolha e capacite o instrumento de rabo de cavalo. Xapanã dono de bênçãos, rogue pelo povo com o instrumento de rabo de cavalo)
T -(Usa  meu corpo Xapanã, te manifeste em mim. Xapanã suba e venha sempre usar meu corpo e te expressar)
R - (Usa meu corpo Xapanã, te manifeste em mim. Xapanã suba e venha sempre usar meu corpo e te expressar)
T - (A febre violenta está vindo sempre ao corpo, recolha-a e cure-a senhor, cuida)
R - (A febre violenta está vindo sempre ao corpo, recolha-a e cure-a senhor, cuida)
T - (Que a cabeça prevaleça, chega que aparece a febre, nos ensina  a deixá-la pra trás)
R -(A febre está vindo, chega que aparece a febre, nos ensina a deixá-la pra trás)
T - (Use o azeite de dendê)
R -(Está vindo pra recolher o corpo)
T - (Roga pelo povo e luta, roga pelo povo dançando dono dos castigos)
R - (Roga pelo povo e luta, roga pelo povo dançando dono dos castigos)
T -(Benze os arredores sempre usando o azeite de dendê, se manifesta, luta e benze continuamente)
R - (Vem lentamente e escolhe alguém nos arredores, benze sempre usando azeite de dendê, se manifesta, luta e benze continuamente)
T - (Vida, vida Xapanã. Aparece, ampara e corta o cansaço, vida, vida)
R - (Vida, vida Xapanã. Aparece, ampara e corta o cansaço, vida, vida)
T - (Se a mentira aumentar, acabe com essa história)
R - (Se a mentira aumentar, acabe com essa história)
T - (Chega senhor da matança)
R - (Senhor da terra percebe a febre, senhor da terra percebe o trabalho)
T - (Elevado sempre te esforce para ensinar, cura as chagas do filho usando o remédio)
R - (Elevado sempre te esforce para ensinar, cura as chagas do filho usando o remédio)
T - (Elevado sempre oferece um abraço, roga e cuida)
R - (Elevado sempre oferece um abraço, roga e cuida)
T - (Corta, rompe, sempre age fazendo trabalhos, rogando e lutando pelo povo)
R -(Cumprimos o ebó sempre agindo, fazendo trabalhos, rogando e lutando pelo povo)
T - (Insensível, preguiçoso, atordoado, eu sou insensível e atordoado, banha meu corpo)
R - Àna rá wè éèdì oogun lai-lai (Limpe os feitiços com medicina eternamente)
T - (Atira, atira água Xapanã, atira, atira, aftira, Xapanã)
R - (Limpe os feitiços com medicina eternamente)
T - (Me proteja, me cubra com a árvore sagrada)
R - (Vida, vida Xapanã)
T - (Vem sempre, chega pra trabalhar Xapanã, tem trabalho na terra)
R - (Xapanã tem trabalho na terra)
T - (Nos faça crescer! Reconhece e protege nossas cabeças por favor, reconhece e protege nossas cabeças Xapanã, vem reconhecer e proteger a cabeça)
R - (Nos faça crescer! Reconhece e protege nossas cabeças por favor, reconhece e protege nossas cabeças Xapanã, vem reconhecer e proteger a cabeça)
T - (Elevado não golpeie, elevado não golpeie o tolo, elevado Xapanã não golpeie)
R - (Elevado não golpeie, elevado não golpeie o tolo, elevado Xapanã não golpeie)
T - (Salva e limpa o tolo que está comendo algo da oferenda)
R - (Elevado sempre salva, limpa o tolo, salva e ampara o tolo que está comendo algo da oferenda, elevado sempre aparece e limpa o tolo)
T - (Venha continuamente cortar a ferida e o inimigo com um golpe de facão, manifeste-se Xapanã, benza e venha continuamente cortar as feridas e o inimigo com um golpe de facão, manifeste-se!)
R - (Venha continuamente cortar a ferida e o inimigo com um golpe de facão, manifeste-se Xapanã, benza e venha continuamente cortar as feridas e o inimigo com um golpe de facão, manifeste-se!)
T - (Senhor é forte, não corte com um golpe de facão matando a alegria)
R - (Senhor é forte, não corte a confiança)
T - (Venha logo e grite, venha festejar)
R - (Venha logo e grite, venha festejar)
T - (Elevado, continuamente brigue e te alegre, brigue e te alegre Xapanã, mate meus inimigos)
R - (Elevado, continuamente brigue e te alegre, brigue e te alegre)
T - (Reverenciamos o mensageiro)
R - (Eu mesmo, você mesmo!)
T - (Reverenciamos o mensageiro)
R - (Invocamos sempre seu amparo)
T - (Golpeamos muito [com as mãos])
R - (Eu mesmo, você mesmo!)

Ibejis

T - [(Oh! Chega o dono do céu convertido em dobro de riqueza, convertido em gêmeos da fronteira para este mundo)
R - [(Oh! Chega o dono do céu convertido em dobro de riqueza, convertido em gêmeos da fronteira para este mundo)
T -[(Converte-se em riqueza Xangô, se converte em gêmeos, o dobro de riqueza do começo convertido em gêmeos)
R - [(Converte-se em riqueza Xangô, se converte em gêmeos, o dobro de riqueza do começo convertido em gêmeos)
T - [(Oh dono do leão que briga e nos assusta!)
R - [(O leão briga, assusta e finaliza a guerra)
T - [(Dá de presente riquezas, traz a seca, vai mensalmente lutar, oh! Chega dono do leão que luta e assusta)
R - [(Luta com força, termina a batalha e se vai)
T - (Pai espiritual, senhor que ampara)
R - (Pai espiritual, senhor que ampara)
T - (Do começo Xangô dança convertido em gêmeos, mais adiante virá cruzando a fronteira)
R - (Dançam em dupla alcançando seu destino)
T - (Virão cruzando a fronteira)
R - (Dançam em dupla alcançando seu destino)
T - (Convertido em gêmeos traz o dobro de riqueza da fronteira)
R - (Oiá faz dormir os gêmeos convertidos no Orixá do princípio, vem o dobro de riqueza)
T - (Germinem, retornem juntos que nós lhe recolhemos espíritos)
R - (Espíritos dos meninos que nascem com cabelo, nós perdemos um filho, faz com que germinem e retornem que nós os recolheremos)
T - (Suplicamos a Xapanã, por favor, suplicamos que nosso lar se limpe)
R - (Suplicamos a Xapanã, por favor, suplicamos que nosso lar se limpe)
T - (Que a erva tromba de elefante limpe nosso lar)
R- (Suplicamos a Xapanã, por favor, suplicamos que nosso lar se limpe)
T - (Em sonhos o pai nos comunica do peso adicional [gravidez])
R - (Em sonhos o pai nos comunica do peso adicional [gravidez])
T - (Oh! Espírito te divida e chega)
R - (O corpo chega dividido, chega em partes) 

Oxum

T - (Chega do limite das águas, você chega do nascimento das águas, mãe viajante)
R - (Oxum chega de onde nascem as águas)
T - (Água que chega do nascimento, a água do nascimento chega, alaga e abre o caminho [ao que vai nascer])
R - (Oxum chega de onde nascem as águas)
T - (Oxum chega de onde nascem as águas, você chega do nascimento das águas, oh! Minha mãe)
R - (Oxum chega de onde nascem as águas)
T - (Mãe do rio acordada, minha mãe do ouro, chega  oferecendo saudações e abrindo os caminhos)
R - (Oxum chega de onde nascem as águas)
T - (Mulher bela do rei)
R - (Em visões durante o sonho virá Oxum)
T - (Por favor, me encontre Oxum proprietária das águas, mãe que está criando em abundância, senhora que está limpando o povo, tirando com orgulho o cansaço e o sonho, por favor me encontre Oxum)
R - (Por favor, me encontre Oxum proprietária das águas, mãe que está criando em abundância, senhora que está limpando o povo, tirando com orgulho o cansaço e o sonho, por favor me encontre Oxum)
T - (Mãe Oxum chama as coisas boas sempre)
R - (Mãe Oxum chama as coisas boas sempre)
T - (Oh! Mãe você é mulher formosa do rio Oxum, mulher formosa de Oxum que cria em abundância)
R - (Oh! Mãe você é mulher formosa do rio Oxum, mulher formosa de Oxum que cria em abundância)
T - (Oh! Filha que recebe a Oxum)
R - (Mulher bela do rei)
T - (Oh! Nos encha de riquezas)
R - (Mulher bela do rei)
T - (À batalha chama, tem beleza)
R - (A água tem que procurar fazer curvas precipitadamente)
T - (Oxum que ruidosamente está criando abundância, nos visita banhando a casa)
R - (Oxum que ruidosamente está criando abundância, nos visita banhando a casa)
T - (Proprietária das águas do rio Oxum)
R - (Sacerdotisa do culto ancestral, proprietária de bênçãos, proprietária das águas do rio Oxum)
T - (Continuamente agradecemos a terra e sua medicina)
R - (Oxum chama as coisas boas, chama as coisas boas)
T - (Não aparece, por favor aparece!)
R - (Rapidamente limpe a casa Oxum, entre na casa e limpe-a)
T - (Surpreenda o feitiço vindo para casa com alegria, oh! Me limpe disso!)
R - (Surpreenda o feitiço vindo para casa com alegria, oh! Nos limpe disso)
T - (O adultério em casa pode cortar com a navalha Oxum)
R - (O adultério em casa pode cortar com a navalha Oxum)
T - (Oh! Mãe fale primeiro, você entende meus pensamentos)
R - (Oh! Mãe fale primeiro, você entende meus pensamentos)
T - (Oh! Oxum me chama!)
R - (Oiá chega ao campo, espírito de luz!)
T - (Aumenta a vigilância ao redor do filho)
R - (Aumenta ao redor e te reflita sempre)
T - (Chega o mistério sagrado da cabaça)
R - (Senhora venha divertir-se com Oiá)
T - (Companheira de jornada)
R - (Mãe que entende as almas)
T - (Vestida de água minha mãe desenha as cores)
R - (Se a seca vier com força nós dançamos para Oxum)
T - (Mãe recolha o filho, recolha o filho, divirta-se e use-o)
R - (O ouro é sua riqueza Orixá, oh mãe, o ouro é sua riqueza)
T - (Criadora de riquezas se manifeste em mim)
R - (Água se manifeste, luta e transforme)
T - (Criadora de riqueza se manifeste em mim, rogo que germine)
R - (Água se manifeste, aparece, inunda, água se manifeste)
T - (Rapidamente Oxum, água que protege com ferocidade)
R - (Inunda rapidamente Oxum, água que protege com ferocidade, rapidamente)
T - (Oxum não corte o impulso da água, mas não alague o povo)
R - (Mãe chega do começo das águas, golpeia Oxum, mas não corte o impulso)
T - (Melhor cortar as idéias, os pensamentos, é melhor agir espírito de luz)
R - (Melhor cortar as idéias, os pensamentos, é melhor agir espírito de luz)
T - (Continuamente vamos ao chamado mãe Oxum e nos somamos ao céu)
R - (Continuamente vamos ao chamado mãe Oxum e nos somamos ao céu)
T - (Nos somamos ao chamado sempre usando o céu, chegamos nadando, oh mãe!)
R - (Continuamente vamos ao chamado mãe Oxum e nos somamos ao céu)
T - (Oxum me abra à maternidade, Oxum sempre abra o útero o ovulando, Oxum me abra à maternidade)
R - (Oxum me abra à maternidade, Oxum sempre abra o útero o ovulando, Oxum me abra à maternidade)
T - (Socorre os que estão ao seu lado, socorre os que estão ao seu lado)
R - (Socorre os que estão ao seu lado driblando a terra)
T - (Instrumento de boa sorte, proprietária do rio, está dançando orgulhosa, benze e banha a casa)
R - (Instrumento de boa sorte, proprietária do rio, está dançando orgulhosa, benze e banha a casa)
T - (A abundância está me trazendo coisas boas, a abundância está me trazendo boa sorte, o ouro transforma e faz a riqueza)
R - (A abundância está me trazendo coisas boas, a abundância está me trazendo boa sorte, o ouro transforma e faz a riqueza)
T - (Mãe que sempre chama as coisas boas como o mar)
R - (Mãe dançando no mundo como o mar sempre chama as coisas boas)
T - (Está trazendo abundância de bênçãos e está me erguendo, abundância de bênçãos está trazendo, eu lhe reverencio, abundância de bênçãos está trazendo e está me erguendo Orixá que vem do campo)
R - (Está trazendo abundância de bênçãos e está me erguendo, abundância de bênçãos está trazendo, eu lhe reverencio, abundância de bênçãos está trazendo e está me erguendo Orixá que vem do campo)
T - (Instrumento de bênção, eu lhe reverencio)
R - (Orixá que vem do campo)
T - (A bênção coroa de ouro, nos benza coroa, venha água, ocupa, te manifesta, usa a coroa de ouro bendita, coroa venha)
R - (A bênção coroa de ouro, nos benza coroa, venha água, ocupa, te manifesta, usa a coroa de ouro bendita, coroa venha)
T - (Minha espada pode cortar e derrubar a fim de que você, mãe da riqueza, visite a ponte e limpe sempre, visitando e cobrindo as coisas)
R - (Minha espada pode cortar e derrubar a fim de que você, mãe da riqueza, visite a ponte e limpe sempre, visitando e cobrindo as coisas)
T - (Nós vemos a coroa, vemos a coroa, o mensageiro nos traz o bem, nós encontramos o mensageiro da mãe)
R - (Nós vemos a coroa, vemos a coroa, o mensageiro nos traz o bem, nós encontramos o mensageiro da mãe)
T - (Encontramos o mensageiro da mãe, encontramo-lo no meio do caminho de volta, nós reverenciamos o mensageiro da mãe)
R - (Encontramos o mensageiro da mãe, encontramo-lo no meio do caminho de volta, nós reverenciamos o mensageiro da mãe)
T - (Encontramos no meio do caminho de volta)
R - (Reverenciamos o mensageiro da mãe)
T - (Reconhecemos a ferocidade, o poder do espírito, o encantamento da Oxum no rei)
R - (Reconhecemos a ferocidade, o poder do espírito, o encantamento da Oxum no rei)
T - (Meu ouro faz a riqueza)
R - (Vestimo-nos com riqueza)
T - (Venha e ofereça, venha e ofereça encantos ao leão, venha e ofereça, venha e ofereça a espada)
R - (Venha e ofereça, venha e ofereça encantos ao leão, venha e ofereça, venha e ofereça a espada)
T - (Venha e ofereça algo, encontra em segredo o caçador que vive em mim e vem do campo)
R - (Venha e oferece algo, encontra em segredo o caçador que vive em mim e vem do campo)
T - (Oh! Você benze em abundância criando)
R - (Por favor! Instrumento de benção não vá)
T - (Instrumento de rabo de cavalo)
R - (Corta, está cortando [os males])
T - (Água do campo, grande mãe, sempre é saudada com respeito especial)
R - (Água do campo, grande mãe, sempre é saudada com respeito especial)
T - (Saudamos o ouro, sempre lhe visitamos e lhe seguimos)
R - (Você é mãe poderosa)
T - (Chega instrumento de solução)
R - (Nós chegamos ao campo em peregrinação, o ouro é resistente e faz a riqueza)
T - (Iemanjá sempre nutre o oceano, o ouro é resistente e faz a riqueza)
R - (Iemanjá sempre nutre o oceano, o ouro é resistente e faz a riqueza)
T - (Chega e te inunde)
R - (O ouro é resistente e faz a riqueza)
T - (Cria em abundância)
R - (O ouro é resistente e faz a riqueza)
T - (Chega à plantação)
R - (O ouro é resistente e faz a riqueza)
T - (O filho pequeno vem à casa)
R - (Família, o filho pequeno vem à casa)
T - (Mãe que vemos nos arredores)
R - (Família da Oxum vem nos arredores)
T - (Mãe roga a melhora da saúde, pode cuidar e nutrir o filho com bênção)
R - (Oxum venha proprietária do caminho, mãe que roga pela saúde do filho, nutre-o e benze-o)
T - (Oh! Oxum te manifesta)
R - (Vem te divertir com Oiá)
T - (Oxum está criando riquezas e avisa esfregando as mãos)
R -(Vem te divertir com Oiá)
T - (Espírito venha e não vá ainda)
R - (Procura sua roupa Oxum)
T - (Espírito chega, mas não afogue a casa)
R - (Procura sua roupa Oxum)
T - (Na distância oferece a oferenda)
R - (Na distância oferece a oferenda)
T - (Você quer e tem que fazer)
R - (Você quer e tem que fazer oferenda)
T - (Mãe usa, avisa e benze sempre, mãe que vem do campo chega ao rio)
R - (Mãe, mãe chega do campo ao rio)
T - (Mãe do palácio, você chega e faz do pedestal uma coluna, vem de fora e fica o tempo todo)
R - (Mãe do palácio, você chega e faz do pedestal uma coluna, vem de fora e fica o tempo todo mãe do palácio, chega)
T - (A que está criando riquezas me abraça e se manifesta)
R - (Cruzando as fronteiras, vem curando a enfermidade)
T - (Guerreira vem lutar contra a enfermidade, oh! Chega)
R - (Guerreira, vem lutar contra a enfermidade, oh! Chega)
T - (Em tempo de doença, te revele contra as coisas ruins)
R - (Em tempo de doença)
Iemanjá

T - (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio e do cobre, espírito da água Iemanjá proprietária de vida, luta pela casa, oh! Espírito do cobre e da água)
R - (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio e do cobre, espírito da água Iemanjá proprietária de vida, luta pela casa, oh! Espírito do cobre e da água)
T - (Iemanjá permite a visita, permite o abraço Iemanjá, nós fazemos as pazes com o adivinho do céu [Orumilaia]. Iemanjá, nós corremos à borda e agradecemos a Oxum por cuidar do ouro e dos espíritos da água)
R - (Iemanjá permite a visita, permite o abraço Iemanjá, nós fazemos as pazes com o adivinho do céu. Iemanjá, nós corremos à borda e agradecemos a Oxum por cuidar do ouro e dos espíritos da água)
T - (O iniciado que levou em sua cabeça um "osùu",  reconhece a elevação ao alto e a família espiritual, o iniciado reconhece a elevação ao alto e abraça a família)
R - (Iemanjá preenche a família espiritual, você separa os iniciados que entendem e se elevam chegando a ser família espiritual)
T - (Para nós vivermos na terra um tempo, temos sempre que pedir a bênção)
R - (As proibições do adivinho rogamos [que nos diga quais são], nós não sabemos como adivinhar os mistérios)
T - (Proprietária de vida é Oxum, mãe poderosa, possuidora de
bênçãos)
R - (As proibições do adivinho rogamos, nós não sabemos como adivinhar os mistérios)
T - (Chegamos para aprender, nós rogamos saber os mistérios)
R - (Rogamos ao adivinho observar os mistérios)
T - (Orumilaia que vive nas alturas, nos permita olhar a Oxum, salvadora da região, nos permita ir em direção à rica Oxum, dono das ervas)
R - (Nós recebemos as palavras do alto e a solução que vemos, é que a Oxum nos salve com um remédio feito pelo poderoso dono das ervas)
T - (Oh! No topo o cansaço e o sonho nos abraçam!)
R - (No topo aumenta o Orixá)
T - (Oh! No topo aumenta o esforço para nos encontrar mãe)
R - (No topo aumenta o Orixá)
T - (Iemanjá e Ogum sonham com a perda e vão de encontro às águas  para conversar com o adivinho)
R - (Iemanjá e Ogum sonham com a perda e vão de encontro às águas para conversar com o adivinho)
T - (Iemanjá, Ogum)
R - (Conversa com o adivinho)
T - (Iemanjá dá alimento às águas)
R - (Conversa com o adivinho)
T - (Iemanjá das águas, das águas)
R - (Vem das águas aumentando a vida em meu espírito)
T - (Iemanjá afasta Odé e salva-o do pai da espada Ogum, salva-o do pai da espada)
R - (Iemanjá afasta o Odé e salva-o do pai da espada Ogum, salva-o do pai da espada)
T - (Oh! Iemanjá a senhora salva!)
R - (Iemanjá no topo fique contra, fique contra o pai da espada [Ogum])
T - (Reme no topo mãe Iemanjá, a senhora salva no topo, encontre Odé)
R - (Reme no topo mãe Iemanjá, a senhora salva no topo, encontre Odé)
T - (Segue, segue assim, você afasta no topo, afasta sim no topo)
R - (Segue, segue assim, você afasta no topo, afasta sim no topo)
T - (Espírito chegue mas não alague a casa, espírito chegue e não se vá ainda)
R - (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio)
T - (Iemanjá não alague a casa, Iemanjá não vá ainda)
R - (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio)
T - (Rio enche, mas não a casa, rio enche e não vá ainda)
R - (Iemanjá perdeu um filho, proprietária do rio)
T - (Oh! Que o filho [Odé] por bênção se manifeste, que o filho por bênção se manifeste e preencha o caminho de súplicas)
R - (Oh! Que o filho por bênção se manifeste)
T - (O caminho encha de súplicas)
R - (Oh! Que o filho por bênção se manifeste)
T - (Ontem uma história triste veio, ontem uma história triste veio e a examinamos)
R - (Ontem uma história triste veio, ontem uma história triste veio e a entendemos)
T - (Iemanjá viveu ontem uma história triste e veio examiná-la)
R - (Ontem uma história triste veio, ontem uma história triste veio e a entendemos)
T - (Fia o tecido azul e branco que sempre aparece com a sua chegada, o grande Exu recolhe e leva embora a negatividade, fia o tecido azul e branco que aparece com sua chegada)
R - (Fia o tecido azul e branco que sempre aparece com a sua chegada, o grande Exu recolhe e leva embora a negatividade, fia o tecido azul e branco que aparece com sua chegada)
T - (Te manifesta logo e chega à casa, o grande Exu recolhe e leva embora e negatividade, te manifesta logo e chega à casa)
R - (Te manifesta logo e chega à casa, o grande Exu recolhe e leva embora e negatividade, te manifesta logo e chega à casa)
T - (Agradecemos ao Orixá bendito sempre!)
R - (Com oferendas agradecemos ao Orixá bendito, sempre com oferendas)
T - (Bará fecha, fecha os obstáculos, fecha Bará)
R - (Bará fecha, fecha os obstáculos, fecha Bará)
T - (Ogum, encontra, repara e corta, busca estar alegre)
R - (Ogum, encontra, repara e corta, busca estar alegre)
T - (Eu mesmo recolho as ervas, a negatividade está indo, aumento a coleta de ervas)
R - (Eu mesmo recolho as ervas, a negatividade está indo, aumento a coleta de ervas)
T - (Venha sempre gradualmente lavar as pernas e os pés)
R - (Abra o caminho e venha)
Oxalá

T - (Desperte logo, venha pai da expressão)
R - (Desperte, venha ao mundo pai dos Orixás, desperte e venha)
T - (Senhor da existência, você chama e ensina pai)
R - (Senhor da existência, chama e ensina espírito de luz)
T - (Senhor da existência, chama e ensina ao filho que luta)
R - (Senhor da existência, chama e ensina espírito de luz)
T - (Temos alegria na água, deste caminho cuidemos! Aprendemos a inclinar a cabeça para o chão)
R - (Dono do caminho de água, dono da coroa, recolhe as cabeças que se inclinam perante a ti)
T - (Alegria pela manhã, alegria pela manhã, mãe do ouro e dos espíritos de luz)
R - (Alegria pela manhã, alegria pela manhã, mãe do ouro e dos espíritos de luz)
T - (Venha sempre recolher os lucros, recolhe os prêmios, chega Orixá)
R - (Venha sempre recolher as lucros, recolhe os prêmios, chega Orixá)
T - (Água no caminho, deixa pra trás o sofrimento, água no caminho encontra força)
R - (Água no caminho deixa pra trás o sofrimento, água no caminho encontra força)
T - (Entre à casa, entre à casa água, deve remar pai da expressão)
R - (Entre à casa, entre à casa água, deve remar pai da expressão )
T - (Oh! Entre à casa, venha! Entre à casa, chegue pai!)
R - (Oh! Entre à casa, venha! Entre à casa, chegue pai!)
T - (Senhor, pai é o topo para mim, me cubra de poder)
R - (Na distância corta a dureza, cobre e não desvie a alegria, na distância corta a dureza, cobre e não te desvie)
T - (Senhor venha sempre, chame os espíritos de luz do rio)
R - (Com calma sempre venha, chame os espíritos de luz do rio com calma)
T - (A pureza traz o êxito)
R - (Oh a pureza! Pai)
T - (Oxalá chega espírito da água, nos salve do sofrimento, assim como o ouro resiste à dificuldade, espírito da água nos salve do sofrimento)
R - (Oxalá chega espírito da água, nos salve do sofrimento, assim como o ouro resiste à dificuldade, espírito da água nos salve do sofrimento)
T - (Oxalá chega espírito da água, nos salve do sofrimento espírito da água, nos salve do sofrimento resistindo à dificuldade)
R - (Oxalá chega espírito da água, nos salve do sofrimento espírito da água, nos salve do sofrimento resistindo à dificuldade)
T - (Oh! Aves numerosas! Espírito da água nos salve do sofrimento)
R - (Oh! Aves numerosas! Espírito da água nos salve do sofrimento)
T - (Corta os medos, corta as águas, corta a seca, grande Orixá espírito do rio)
R - (Corta os medos, corta as águas, corta a seca, grande Orixá espírito do rio)
T - (Dono do palácio, da honra de estar vivo, chegue pai bendito, venha)
R - (Dono do palácio, da honra de estar vivo, chegue pai bendito, venha)
T - (Oxalá corta os medos)
R - (Melhor sempre usar o corpo)
T - (Não tropece Oxalá, não tropece pai do bosque sagrado, não tropece)
R -(Pai do bosque sagrado, não tropece, Oxalá não tropece)
T -  (Corra e volte a divertir-se!)
R - (Use o corpo como o rio)
T - (Nos visite senhor, venha, faça-se presente espírito, nos salve pai, você está sempre presente. Mãe nos salve, você está sempre presente)
R - (Nos visite senhor, venha, faça-se presente espírito, nos salve pai, você está sempre presente. Mãe nos salve, você está sempre presente)
T - (Nos visita, venha Orixá da noz de cola, atrai a visão e olhe a sorte, noz de cola venha do céu, noz de cola seduz a Oxum, atrai a visão e olhe a sorte)
R - (Nos visita, venha Orixá da noz de cola, atrai a visão e olhe a sorte, noz de cola venha do céu, noz de cola seduz a Oxum, atrai a visão e olhe a sorte)
T - (Investiga, examina! Adivinho, grande Orixá Orumilaia, nos salve)
R - (Investiga, examina! Adivinho investiga, chega Orumilaia logo)
T - (Oh! Professor dos jovens! Sem redenção até o ouro se rompe, tem boa sorte o professor de Ifá que ainda se redime)
R - (Oh! Professor dos jovens! Sem redenção até o ouro se rompe, tem boa sorte o professor de Ifá que ainda se redime)
T - (Recolhe o conhecimento e nos preencha com ele)
R - (Usa o corpo arrastando-o à dança, recolhe o conhecimento e preenche, usa o corpo arrastando-o à transformação)
T - (Mãe da jarra medicinal do nascimento escolha, venha e não se vá, hoje cruze o mar e não se amargure)
R - (Mãe da jarra medicinal do nascimento escolha, venha e não se vá, hoje cruze o mar e não se amargure)
T - (Venha, encontre e salve professor dos jovens, venha, não se vá, hoje cruze o mar e não se amargure)
R - (Venha, encontre e salve professor dos jovens, venha, não se vá, hoje cruze o mar e não se amargure)
T - (Oh! O caminho cumprimos e lhe agradecemos)
R - (Oh! O caminho cumprimos e lhe agradecemos)
T - (Pai faz com que se renove a adoração à serpente, nos salve de sua picada)
R - (Pai faz com que se renove a adoração à serpente, nos salve de sua picada)
T - (O colar, o colar vem da água)
R - (O pai dos Orixás vem da água)
T - (O Orixá das roupas brancas benze a água, o rio tem água para gastar, o Orixá das roupas brancas benze a água)
R - (O Orixá das roupas brancas benze a água, o rio tem água para gastar, o Orixá das roupas brancas benze a água)
T - (Dono do céu desperte e te manifeste, nós percebemos-lhe no povo e o reverenciamos, dono dos espíritos)
R - (Dono do céu desperte e te manifeste, nós percebemos-lhe no povo e o reverenciamos, dono dos espíritos )
T - (Você dá um passo à sua grande luz)
R - (O faça no topo)
T -  (Entende que a viagem dá fome, vem comer algo senhor faminto da travessia, vem comer algo hoje, pai dono do chamado, vem à mim me engrandecendo, te esforce em preencher e criar, hoje passa aqui pelo rei que está chamando)
R - (Entende que a viagem dá fome, vem comer algo senhor faminto da travessia, vem comer algo hoje, pai dono do chamado, vem à mim me engrandecendo, te esforce em preencher e criar, hoje passa aqui pelo rei que está chamando)
T - (Meu Orixá me engrandeça, te esforce, preenche e crie)
R - (O senhor é forte, pai dono do chamado)
T - (Você está na terra, está tentando reparar, dono do palácio, vem grande Orixá dono do palácio, vem pai)
R - (Você está na terra, está tentando reparar, dono do palácio, vem grande Orixá dono do palácio, vem pai)
T - (O senhor é forte, rapidamente preenche e estende as coisas boas)
R - (Pai do poder corta nossos excessos, que permaneça a riqueza)
T - (Oxalá afasta a seca, Oxalá afasta o sol, dono do palácio vem grande Orixá, pai dono do palácio)
R - (Oxalá afasta a seca, Oxalá afasta o sol, dono do palácio vem grande Orixá, pai dono do palácio)
T - (Senhor retorne Oxalá, grande Orixá retorne da viagem pelo caminho, cubra-se grande Orixá)
R - (Senhor retorne Oxalá, grande Orixá retorne da viagem pelo caminho, cubra-se grande Orixá)
T - (Senhor retorne dono do palácio, venha grande Orixá)
R - (Senhor retorne dono do palácio, venha grande Orixá)
T - (Hoje manifeste-se e faça a reparação)
R - (Pai do bosque sagrado, hoje manifeste-se e faça a reparação)
T - (Hoje manifeste-se e divirta-se)
R - (Pai tem que lutar)
T - (Oxalá me ocupe, separa a roupa pai e me transforme rapidamente, Oxalá me ocupe, separa a roupa senhor das coisas boas e simples)
R - (Oxalá me ocupe, separa a roupa pai e me transforme rapidamente, Oxalá me ocupe, separa a roupa senhor das coisas boas e simples)
T - (Pai atue no topo, reme com calma, hoje manifeste-se, se negue a ter calma pai. Pai atue no topo, reme com calma, o senhor está no mundo, distribua a fartura)
R - (Pai atue no topo, reme com calma, atue no topo pai, reme com calma, ele está no mundo, o senhor está na terra)
T - (Afastem o azeite de dendê!)
R - (Tenham calma na casa, ele está no mundo)
T - (Retorne suave para mim, deita-se)
R - (Transforme a luta)
T - (O Orixá lava a gente como o mar)
R - (Pai Orixá lava a gente como o mar)
T - (Eu me inclino para a terra)
R - (Fale hoje que eu me inclino para a terra)
T - (A pedra sagrada lava, lava a pedra sagrada, chega pai para lavar a pedra)
R - (A pedra sagrada lava, lava a pedra sagrada, chega pai para lavar a pedra)
T - (Prova ao povo que existe desde o começo, adorado senhor de Ifá, prova ao povo que existe desde o começo, senhor de Ifá!)
R - (Prova ao povo que existe desde o começo, adorado senhor de Ifá, prova ao povo que existe desde o começo, senhor de Ifá!)
T - (Sinta-se, sente-se venerável ancião dançador!)
R - (Senhor se cansa no esporte ancião dançador)

O "Chão" e seu significado teológico no batuque.

O “CHÃO” E SEU SIGNIFICADO TEOLÓGICO NO BATUQUE
Jayro Pereira de Jesus (Ògiyán Kalafò Olorode)
“Vou pró-chão”, “fazer chão”, “está no chão” ou “ir pró-chão” tem sentido para os/as religiosos afro-gaúchos comparados a “vou me recolher, vou ser recolhido, está recolhido, fazer, está de ou dá obrigação” para os adeptos do candomblé ou da Religião de Matriz Africana e/ou Afro-Brasileira se assim preferir, em quase todo o país.
Ainda ouve-se também dizer: deitar pró-santo, pró-orixá, pró-inquice, pró-vodun, etc.

A intenção aqui é a de tecer reflexões, observações e comentários teológicos e filosóficos, embora que introdutoriamente, mas que visam traduzir a importância ancestrálica tanto no sentido individual dos/as que estão no chão e/ou de obrigação, sobre a função coletivo do chão no que concerne à comunidade (egbé), bem como no que concorre significativamente para a dinâmica cosmológica, de forma a engendrar ou potencializar a Existência como um todo, “Entusiasmando-A” a partir da energia de cada um/uma na qualidade de Ente biomítico, antropotheogônico, antropothológico.
A palavra “ENTUSIASMO” proveniente da língua grega é composta de três junções de sufixos que são: “EM”(dentro), “THEOS”(Deus e/ou Divindade) e “ASM” (acção), significando “Deus e/ou a Divindade dentro de nós em acção”.

Ir pró, está e/ou fazer chão como ser recolhido, dá, fazer obrigação, deitar ou ainda pagar obrigação como dizem alguns, é um processo e/ou etapa iniciática de incomensurável importância e de tamanha responsabilidade tanto da parte dos que vão pró-chão ou estão no chão como do sacerdote ou sacerdotisa (Babalorixá, Iyalorixá, Doté, Doné, Tata, Nengua, Mameto) oficiante da ritualística junto com os/as adjuntos/as que envolvem o reencatamento sazonal das antropoorixalidades, pois, trata-se de lidar com a Vida na sua totalidade e complexidade compreendida como detentora de transcendentalidade ou sacralidade ontológica.

Necessário se faz dizer de alguns termos aqui empregados começando pelo verbete “chão” que buscando em Houaiss como em Aulete encontramos os sinônimos como: (Houaiss) superfície da terra, solo; local de origem ou onde se vive; querência, terra natal, extensão de terra; (Aulete) apoio, base, aquilo que dá condição de estabilidade, firmeza ou segurança física, moral e espiritual; qualquer superfície firme e sólida, onde se pode pisar, andar e apoiar o corpo ou objetos; lugar onde se nasceu ou onde se vive; chão traduz-se também como lugar tranquilo, sereno, etc.

Economia ancestrálica

Os Seres humanos homens e mulheres, crianças, jovens, adultos, os/as mais velhos de concepção existencial Biomítica em que o Orixá, o Inquice, o Vodun ou o Ancestral constitui-se como parte intrínseca da constituição humana indissociavelmente, viver, está no mundo (Àiyé) é se preparar o tempo todo para a Ancestralização.
É como verdadeiramente fazer economia para se tornar uma/um ancestral ilustre por ter bem cumprido o projeto mítico social mensurado pela longevidade.

O Chão pode ser comparado a uma espécie de poupança em que se cuida cotidianamente da vida individual que não tem serventia se não estiver em função do coletivo ou da comunidade.

O chão como sinônimo de terra de acordo com a teologia e a filosofia da cosmovisão africana tem a ver com IKÚ como a matéria prima da Existência com todos os componentes do cosmo de cujo ingrediente bioquímico ou teofísico singulariza cada um dos/as que estão no chão mediante a identificação do Orixá de cada um/uma.

Ir pró, está no, fazer chão, dar, fazer obrigação é repactuar a Vida, a Existência, a longevidade com IKÚ, Legba (Santos, 2008, p. 168), Èsù Bara (Santos, 2008, p. 169) ou OBARA - o Rei, Aquele que da sustentabilidade, dinamicidade ao Corpo como Território do Sagrado (MIRANDA, 2000).

Fazer chão implica na desneutralização do àse de maneira a que seja dinamizado, potencializado para a Vida no seu sentido BIOMÍTICO tenha, plenitude.
Estar no “chão” implica cuidar um do outro, cuidar da harmonia do grupo, está atento às teofanias dos Orixás, dos Inquices, dos Voduns, dos Ancestrais, dos Antepassados.
Auscultar os sinais, tirar lições, apreender, reaprender pressupõe exercício de hermenêutica de interpretação.

Está no “chão” implica interceder a Olórun ou Oba-Órun (Rei do Òrun), a Màwú/Lisa, a Nzambi a Olódùmarè, a Orúnmìlà, a Àjàlá pelo Orí (cabeça) de cada um/uma para que ela (a cabeça) cada vez melhore, seja qualificada e engendre o projeto mítico social, absorvendo os valores mais sublimes da Divindade que cada um/uma carrega imbricadamente e que não pode ser arroladas às idiossincrasias, incongruências ou a subjetividades culturalmente forjadas.

Fazer “chão” tem funcionalidade de potencializar o Àse, por conseguinte, de revitalizar a Dignidade Existencial, ENTHEOSASM, de forma a exaltar, engendrar a antropotheoorixalidade dos/as que vivem sob a inspiração das divindades intrínseca ao Ser Humano, Homem Mulher desse lugar civilizatório de matriz africana.

Exu Orixá e Exu Catiço



EXU ORIXÁ

Exu orixá é um dos componentes do panteão africano.
É um orixá como todos os demais, Ogum, Iemanjá, Xangô, etc.
Apenas tem como característica o comportamento extrovertido, porém ao mesmo tempo é exigente.
Segundo uma lenda africana (itan), ele tomava conta das encruzilhada que levava à casa de Oxalá, enquanto esse criava o mundo, impedindo que o atrapalhassem em sua tarefa.
Como recompensa, Oxalá determinou que toda oferenda deve ser feita primeiro a Exu. Então, esse é um orixá, uma das emanações divinas segundo o panteão africano.


EXU CATIÇO

Já o exu catiço é uma das categorias dos espíritos que trabalham na Umbanda.
Diferente do Exu orixá, o exu catiço é o espírito de uma pessoa que viveu na Terra.
Entre os espíritos que trabalham na Umbanda é o que está mais próximo dos homens, por isso entende tão bem nossos problemas e angústias e por isso também que é muito procurado para resolver questões sentimentais e materiais.
Devido aos seus traços rudes, comportamento por vezes extrovertido e outras vezes sisudo, o exu catiço foi sincretizado com o diabo pelos colonizadores, mas esse é um erro grotesco. Exu é o cumpridor da lei cármica. Exu não é bom ou mau, exu é justo.

O Tabu da Ocupação.




O dia em que o Tabu da Ocupação no Òrìsàismo Afro-sul cair, esta religião poderá perder o seu maior fundamento, correndo o risco de deixar de existir sufocada pelo Candomblé e pela Umbanda.

O Tabu da Ocupação no Batuque mantém em sigilo os atos secretos da preparação de uma divindade, dá o direito do sacerdote receber o seu cargo independente da ocupação e sanciona a integridade do iniciado, diante dos fatos do indivíduo não saber que há possessão de uma divindade.

E no caso de quem sabe que se ocupa, será que aceitará passar pelos atos do Axé de fala e testes que são feitos com a divindade?

Independentemente da Ocupação do indivíduo é possível rodar ou não em alguma entidade, pois muitos que rodam não se ocupam.

Sem o Tabu da Ocupacão haverá restrinções para o iniciado receber seu apronte e abrir uma casa, que será determinado pelo indivíduo ter que ser iniciado com a presença da sua divindade, ou seja, ele deverá estar Ocupado (possuído) pela sua divindade, desta forma terá que ser criado o toque de bolar (toque que promove a possessão da divindade) e todos os indivíduos irão se Ocupar no salão, para aqueles que não se ocupam poderão receber apronte? Como ficariam os cargos no Batuque?

As divindades poderão chegar mais que uma vez no mesmo dia? 

Sabendo que se Ocupam, todas as vezes que o sacerdote ou mais velho se ocupar os filhos e netos deverão se ocupar também, ou a hierarquia e respeito à divindade mais velha não será posto em prática?

Deveremos pensar e refletir sobre este assunto, que poderá determinar a diferença entre Batuque, Candomblé e Umbanda... 


Saiba mais sobre o Tabu da Ocupação no Òrìsàismo Afro-sul

Os individuos iniciados no Batuque não sabem que passam pela possessão da sua divindades, que é chamado de Ocupação, sendo que;

Aqueles que se Ocupam não podem mistificar, pois não sabem que se ocupam, como irão fingir algo que não sabem.

O indivíduo quando está ocupado passa por provas e testes que somente são praticados para divindades.

Se o indivíduo não sabe que se ocupa não possui vaidade, não expõe sua divindade na internet e não põe  em duvidas o seu axé e Òrìsà.

Desde a fundação do Batuque, o Tabu da ocupação é respeitado, o que difere da maioria das culturas de matriz africana o tabu da ocupação mantém a ordem e a hierarquia deste povo, pois muitos sacerdotes são iniciados e não se ocupam, desta forma é possível abrir uma casa sem que haja possessão  do Òrìsà dono da casa. 

MAGNETISMO HUMANO E ESPIRITUAL

ESCRITO POR ALLAN KARDEC.



O MAGNETISMO PRODUZIDO PELO FLUIDO DO HOMEM É O MAGNETISMO HUMANO; AQUELE QUE PROVÉM DO FLUIDO DOS ESPÍRITOS É O MAGNETISMO ESPIRITUAL. 
O FLUIDO MAGNÉTICO TEM, POIS, DUAS FONTES MUITO DISTINTAS: OS ESPÍRITOS ENCARNADOS E OS ESPÍRITOS DESENCARNADOS. ESSA DIFERENÇA DE ORIGEM PRODUZ UMA DIFERENÇA MUITO GRANDE NA QUALIDADE DO FLUIDO E EM SEUS EFEITOS. 
O FLUIDO HUMANO É SEMPRE MAIS OU MENOS IMPREGNADO DAS IMPUREZAS FÍSICAS E MORAIS DO ENCARNADO; O DOS BONS ESPÍRITOS É NECESSARIAMENTE MAIS PURO E, POR ISTO MESMO, TEM PROPRIEDADES MAIS ATIVAS QUE LEVAM A UMA CURA MAIS RÁPIDA. MAS, PASSANDO POR INTERMÉDIO DO ENCARNADO, PODE-SE ALTERAR COMO UMA ÁGUA LÍMPIDA PASSANDO POR UM VASO IMPURO, COMO TODO REMÉDIO SE ALTERA SE PERMANECE EM UM VASO IMPRÓPRIO, E PERDE EM PARTE SUAS PROPRIEDADES BENFAZEJAS.
DAÍ, PARA TODO VERDADEIRO MÉDIUM CURADOR, A NECESSIDADE ABSOLUTA DE TRABALHAR EM SUA DEPURAÇÃO, QUER DIZER, EM SUA MELHORIA MORAL, SEGUNDO ESTE PRINCÍPIO VULGAR: LIMPAI O VASO ANTES DE VOS SERVIR DELE, SE QUEREIS TER ALGUMA COISA DE BOM. SÓ ISTO BASTA PARA MOSTRAR QUE O PRIMEIRO QUE CHEGA NÃO PODERIA SER MÉDIUM CURADOR, NA VERDADEIRA ACEPÇÃO DA PALAVRA. 
O FLUIDO ESPIRITUAL É TANTO MAIS DEPURADO E BENFAZEJO QUANTO O ESPÍRITO QUE O FORNECE É, ELE MESMO, MAIS PURO E MAIS DESLIGADO DA MATÉRIA. CONCEBE-SE QUE O DOS ESPÍRITOS INFERIORES DEVE SE APROXIMAR DO HOMEM E PODE TER PROPRIEDADES MALFAZEJAS, SE O ESPÍRITO FOR IMPURO E ANIMADO DE MÁS INTENÇÕES. 
PELA MESMA RAZÃO, AS QUALIDADES DO FLUIDO HUMANO APRESENTA NUANÇAS INFINITAS SEGUNDO AS QUALIDADES FÍSICAS E MORAIS DO INDIVÍDUO; É EVIDENTE QUE O FLUIDO SAINDO DE UM CORPO MALSÃO PODE INOCULAR PRINCÍPIOS MÓRBIDOS NO MAGNETIZADO. AS QUALIDADES MORAIS DO MAGNETIZADOR, QUER DIZER, A PUREZA DE INTENÇÃO E DE SENTIMENTO, O DESEJO ARDENTE E DESINTERESSADO DE ALIVIAR SEU SEMELHANTE, UNIDO À SAÚDE DO CORPO, DÃO AO FLUIDO UM PODER REPARADOR QUE PODE, EM CERTOS INDIVÍDUOS SE APROXIMAR DAS QUALIDADES DO FLUIDO ESPIRITUAL. 
SERIA, POIS, UM ERRO CONSIDERAR O MAGNETIZADOR COMO UMA SIMPLES MÁQUINA NA TRANSMISSÃO FLUÍDICA. NISTO COMO EM TODAS AS COISAS, O PRODUTO ESTÁ EM RAZÃO DO INSTRUMENTO E DO AGENTE PRODUTOR. POR ESTES MOTIVOS, HAVERIA IMPRUDÊNCIA EM SE SUBMETER À AÇÃO MAGNÉTICA DO PRIMEIRO DESCONHECIDO; ABSTRAÇÃO FEITA DOS CONHECIMENTOS PRÁTICOS INDISPENSÁVEIS, O FLUIDO DO MAGNETIZADOR É COMO O LEITE DE UMA NUTRIZ: SALUTAR OU INSALUBRE. 
O FLUIDO HUMANO SENDO MENOS ATIVO, EXIGE UMA MAGNETIZAÇÃO PROLONGADA E UM VERDADEIRO TRATAMENTO, ÀS VEZES, MUITO LONGO; O MAGNETIZADOR, DISPENSANDO SEU PRÓPRIO FLUIDO, SE ESGOTA E SE FATIGA, PORQUE É DE SEU PRÓPRIO ELEMENTO VITAL QUE ELE DÁ; É PORQUE DEVE, DE TEMPOS EM TEMPOS RECUPERAR SUAS FORÇAS. O FLUIDO ESPIRITUAL, MAIS PODEROSO EM RAZÃO DE SUA PUREZA, PRODUZ EFEITOS MAIS RÁPIDOS E, FREQUENTEMENTE, QUASE INSTANTÂNEOS. ESSE FLUIDO NÃO SENDO O DO MAGNETIZADOR, DISTO RESULTA QUE A FADIGA É QUASE NULA. 
FONTE: REVISTA ESPÍRITA – ALLAN KARDEC
ANO 8 - SETEMBRO DE 1865 - Nº. 9