quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Posses - Por Pai João de Aruanda



Se o desespero ameaça tomar conta de você, que tal resolver de vez essa sua dificuldade?
Esse tipo de sentimento infeliz é o resultado da sua falta de fé. Não daquela fé de que muitos falam por aí. É fé em um ideal, fé no futuro. Falta a você a coragem de lutar e a decisão de prosseguir apesar de todas as dificuldades.
Os meus filhos se desesperam com muita facilidade. É hora de aprenderem um pouco com a vida.
Diante do sofrimento pela possibilidade da partida de um afeto, o desespero se instala, é hora de trabalhar o desapego. Nos nao somos donos de nin guém. Nenhum ser humano é propriedade de outro. Acorde, sorria meu filho. O tempo da escravidão já passou. Por que se manter algemado a pessoas, objetos ou instituições humanas? Às vezes vocês se desesperam porque julgam faltar recursos materiais. Isso é absurdo, meus filhos.
Está na hora de entender que a verdadeira posse é fruto do trabalho. Se faltar alguma coisa é porque você não trabalhou o suficiente, não perseverou em sua proposta ou, então, quando teve a oportunidade do ter, não soube economizar, reservar ou multiplicar.
A vida nos ensina que aquilo que julgamos possuir, nós temos que dividir entre os mais necessitados, somando esforços para multiplicar os resultados, diminuindo as pretensões, para exercitar o desapego.
Ora, meu filho, o desespero é o resultado de uma visão errada da vida.
Pare e pense. Erga a cabeça, que ela não foi feita apenas para ficar cheia de miolos, não. Pense, organize os seus pensamentos. Reorganize a sua vida e continue andando. Mesmo devagarzinho, ande. Não se permita ficar parado.
Deus abençoa, mas é preciso ter coragem para a maior experiência do mundo que é viver.
Sempre há uma solução. Não existe dor, sofrimento ou mal que não tragam o seu ensinamento, não há problema que não tenha a resposta certa da vida.

Extraído do livro: "Sabedoria de Preto Velho" de Robson pinheiro por Pai João de Aruanda.

Os Orixás e os Sítios Vibracionais



Os Orixás são aspectos da Divindade, altas vibrações cósmicas que se rebaixam até nós, propiciando a apresentação da vida em todo o Universo. 
Cada um dos Orixás tem peculiaridades e correspondências próprias na Terra: cor, som, mineral, planta regente, elemento, signo zodiacal, essências, ervas, entre outras afinidades astro-magnéticas que fundamentam a magia na Umbanda por linha vibratória. 
Encontraremos nos sítios vibracionais dos orixás sempre os três reinos: animal, vegetal e mineral. 
Os sete sítios vibracionais principais são: mar, praia, rio, cachoeira, montanha, pedreira e mata, os quais descrevemos a seguir. 
Mar: tudo no mar é movimento. Seu incessante vai e vem é a própria pulsação da vida, com sua expansão e contração, cheia e vazante, levando tudo o que é negativo, transformando- o e devolvendo convertido em positivo. Seu próprio som expressa essa possante e magnífica transformação. 


Resultado de imagem para praia
Praia: tem praticamente a mesma composição do mar, sendo condensadora, plasmadora, fertilizante e propriciatória. Faz um potente equilíbrio elétrico, desimpregnando, descarregando excessos e promovendo o equilíbrio da energia interna do indivíduo. 


Rio: condutor, fluente, sem ser condensador, faz as energias fluírem, e também vitaliza. É muito importante numa purificação astro-física do indivíduo e na eliminação da energia interno do indivíduo. 


Resultado de imagem para cachoeira
Cachoeira: encontramos elementos coesivos das pedras (mineral) e água potencializada na queda da cachoeira, que produzem ou conduzem várias formas de energia. Como as águas fluem num só sentido, purificam, descarregam, vitalizam, equilibram e fortalecem o indivíduo como um todo (no físico-etérico) . 

Pedreira: reestrutura a forma, regenera, fixa, condensa, plasma e dá resistência mental, astral e física ao indivíduo. 




Resultado de imagem para mata
Mata: condensa prana (energia vital), restabelece a fisiologia orgânica, principalmente a psíquica, fortalece a aura, o campo astral, o eletromagnetismo, a saúde, o mediunismo, plasmando forças sutis. 




Montanha: mesmo procedimento acima, havendo predominância dos elementos eólicos. 






Fonte: Umbanda Pé no Chão, pelo Espírito Ramatis – Médium: Norberto Peixoto.

O Bem e o Mal - Segundo os Espíritos



629. Que definição se pode dar da moral?
“A moral é a regra de bem proceder, isto é, de distinguir o bem do mal. Funda-se na observância da lei de Deus. O homem procede bem quando tudo faz pelo bem de todos, porque então cumpre a lei de Deus.”

630. Como se pode distinguir o bem do mal?
“O bem é tudo o que é conforme à lei de Deus; o mal, tudo o que lhe é contrário. Assim, fazer o bem é proceder de acordo com a lei de Deus. Fazer o mal é infringi-la.”

631. Tem meios o homem de distinguir por si mesmo o que é bem do que é mal?
“Sim, quando crê em Deus e o quer saber. Deus lhe deu inteligência para distinguir um do outro.”

632. Estando sujeito ao erro, não pode o homem enganar-se na apreciação do bem e do mal e crer que pratica o bem quando em realidade pratica o mal?

“Jesus disse: vede o que queríeis que vos fizessem ou não vos fizessem. Tudo se resume nisso. Não vos enganareis.”
633. A regra do bem e do mal, que se poderia chamar de reciprocidade ou de solidariedade, é inaplicável ao proceder pessoal do homem para consigo mesmo. Achará ele, na lei natural, a regra desse proceder e um guia seguro?
“Quando comeis em excesso, verificais que isso vos faz mal. Pois bem, é Deus quem vos dá a medida daquilo de que necessitais. Quando excedeis dessa medida, sois punidos. Em tudo é assim. A lei natural traça para o homem o limite das suas necessidades. Se ele ultrapassa esse limite, é punido pelo sofrimento. Se atendesse sempre à voz que lhe diz - basta, evitaria a maior parte dos males, cuja culpa lança à Natureza.”

634. Por que está o mal na natureza das coisas? Falo do mal moral. Não podia Deus ter criado a Humanidade em melhores condições?

“Já te dissemos: os Espíritos foram criados simples e ignorantes. Deus deixa que o homem escolha o caminho. Tanto pior para ele, se toma o caminho mau: mais longa será sua peregrinação. Se não existissem montanhas, não compreenderia o homem que se pode subir e descer; se não existissem rochas, não compreenderia que há corpos duros. É preciso que o Espírito ganhe experiência; é preciso, portanto, que conheça o bem e o mau. Eis por que se une ao corpo.”

635. Das diferentes posições sociais nascem necessidades que não são idênticas para todos os homens. Não parece poder inferir-se daí que a lei natural não constitui regra uniforme?
“Essas diferentes posições são da natureza das coisas e conformes à lei do progresso. Isso não infirma a unidade da lei natural, que se aplica a tudo.”
Nota de Allan Kardec - As condições de existência do homem mudam de acordo com os tempos e os lugares, do que lhe resultam necessidades diferentes e posições sociais apropriadas a essas necessidades. Pois que está na ordem das coisas, tal diversidade é conforme à lei de Deus, lei que não deixa de ser una quanto ao seu princípio. À razão cabe distinguir as necessidades reais das factícias ou convencionais.
636. São absolutos, para todos os homens, o bem e o mal?
“A Lei de Deus é a mesma para todos; porém, o mal depende principalmente da vontade que se tenha de o praticar. O bem é sempre o bem e o mal sempre o mal, qualquer que seja a posição do homem. Diferença só há quanto ao grau da responsabilidade.”
637. Será culpado o selvagem que, cedendo ao seu instinto, se nutre de carne humana?
“Eu disse que o mal depende da vontade. Pois bem! Tanto mais culpado é o homem, quanto melhor sabe o que faz.”
Nota de Allan Kardec - As circunstâncias dão relativa gravidade ao bem e ao mal. Muitas vezes, comete o homem faltas, que, nem por serem conseqüência da posição em que a sociedade o colocou, se tornam menos repreensíveis. Mas, a sua responsabilidade é proporcionada aos meios de que ele dispõe para compreender o bem e o mal. Assim, mais culpado é, aos olhos de Deus, o homem instruído que pratica uma simples injustiça, do que o selvagem ignorante que se entrega aos seus instintos.
638. Parece, às vezes, que o mal é uma conseqüência da força das coisas. Tal, por exemplo, a necessidade em que o homem se vê, nalguns casos, de destruir, até mesmo o seu semelhante. Poder-se-á dizer que há, então, infração da lei de Deus?
“Embora necessário, o mal não deixa de ser o mal. Essa necessidade desaparece, entretanto, à medida que a alma se depura, passando de uma a outra existência. Então, mais culpado é o homem, quando o pratica, porque melhor o compreende.”
639. Não sucede freqüentemente resultar o mal, que o homem pratica, da posição em que os outros homens o colocam? Quais, nesse caso, os culpados?
“O mal recai sobre quem lhe foi o causador. Nessas condições, aquele que é levado a praticar o mal pela posição em que seus semelhantes o colocam tem menos culpa do que os que, assim procedendo, o ocasionaram. Porque, cada um será punido, não só pelo mal que haja feito, mas também pelo mal a que tenha dado lugar.”
640. Aquele que não pratica o mal, mas que se aproveita do mal praticado por outrem, é tão culpado quanto este?
“É como se o houvera praticado. Aproveitar do mal é participar dele. Talvez não fosse capaz de praticá-lo; mas, desde que, achando-o feito, dele tira partido, é que o aprova; é que o teria praticado, se pudera, ou se ousara.”
641. Será tão repreensível, quanto fazer o mal, o desejá-lo?
“Conforme. Há virtude em resistir-se voluntariamente ao mal que se deseja praticar, sobretudo quando há possibilidade de satisfazer-se a esse desejo. Se apenas não o pratica por falta de ocasião, é culpado quem o deseja.”
642. Para agradar a Deus e assegurar a sua posição futura, bastará que o homem não pratique o mal?
“Não; cumpre-lhe fazer o bem no limite de suas forças, porquanto responderá por todo mal que haja resultado de não haver praticado o bem.”
643. Haverá quem, pela sua posição, não tenha possibilidade de fazer o bem?
“Não há quem não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar. Basta que se esteja em relações com outros homens para que se tenha ocasião de fazer o bem, e não há dia da existência que não ofereça, a quem não se ache cego pelo egoísmo, oportunidade de praticá-lo. Porque, fazer o bem não consiste, para o homem, apenas em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, todas as vezes que o seu concurso venha a ser necessário.”
644. Para certos homens, o meio onde se acham colocados não representa a causa primária de muitos vícios e crimes?

“Sim, mas ainda aí há uma prova que o Espírito escolheu, quando em liberdade, levado pelo desejo de expor-se à tentação para ter o mérito da resistência.”

645. Quando o homem se acha, de certo modo, mergulhado na atmosfera do vício, o mal não se lhe torna um arrastamento quase irresistível?
“Arrastamento, sim; irresistível, não; porquanto, mesmo dentro da atmosfera do vício, com grandes virtudes às vezes deparas. São Espíritos que tiveram a força de resistir e que, ao mesmo tempo, receberam a missão de exercer boa influência sobre os seus semelhantes.”
646. Estará subordinado a determinadas condições o mérito do bem que se pratique? Por outra: Será de diferentes graus o mérito que resulta da prática do bem?
“O mérito do bem está na dificuldade em praticá-lo. Nenhum merecimento há em fazê-lo sem esforço e quando nada custe. Em melhor conta tem Deus o pobre que divide com outro o seu único pedaço de pão, do que o rico que apenas dá do que lhe sobra, disse-o Jesus, a propósito do óbolo da viúva.”
671. Que devemos pensar das chamadas guerras santas? O sentimento que impele os povos fanáticos, tendo em vista agradar a Deus, a exterminarem o mais possível os que não partilham de suas crenças, poderá equiparar-se, quanto à origem, ao sentimento que os excitava outrora a sacrificarem seus semelhantes?
“São impelidos pelos maus Espíritos e, fazendo a guerra aos seus semelhantes, contravêm à vontade de Deus, que manda ame cada um o seu irmão, como a si mesmo. Todas as religiões, ou, antes, todos os povos adoram um mesmo Deus, qualquer que seja o nome que lhe dêem. Por que então há de um fazer guerra a outro, sob o fundamento de ser a religião deste diferente da sua, ou por não ter ainda atingido o grau de progresso da dos povos cultos? Se são desculpáveis os povos de não crerem na palavra daquele que o Espírito de Deus animava e que Deus enviou, sobretudo os que não o viram e não lhe testemunharam os atos, como pretenderdes que creiam nessa palavra de paz, quando lhes ides levá-la de espada em punho? Eles têm que ser esclarecidos e devemos esforçar-nos por fazê-los conhecer a doutrina do Salvador, mediante a persuasão e com brandura, nunca a ferro e fogo. Em vossa maioria, não acreditais nas comunicações que temos com certos mortais; como quereríeis que estranhos acreditassem na vossa palavra, quando desmentis com os atos a doutrina que pregais?” 
Livro dos Espíritos - PARTE 3ª - CAPÍTULO II – Allan Kardec.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

GUERREIRA DA ESQUERDA E DA DIREITA SEMPRE DA LUZ



Lá vem ela,
como sempre formosa,
na mão uma rosa.

É uma das poucas,
que o cabelo que seu rosto moldura,
é curto sempre e sempre será.

As de sua falange, compridos o tem,
mas ela de todas é diferente,
diz usar o que lhe convém.

Não lembrando a ninguém da sensualidade,
deixando para trás a vaidade,
ser vista  como guerreira é o que quer.

Galgou cada pequeno degrau,
lutando contra si mesma,
para atender apenas da Luz as leis.

Aprendendo começou,
com o tempo numa falange se encaixou,
muito tempo ali trabalhou.

Um dia a convocaram,
uma falange chefiaria,
diretamente a Lei se reportaria.

Alguns séculos lá se foram,
ela nem notara,
tanto trabalho era.

Certo dia a Luz a chamou,
o posto a outra dar poderia,
novo trabalho merecia.

Emocionada lágrimas escorriam,
a guerreira uma luta interior travava,
então atirou-se ao solo e clamou:

“Como abandonar tantos irmãos,
subir a escada sem os levar,
Jesus me perdoe, não posso”.

Então pétalas de todas as cores,
do infinito caíram cobrindo aquele solo,
que divisa entre trevas e luz era.

E os irmãos iluminados,
falaram emocionados,
outra atitude a Luz não esperava,
trabalharás aqui e lá,
livre é teu acesso,
mas agora sem demora venha,
seus irmãos querem te abraçar,
as novas tarefas conhecerás,
e então as assumirá,
e aqui e lá teu trabalho se estenderá.


Irmãos já se passaram um quarto de século,
ela continua se desdobrando, aqui e lá, lá e
aqui,
cada vez mais formosa fica, paz traz sua
presença, que tudo vai ficar bem certeza.


Eu humildemente a saúdo, em nome de
Jesus de Nazareno, em nome de Oxalá, em
nome de DEUS.

Ah quem é ela? Bem é uma Pomba Gira
na Umbanda que se tornou também uma Socorrista e Doutrinadora na Luz.


Eu vos digo meus irmãos existem mais
alguns guardiões que como ela trabalham
dos dois lados, continuam sendo guardiões
nas Trevas mas têm livre acesso e trabalham muito na luz.


Relatei a vocês para que meditem, meditem
e meditem e não abram a boca para falar que
exu e pombo-gira da Umbanda não tem luz,
não são evoluídos, meditem apenas isso.
Na próxima oportunidade falaremos sobre o
que o médium quer e o que realmente
o seu
guia da esquerda e direita quer.


Que Oxalá os abençoe,


ditado por Gira Mundo
psicografado por Luconi
em 20-08-2015

         VICIO DOENÇA QUE TEM CURA



Nos prados verdejantes de minha terra natal, relembro momentos
únicos de minha vida
terrena, os mais corriqueiros e os que nem
mais lembrava  foram os mais importantes.

Ah! Liberdade era o que queria, então era vaqueiro, vaqueiro de
mão cheia.
Galopar pelos prados, dormir tendo as
estrelas como cobertor, banhar-me no riacho,
vida melhor não havia.

Sempre fui de boa paz, e a Nosso Senhor
servia, pedras no caminho tentava
contornar, fazer amigos era para mim
natural, sempre gostei de gente. Se estavam
com problemas tentava ajudar, se fora do
meu alcance, procurava consolar, meus
ombros e meus braços jamais neguei.

Não fui santo, acertei, errei, os erros
percebendo tentava corrigir, alguns erros
não dá para serem corrigidos, mas perdão a
Deus eu pedia.


Assim vivi, até que um dia parti, deparei-me
então com amigos espirituais, que muito atenciosos me levaram
para um pronto socorro
na crosta terrestre, e eu fiquei muito bem,
até que um dia me falaram que era uma pena
meu perispírito estar tão pesado, senão eu
teria podido me recuperar em uma colônia espiritual, pois havia
feito algum bem ao
meu semelhante. Eles falaram em peso,
e eu
com isto encafifei, afinal o que fiz para ficar
tão pesado, quem sabe algum mal que não
me dei conta.


Não meus amigos, eu estava pesado por causa
do vicio do tabaco, precisava me limpar,
desta energia pesada e negativa que se
infiltrara não só no meu corpo físico, como também, no meu
perispírito, principalmente
no meu mental. É passei quase ano para me limpar, um longo
tratamento, os irmãos da
colônia a qual eu pertencia vinham me visitar,
mas eu lá não conseguia chegar.


É minha gente,  se não tivesse morto o arrependimento me mataria,
assim que comecei a melhorar, jurei a mim mesmo que mesmo
morando na colônia eu iria trabalhar ali, auxiliando
encarnados e desencarnados que
se enredaram nas malhas do vício.


Vício é vício, não existe pior ou menos pior,
todo vício acarreta sempre malefícios para o corpo carnal
e para o espiritual, sem contar
com as centenas de pobres irmãos que se
recusam a se tratar e na sua cegueira
espiritual procuram encarnados que
compartilham do mesmo vício para deles
sugar o que lhes satisfaz.


Sim meus queridos é um quadro muito triste
e eu estou engajado nas falanges que
socorrem estes irmãos, por isto deixo aqui
esta mensagem, para que meditem,
e se for vítima de qualquer vício, então humildemente peça ao Pai
que lhe dê forças
para superar, peça sempre porque haverá os momentos de
derrapada, mas não devem se envergonhar, faz parte de todo
aquele
que se colocou em terreno lodoso como é o do vício.


Procure assistência espiritual e psicológica,
reaja contra e não se vença pelo orgulho,
grite , a Jesus ¨ SOU FRACO, ME AJUDE”,
 esteja certo que o socorro virá, tua fraqueza
será tua fortaleza , a cura virá e com certeza
o teu exemplo ajudará a muitos e você os abraçará.

Então verás como os ensolarados prados verdejantes farão parte
de tua vida, você será
um semeador.



ditado por Josué
psicografado por Luconi

03-02-2016