segunda-feira, 20 de junho de 2016

OS ANIMAIS TEM MEDIUNIDADE?clique aqui



Para o espiritismo, alguns animais têm o que pode ser considerado como mediunidade, já que conseguem pressentir algo no ar e geralmente estão certos. Além disso, atuam como antenas que captam a energia negativa das pessoas que não desejam o bem para seus donos. Os animais domésticos conseguem ver espíritos e até se comunicam com eles, pois têm uma visão mais penetrante que lhes permite distinguir os sinais que os espíritos fazem. Sua alma é muito parecida com a alma humana, porém é inferior. Entre a alma dos animais e a do homem existe tanta distância quanto há entre a alma do homem e Deus. De acordo com Kardec, o codificador espírita, o homem é muito parecido com os animais, porém estes agem por instinto e também por inteligência, só que limitada. Não há como negar que alguns deles parecem ter atos combinados que expressam uma vontade de agir mediunicamente num sentido determinado e de acordo com as circunstâncias. Há uma espécie de inteligência e certa educação. Também têm uma linguagem; não uma linguagem formada de palavras e de sílabas, mas de um meio de se comunicarem e expressar as suas sensações. Após a morte de um animal, sua individualidade é conservada no mundo espiritual ou universo superior (céu) e segue uma lei progressiva assim como a dos homens. Neste céu, ou mundo superior, onde os espíritos dos seres humanos são mais avançados, os animais também o são, tendo meios de comunicação mais desenvolvidos. Essa idéia é compartilhada por outras religiões: "os animais de estimação vão para o céu e isto depende de como o animal se comportou aqui na Terra, onde suas atitudes determinam sua bênção divina", disse o rabino Gershon Winckler. A especialista em vida animal Mary Buddemeyer Poter acredita que "todos os animais vão para o céu, já que são seres inocentes e livres do pecado". "Não importa como agiram na Terra, eles vão para o paraíso", disse um professor de Teologia da Universidade de Nottingham, na Inglaterra. Segundo Brian Mc Sweenewy, vice-chanceler da arquidiocese de Nova York (EUA), "eles vão para o céu devido a ligação que seus donos têm com os mesmos, já que o céu foi criado para os humanos". Há inúmeras identificações e correspondências entre os homens e os animais, arquétipos que representam as camadas mais profundas do inconsciente e do instinto. Contudo, apesar de considerados seres irracionais, a maioria deles vivencia a fraternidade, convivendo harmoniosamente com os seres humanos. Com os seus corpos, expressam emoções e o instinto da preservação da espécie que é notado em praticamente todos eles. Os animais aparecem em diversas religiões como guardiões dos templos. No Egito, a zoolatria era levada a sério. Um egípcio era capaz de deixar sua casa ser queimada por um incêndio pelo dever em socorrer seu gato. Várias múmias de gatos foram encontradas nos sepulcros egípcios. Para Shiva (divindade indiana) toda a forma de vida é sagrada e não existem diferenças entre os homens e animais. É importante lembrar que a diferença dos animais e homens é o principio inteligente, o poder de distinguir entre o bem e o mal, e a responsabilidade de seus atos. O homem é de fato, um ser à parte, uma vez que tem faculdades que o diferem de todos os outros por ter sua destinação. Especial para Terra Monica Buonfiglio .
No processo evolutivo, os animais, pouco a pouco, vão se modificando. A princípio possuem uma "alma-grupo" que, no evoluir das espécies, vai se individualizando. Aprendemos na escola, que a escalada evolutiva segue a seguinte ordem: peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Fazendo uma análise e comparando cada qual, notamos que a espécie mais evoluída é a dos mamíferos. Poderemos nos perguntar: nós também não somos mamíferos? Sim, realmente somos, mas pertencemos ao grupo hominal. E o que nos diferencia das demais espécies? Nós já temos a faculdade da razão e uma inteligência já desenvolvida. Sobre nós impera a Lei do Livre Arbítrio e a Lei da Ação e Reação. Os animais possuem uma inteligência fragmentária, possuem sentimentos, mas sobre eles impera o instinto. E qual o papel deles junto a nós? Através das leituras, vamos adquirindo a consciência de que eles, como nós, estão passando por um processo evolutivo. Nós, buscando o aperfeiçoamento moral e espiritual, para um dia atingirmos as alturas angélicas; eles, evoluindo nas diversas espécies, para um dia reencarnarem no reino hominal. Em algumas literaturas é colocado que: "Nossa responsabilidade para com eles é a mesma do Plano Espiritual Maior para conosco". Então, estas pequenas criaturas que conosco comungam a jornada terrena e nos auxiliam, muitas vezes sendo sacrificadas em benefício da ciência para o bem da humanidade, merecem de nós respeito, compreensão, amor e auxílio em sua evolução. Devemos, pela responsabilidade a nós colocada, dar o melhor de nós a estes irmãos menores, pois este "melhor" estará guardado intuitivamente em seus corações e, quando passarem para o reino hominal, já terão dentro de si o amor. Poderão, então, ser pessoas melhores, evoluindo mais rapidamente pelos caminhos do bem e do amor. Já dizia Leonardo Da Vinci: "O dia em que o homem conhecer o íntimo dos animais, todo crime realizado contra um animal, será um crime contra a humanidade". Portal do Espiritoclique aqui
MITOS E REALIDADES  PERTINENTES A OBSESSÃO



· Mito: Minha banda cuida de mim. Realidade: é claro que a “sua banda” cuida de você. Mas e você “cuida” da sua língua? Você cuida da sua vida? Você cuida para que seja um bom instrumento de atuação do Astral Superior, ou se enche de vaidade por ser aparelho de tal ou qual guia? Senhor(a) Médium, a vaidade é porta escancarada para a entrada de espíritos trevosos que visam nos desviar do caminho. Toda atenção é pouca. · Mito: Eu faço caridade, participo das sessões, portanto estou livre disso. Realidade: participar das sessões, dar passagem para as entidades, guias e protetores nunca foi “fazer caridade”, mas sim oportunidade de aprendizado e crescimento, pois que o maior beneficiado é o próprio médium. Já tive o desprazer de ouvir médium dizendo que está doando o tempo dele, emprestando o corpo dele para o guia fazer caridade. Quanta vaidade, empáfia e estupidez! Francamente! Ainda bem que estou encarnada e sei que muito tenho que aprender ainda, pois se sou guia de trabalho desse médium mandava ele as favas! Será que ele não vê nunca, não aprende nunca e não sente nunca? Será que está realmente com “guia na cabeça”? Sinceramente acho que não, pois a bêncão que recebemos ao entrar em contato com nossos guias e protetores é insubstituível e se renova a cada gira. Esse médium não merece isso, mas principalmente o guia não merece um médium assim! · Mito: Se eu estou sofrendo ataque de obsessor é por culpa do terreiro, as defesas da Casa estão fracas. Realidade: Isso é passar atestado  de incompetência para as suas próprias entidades que fazem parte da egrégora protetora da Casa em que atua como médium. Nós médiuns é que ficamos fracos ao ceder às nossas mazelas, ao ceder a nossa indolência. Fácil isso, não? Culpar o outro por uma fraqueza que é exclusivamente sua! Os protetores e guias estão constantemente nos guardando e protegendo, mas a intensidade dessa energia protetora está diretamente ligada a nossa capacidade de nos mantermos vibracionalmente compatíveis à sua atuação. · Mito: Faço todos os preceitos direitinho. Em mim nada pega. Realidade: Olha a “onipotência mediúnica”. Médium que pensa assim, geralmente também não vê “nada demais” em atender em sua própria residência. Acha que meia dúzia de orações, pontos cantados e velas resolvem “qualquer parada”. Ledo engano. Isso é vaidade,pura vaidade! · Mito: O meu terreiro é forte, resolve qualquer parada. Realidade: Olha a vaidade novamente! Fácil também jogar para o terreiro e geralmente para o dirigente a responsabilidade total, não? Além do mais não é função de terreiro nenhum “resolver qualquer parada”. A força de um terreiro reside principalmente na qualidade dos médiuns que pertencem ao corpo mediúnico. Isso explica o fato de muitos médiuns quererem fazer parte de um determinado terreiro,entrarem, mas não conseguirem continuar nele. “Muitos são os chamados, mas poucos são os escolhidos”. Terreiro bom não é terreiro cheio de médiuns. Terreiro bom é terreiro que tenha bons médiuns, ou seja, médiuns compromissados verdadeiramente com o bem, com a caridade e que buscam constantemente ser um bom canal de comunicação com a espiritualidade superior. do livro: Umbanda,Mitos e Realidade
FALAM TANTAS COISAS...



Falam em tantas Umbandas: branca, esotérica, popular, traçada, de nação, omolokô, umbandomblé, candomblé de caboclo, evangelizada, kardequizada, iniciática e outras mais. O que é Umbanda então? Se são tantas, porque cada qual teima em dizer que somente a sua, aquela que ele pratica, é a verdadeira? Origens, respondem todos em unísono! Esta seria a solução para os problemas! E qual a origem da Umbanda verdadeira? Lá vamos nós novamente viajar por inúmeras teses. Negros Africanos, Sumérios, Atlântida, Astros, Planetas Diversos, Seres Extraterrenos, Anjos Celestiais, etc... Mas será que isso tudo é importante? Por que temos que precisar ou determinar qual das Umbandas é a mais ou a unicamente correta? Quem sabe não são mesmo várias Umbandas, totalmente diferentes umas das outras. Ou, ainda por outro lado quem sabe, ela é somente uma mesmo, apenas com várias ramificações! E porque seria assim? Afinal de contas todas as demais religiões não são únicas? Serão mesmo? Vejamos: a Igreja Católica divide-se em um sem número de ramificações, das tradicionais às mais atuais. Tem a Apostólica Romana, Apostólica Brasileira, Carismáticos, Ortodoxos e outras. E todos se denominam como? Católicos! Nada mais! Se as conversas convergem para fundamentos religiosos, aí sim quando sabem, denominam-se especificadamente. E os Evangélicos? Se autodenominam Cristãos! Antes eram Crentes, agora não gostam mais dessa denominação, afinal de contas, os praticantes das demais religiões também o seriam, já que todos os que crêem em Deus, Crentes como eles seriam. Mesmo que seja aplicada de igual forma em relação a Cristãos o entendimento sobre outras religiões, parece esta denominação genérica a que mais os diferenciam das demais. Mas e entre eles próprios, existem diferenças entre as denominações? Sim e não são poucas. Batista, Adventista, Assembléia de Deus, Testemunha de Jeová e outras mais novas. E nós, os Umbandistas, e porque não dizer Espíritas, não podemos ter também várias denominações ou entendimentos? Opa! Espere um pouco! Umbandistas ou Espíritas? Lá vamos ter outra briga séria com alguns de nossos irmãos Kardecistas. Afinal de contas,de acordo com alguns deles, somente são espíritas os que seguem a doutrina espírita desenvolvida por Allan Kardec. Mas qual a definição de Espírita? De acordo com o próprio Allan Kardec, que no livro dos médiuns, assim define Espírita. "Espírita, é aquele que crê no espírito e nas suas manifestações". Assim todo aquele que acredita nesta máxima, do ponto de vista do próprio Kardec, então será espírita. Devemos apenas nos preocupar em sermos bons espíritas. Coisa que, infelizmente muitos irmãos, sejam Umbandistas,Kardecistas ou outros, ainda não se preocupam como deveriam. Mas voltemos aos nossos próprios problemas. Já temos bastantes deles entre nós para que nos preocupemos com outros externos! O que é mais importante numa religião? De onde ela vem ou para onde ela vai? Que interessa o berço em relação ao trabalho futuro. Será mais importante a caridade do irmão de poucas posses do que a oração do mais abandonado? Se formos olhar bem a fundo cada uma das diversificações de nomes ou qualificações das diversas Umbandas, veremos que em todas elas manifestam-se entidades espirituais semelhantes, tais como os Caboclos, Pretos-Velhos, Exus, Crianças e Orixás. Uma religião que prima pela Caridade, Humildade e Amor, não poderia se dividir tanto entre seus filhos. Discutem se o Caboclo pode ou não pode usar cocar, se o Preto-Velho pode ou não pode usar chapéu, se Exu é guardião ou apenas mensageiro e deixa-se muitas vezes de perceber e até mesmo de cobrarem a si próprios se a caridade que estão praticando ou intermediando é real. Será que chegar ao centro já olhando que horas são, pois o médium tem um compromisso inadiável mais tarde, permitirá ao Caboclo praticar uma boa caridade utilizando aquela matéria tão apressada? Será que a humildade do Preto-velho terá capacidade de influenciar uma pessoa acometida de mau momento ou dor física, a ter calma ou perdoar a quem a tenha,ofendido, vibrando numa cabeça que o encara não como um escravo simples, que pela dor alcançou a luz, mas sim como um majestoso soberano que não poderia imaginar como tamanha fraqueza de pensamentos pode assolar estas ínfimas criaturas. E ainda sobre o Caboclo, o qual na concepção daquele médium não é índio, mas médico ou um antigo rei de uma civilização ainda desconhecida, poderá atuar sobre quem o considera apenas um índio forte e garboso? E Exu? Ele que em algumas casas mais sofisticadas é Guardião, entidade de alta luz que tem trânsito livre entre todos os ambientes vibracionais, liberando ou aprisionando almas ainda em decomposição moral, e que nas casas mais populares é apenas um enviado de entidades, ou mesmo um serviçal incumbido de levar e trazer as cascas grosseiras dos restos dos trabalhos espirituais,descarregando-os nos lodaçais espirituais no baixo astral de onde ele pode até sair, mas não poderá ir tão alto, para que as luzes espirituais dos ambientes muito elevados não o ceguem. E se saísse, o que faria? Sua fraqueza espiritual não o permitiria enxergar mesmo os seres iluminados de outras diretrizes. Será mesmo que as entidades se preocupam com estas diferenciações? Não! As entidades espirituais são seres de luz, são apesar de ainda imperfeitos na evolução espiritual, conhecedores da visão mais iluminada da caridade. Eles não se preocupam com as roupas que a eles queremos impor. Para eles o que importa é o amor, a união, a elevação. Irmãos! Que divisão nada! A Umbanda é única! Ela é perfeita! Tão perfeita que se adapta a tantas interpretações, tão linda e majestosa, que aos olhos de cada um mostra a luz da maneira que possa ser percebida. E suas origens são mesmo polêmicas, mas não traduzem os maiores ideais da religião: Caridade, Humildade e Amor. Que se busquem historicamente as origens, mas não contaminemos nossa prática religiosa com nossas próprias imperfeições, com nossos próprios preconceitos, com nossos próprios interesses pessoais. Ao invés de subdesenvolvido, que tal tradicional? Ao invés de cultos exagerados, que tal criteriosos? Ao invés de discussão, que tal aceitação? Não seremos menor se Africanistas, ou maior se Iniciáticos! Mais capazes, se optarmos por fundamentos de nação ou menos capazes, se seguirmos os ensinamentos à luz Kardequiana! Seremos sim maiores ou menores, se levarmos em consideração a caridade que conseguirmos praticar! Muitos se mostram prontos para uma verdadeira luta na intenção de resgatar a verdadeira Umbanda, outros pretendem livrá-la de influências negativas de outras religiões. Vamos fazer mais que isso! Vamos praticar a nossa Umbanda, aquela que nos toca ao coração com sentimentos de amor e caridade. Vamos mostrar esse amor a todos os nossos irmãos. E aí quem sabe, teremos uma Umbanda única e verdadeiros Umbandistas.ideias para ganhar dinheiro
EXCESSO DE ÁLCOOL - DE QUEM É A CULPA ?



Dirigir uma gira de Umbanda não é tarefa fácil. A sensibilidade humana extrapola muitas vezes o bom senso e a habilidade dos dirigentes. Até os dotados com essas virtudes cometem erros, às vezes com efeitos bombásticos nos médiuns, mesmo os já desenvolvidos. Servir bebida alcoólica à entidade requer uma série de conhecimentos para evitar que os médiuns sofram conseqüências desastrosas, principalmente ficar embriagado, o que quando acontece, muitas vezes liquida a confiança de um médium. E por que isso acontece? Vamos esmiuçar as situações que se criam para entendermos bem. O álcool nos trabalhos de Umbanda, entre outras funções de magia, serve para embriagar o médium. Em tal estado, acontece o deslocamento de seu espírito, facilitando a incorporação da entidade. Isso dentro de um trabalho organizado é inteiramente confiável, mas, em trabalhos sem segurança e desorganizados pode gerar a penetração de entidades atrasadas ou viciadas no alcoolismo. Esse é um dos motivos que o médium não deve beber fora dos trabalhos. Considerando a garantia da proteção do trabalho, o médium fica embriagado, mas dominado pela entidade. Antes de desincorporar, a entidade tira todo o efeito do álcool, deixando o médium com o liquido ingerido mas sem o seu efeito, ou seja, termina a embriaguez do médium. Isso pode não acontecer se o médium, durante a incorporação, levar um choque por um motivo qualquer, como por exemplo, alguém da hierarquia brigar com o espírito ou mandá-lo, repentinamente, desincorporar. Isso pode impressionar o médium, pois não devemos esquecer que o normal é que os médiuns sejam conscientes. Quando esses enganos acontecem, o médium pode ficar totalmente embriagado. Se isso ocorrer, jamais os dirigentes ou companheiros da casa devem criticá-lo, ao contrário, em casa que existe irmandade e direção segura, o médium receberá todo o apoio pelo eventual erro. Pelas análises, podemos constatar: nem sempre a embriaguez de um médium é ocasionada por erro seu, ao contrário, quase sempre provocado pela falta de atenção da hierarquia, que inclusive deve recomendar aos cambones que cuidem do excesso de bebida usada pela entidade. Deve-se ter muito cuidado ao determinar o afastamento do espírito quando ele ingeriu bebida alcoólica, devendo ter ao menos um tratamento gentil, que toda entidade e mesmo os médiuns merecem. Como norma deve-se orientar os médiuns que um espírito de luz não bebe por prazer. O Exu Tranca Ruas das Almas sempre diz: ·se eu quisesse beber não vinha fazer isso em terreiro de Umbanda, iria buscar os alcoólatras nos bares, como fazem os obsessores comuns·. QUANTO MAIS O MÉDIUM FOR EXPERIENTE MENOS PRECISA INGERIR ÁLCOOL!franquias
ESTADO DE ESPIRITOsite para medico



A felicidade é um estado de espírito. Quando você está bem consigo mesmo, o mundo pode estar desabando ao seu lado, que nada te atinge. Se você quer encontrar a felicidade, olhe dentro de você, descubra o que te faz bem, e o que te incomoda. Faça uma limpeza interior, jogue fora os sentimentos que te machucam e que te deixam inquieto. Permaneça em silêncio pelo período de tempo que achar necessário. Mantenha sua mente limpa e aberta para receber as bênçãos que lhe serão dadas. Quando seu coração sentir que é hora de retornar a casa, você abrirá seus olhos lentamente, e sentirá em cada célula do seu corpo, uma sensação de paz interior. Começará a ver os acontecimentos e as pessoas de uma maneira diferente. Principalmente, você se verá de um modo diferente, chegará a conclusão que as coisas e as pessoas não mudaram, mas sim, a maneira como você as vê hoje.site para medico
DEDIQUEM-SE MAIS AO AUTO-CONHECIMENTO



Lá nos planos sutis, aonde vocês muitas vezes vão quando dormem, mas ao acordarem não se lembram, existe uma grande família espiritual a lhes esperar, velar e torcer por vocês. Quebrem a barreira vibracional com sentimentos e pensamentos elevados, levando seus corações até eles. Mate a saudade espiritual que existe dentro do seu peito. Deixe a intuição fluir. Os guias espirituais não são mestres intocáveis que vocês devem reverenciar, mas sim, são amigos de jornadas. Conheça – os, converse com eles, trabalhem juntos, mas sorriam e brinquem juntos também. Eles estão te esperando. Mediunidade é coisa importante e séria, mas não diviniza nem inferioriza ninguém. Vocês sabem disso. Tem gente que pensa que ser grande médium é praticar fenômenos para “incrédulo vê”. Outros pensam que é se vestir todo com uma fantasia, “virar os olhos” e “rebolar” bastante. Não! Mediunidade é você trabalhar em conjunto com os amigos do lado de cá para o bem de todos, apenas isso. Vocês complicam muito as coisas. Na verdade tudo é muito simples. Pense na manifestação das criancinhas durante um processo mediúnico. Existe algo mais simples e belo do que isso? Parem de julgar a manifestação mediúnica ou a experiência do outro. Você pode até não concordar, mas caso para ele faça sentido, deixe. É dele! Isso lembra muito a postura daquele que não consegue fazer melhor e por isso mesmo vive a criticar e apontar o defeito dos outros. As experiências espirituais muitas vezes são de foro íntimo, cada um busca a sua. E cada um fique feliz com a sua! Aprendam também que a dedicação e o estudo ajudam muito. Mas o que realmente conta é o seu dia a dia, como pessoa comum, passando pelo crivo do grande mestre que é a vida. Não adianta nada estudar muito e praticar pouco. Fazer caridade é muito bom! Mas esclarecer as pessoas é melhor ainda. Tem gente que acha que doando uma cesta básica de Natal ao desencarnar será “salvo”. Outros ainda se acham muito especiais e caridosos, verdadeiros missionários. Não caiam nessa bobagem. Caso não fossem vocês, seriam outros! Aproveitem a chance que Oxalá deu, pois ao auxiliar os outros vocês ajudam a si próprios. Mas também não apenas dê o peixe, ensine as pessoas a pescarem. “Caridade de consolação” ergue a pessoa, mas depois que ela já está de pé, está na hora de ensiná–la a andar, com a “caridade de esclarecimento”. Pensem nisso! Caridade faça sempre que surgir a oportunidade de auxiliar o irmão. Esclarecimento leve a todos os lugares, fazendo a sua aura brilhar e contagiando as pessoas com alegria e vontade de viver. Trabalho em grupo é coisa séria, não é reunião social. Os guias escutam os seus pensamentos e não estão nada interessados em suas preferências físicas, nem em suas “paqueras” dentro do grupo. Tão pouco são cúmplices das fofocas, guerras de vaidade e ciúme que existem dentro do mesmo. Um trabalho espiritual em grupo é uma benção e oportunidade única de evolução, tanto de encarnados como desencarnados. Aproveitem bem! Existe um montão de mestres esperando por vocês desse lado, mas muitas vezes eles não conseguem lhes amparar, afinal vocês não param de pensar na “vizinha”, ou como a vida é difícil e injusta… Os Orixás, os Mestres, os Anjos, os Devas, todos Eles amam a humanidade. Caso queiram fazer um ritual a algum Deles ótimo. Mas lembrem – se sempre. Vela acesa tem muito valor, se o coração estiver aceso antes. Caso contrário, não! A energia de uma erva é poderosa e realmente cura, mas antes suas próprias energias e o respeito com a vida vegetal devem ser grandes, caso contrário, desperdiço de tempo. Qualquer ritual de magia para o bem é lindo e bem quisto pela espiritualidade. Mas não se perca no meio de muitos rituais e elementos. O grande mestre da magia é o coração, e a grande força motriz é a sua mente. Lembrem – se disso. Não sejam espiritualistas pela metade. Durante o dia vocês ficam pensando em espiritualidade, mas ao dormir, que é a grande hora onde o espírito se liberta do corpo físico, você não pensa em nada, fica com preguiça e logo sua mente é invadida por um monte de coisas, adormecendo na mais perfeita desordem. No mínimo ore ao deitar – se. Agradeça ao dia, coloque – se a disposição de aprendizado, aproveite as horas de sono. Elas são chaves de aceso ao crescimento espiritual. Meditem nisso. Eu sou um preto – velho*. Pouco importa minha forma ou meu nome. O que importa é que eu sou luz, como vocês e todos nós, filhos da Grande Luz. O sol de Oxalá* brilha em meu coração, no seu e em toda humanidade. Você ainda tem preconceito em relação a raças? A culturas diferentes? Religião? E julga – se espiritualistas? Ora amigo, deixe disso! Lembre – se: todos viemos da mesma fôrma. A fôrma de Oxalá. Eu tenho apenas uma palavra para descrever o preconceito: burrice! Burrice também são as paredes e preconceitos religiosos. Todos os mestres da humanidade pregaram o desprendimento, mas o que os seus seguidores mais fazem é ter o sentimento de posse em relação a Eles. E lá se vão guerras, ofensas e desarmonia entre uma religião e outra. E lá se vão discussões infindáveis entre doutrinas diferentes. Todos os caminhos levam a Deus, mas que você sempre acha que seu caminho é melhor do que dos outros você acha, não é mesmo? Faz um favor a humanidade: Vai voando nas asas do universalismo ecumênico! E para com essas bobagens… Do lado de cá nós adoramos música. Ela rejuvenesce a alma, acorda o coração e desperta a intuição. Aproveitem as músicas de qualidade. Elas são ótimas e verdadeiro brilho e alimento para vossos espíritos. Também escute a música que Os Orixás cantam secretamente dentro do coração de cada um. É a música da Criação, ela está em todos, mas só pode ser escutada quando a mente silencia e coração brilha. Pense nisso! Pense também na natureza. Coloque uma música suave. Direcione – se mentalmente a um desses sítios sagrados, verdadeiros altares vivos do amor de Olorum. Pensa na força curativa das matas, na força amorosa e pacificadora das cachoeiras, da limpeza energética que o mar traz ao espírito. Medita neles. Isso traz sintonia, reciclagem energética e boa disposição. Faça isso por você e fique bem! Por fim, dediquem – se mais ao autoconhecimento. Ele é super importante. E um dia, mesmo que isso demore milênios, vocês se conhecerão tanto que realmente descobrirão sua natureza divina. Nesse dia, as cortinas da ilusão se abrirão e você verá o universo a sua frente. Não existirá mais Orun* nem Ayê*. Nem eu nem você. Apenas Ele…Pai e Mãe Olorum dentro de nós mesmos! Um Grande abraço Pai Antônio de Aruanda e Fernando Sepe, escrito por duas mentes em um só coração)melhores franquias baratas

quinta-feira, 16 de junho de 2016



Está dentro de um terreiro vai muito além do que simplesmente vestir o branco... Você tem que estar preparado para deixar o orgulho de lado e toda sua vaidade, pisar descalço ao solo sagrado, pedir a benção aos mais velhos e aos mais novos, estar lá dentro pela sua fé e não pelas pessoas que estão lá dentro,ou ao contrário querer abandonar aquele lugarzinho simples que te acolheu com tanto amor simplesmente pq parou de olhar para frente e começou a olhar ao redor e os erros que seus irmãos têm, não se esqueça você também erra!

Por fim finalizo dizendo, se não está preparado para ser um soldado, então não vista o branco.
O UMBANDISTA VERDADEIRO E O UMBANDISTA DE FIM DE SEMANA



Dentro dos milhões de terreiros espalhados por esse país e pelo mundo, podemos encontrar casas cheias de “médiuns”, todos, ou quase todos, presentes no dia de sessão, afim de cumprir, por mais uma vez sua missão. Entretanto, podemos identificar facilmente dois grandes grupos de Umbandistas: O Umbandista Verdadeiro e O Umbandista de fim de semana. Apesar de ser impossível verificar apenas na aparência em qual grupo determinado médium se encontra, as atitudes, os pensamentos, a preparação do adepto deixa claro sua classificação. Essa classificação deve ser feita intimamente por cada um que se diz “Umbandista”, colocando em uma balança seus atos. Mas, genericamente, podemos defini-los dessa forma: -O UMBANDISTA VERDADEIRO, não deixa de ser umbandista quando os atabaques do terreiro silenciam. Ele continua vivenciando sua religião mesmo fora do templo sagrado. Pois sabe que é aqui fora que se deve por em prática todos os ensinamentos dados pelos guias na sessão. -O UMBANDISTA DE FIM DE SEMANA, além de reclamar da duração do trabalho, pois é cansativo ficar em pé algumas horas a cada semana, ou a cada quinze dias, deixa de ser umbandista com o término dos trabalhos. Não vê a hora de ir embora e voltar para sua rotina habitual. Quando indagado sobre sua religião, tem vergonha, esconde, mente ser de outra, e não faz questão nenhuma de por em prática aquilo que aprendeu. -O UMBANDISTA VERDADEIRO é aquele que se orgulha de sua religião, não teme assumi-la publicamente, ou ajudar aquele que precisa. É aquele médium interessado, que sempre busca aprender mais, questionar mais, buscando compreender melhor como funciona sua religião e a espiritualidade. -O UMBANDISTA VERDADEIRO tem amor à sua casa religiosa, pois entende que é nesse solo sagrado que seus Orixás e seus guias se manifestam, além de ser uma escola onde desenvolve sua mediunidade e aperfeiçoa sua moral. Busca auxiliá-la em tudo que precisa, tem zelo, tem capricho. -O UMBANDISTA DE FIM DE SEMANA lembra-se de seu terreiro apenas nos dias de sessões, e não se preocupa se tudo está em ordem, ou se a casa encontra-se em bom estado, pois, apenas quer “ficar” aquelas horas ali e ir embora. -O UMBANDISTA VERDADEIRO conta os dias para que chegue a próxima sessão. Programa sua vida incluindo os dias de trabalho, para que nenhum evento ocorra nesse dia, pois, trata-se de um dia sagrado. E quando chega o dia, o Umbandista verdadeiro desde o momento em que acorda, já está em sintonia com o astral superior, evitando o consumo de bebidas alcoólicas e fumo e fazendo seu banho de descarga, pois sabe que os irmãos espirituais já estão agindo em seu templo e em sua matéria. Precisa estar bem, para socorrer aqueles que lá estarão precisando de auxílio. -O UMBANDISTA DE FIM DE SEMANA quando nota que naquele fim de semana terá sessão, já faz cara feia e pensa “não acredito, isso de novo! Nem deu para descansar”. Qualquer motivo é motivo para não ir ao terreiro. Se o tempo está frio, chuvoso ou muito quente, não vai. Se “não está afim” arruma qualquer desculpa e não vai. Se espirrar, se pegar uma gripe ou resfriado leve, também não vai. E esquece-se, que muitos irmãos doentes procuram nossas casas em busca de alívio para seus males. Qual seria a lógica de um filho de fé não ir, se seria essa a oportunidade de encontrar sua cura? O Umbandista de fim de semana no dia de sessão age como se fosse mais um dia comum. Cultiva vícios, más palavras, más atitudes e intrigas. Não tem noção de que a espiritualidade já está agindo e que seu comportamento prejudica seriamente seu desenvolvimento. O UMBANDISTA VERDADEIRO realmente acredita naquilo que professa. Sabe que a espiritualidade está em todos os lugares e tudo que faz, faz com fé e amor, pois tem a certeza que os espíritos estão ali e irão, de alguma forma, auxiliá-lo, mesmo não sendo da maneira que ele esperava. Não se desespera com as provações, com os contratempos, com as peripécias da vida, pois sabe que é nos momentos difíceis que realmente somos lapidados. O UMBANDISTA DE FIM DE SEMANA duvida do que professa. Não tem certeza das manifestações. É aquele que acredita que sendo Umbandista, nunca mais terá problema de saúde, que nunca mais terá problemas financeiros. Quando tais problemas aparecem, revolta-se e mais uma vez põe em dúvida sua religião. É aquele que acredita serem as entidades verdadeiros “gênios da lâmpada”, que tudo que ele pedir e quiser, elas terão que dar. Acredita que não haverá mais contratempo e que não passará por provações, pois as “entidades não vão deixar ele sofrer”. E você meu irmão de fé? Em qual grupo de Umbandista está? Se está na dos Umbandistas Verdadeiros, parabéns, continua buscando o aperfeiçoamento de sua fé e cumprindo sua missão. Mas, se você está no grupo dos Umbandistas de fim de semana, é sinal que algo em sua vida está errado. Ainda é tempo de mudar! Aproveite essa oportunidade, pois o Reino de Oxalá é grandioso e iluminado, mas temos que merecer estar lá. Todos podem lá chegar, desde que façam sua “reforma íntima”, mudando a maneira de agir e de pensar, confiando mais naquilo que professa, cultivando as coisas positivas, buscando a elevação e entendendo que a Umbanda é a oportunidade que Deus nos deu para corrigir nossos defeitos, livrar-nos de nossos vícios e alcançar o progresso espiritual. Ainda há tempo! Avante filhos de fé! Gregório Brandão
O VERDADEIRO TAREFEIRO DE UMBANDA



O verdadeiro tarefeiro de Umbanda renasce ao encontrar a sua Casa e ao encontrá-la assume um compromisso com o Astral Superior de progresso para ambas as partes, pois se a Casa cresce é sinal que o tarefeiro compreendeu o convite da Umbanda... Liberdade do "eu interior" que assumiu sua real identificação! Muitas pessoas buscam os templos, terreiros ou tendas de Umbanda nos momentos que aparecem as dificuldades no caminho de cada uma delas. Dentro desse grupo vamos encontrar alguns irmãos que da posição de assistentes passarão para a de trabalhadores. Mas o que vem a ser um verdadeiro tarefeiro de Umbanda? O verdadeiro tarefeiro de Umbanda é aquele que dentro de si já carrega o branco da Bandeira de Pai Oxalá muito antes de vestir-se com a indumentária inerente a sua apresentação exterior! O verdadeiro tarefeiro de Umbanda é aquele que não se envergonha da Religião abraçada e nem se esconde quando lhe perguntam: Qual a sua Religião? O verdadeiro tarefeiro de Umbanda é aquele que muitas vezes será o primeiro a chegar ao terreiro e o último a sair após o encerramento de uma sessão! O verdadeiro tarefeiro de Umbanda é aquele que se doa na prática da caridade a fim de beneficiar ao próximo sem contar os minutos despendidos no atendimento, nem tampouco, a quantidade de vezes que atendeu ao mesmo consulente. Há pessoas que necessitam ouvir por muitas vezes as mesmas informações, para que depois elas saiam do campo do racional encontrando morada nos seus corações! O verdadeiro tarefeiro de Umbanda é aquele que demonstra a sua Religião através de seus atos! O verdadeiro tarefeiro de Umbanda renasce ao encontrar a sua Casa e ao encontrá-la assume um compromisso com o Astral Superior de progresso para ambas as partes, pois se a Casa cresce é sinal que o tarefeiro compreendeu o convite da Umbanda, e se colocou a disposição da mesma! Hoje ainda encontramos no meio umbandista pessoas que tentam se esconder de seus compromissos. Até lá os negos véios nas suas tendas continuarão trabalhando para que a mensagem da Umbanda anunciada pelo Caboclo das 7 encruzilhadas em solo brasileiro seja compreendida e vivenciada pelos filhos de fé que militam na Umbanda! clique aqui
O SUICÍDA 01



O que acontece com a alma de quem se mata? Perde a alma? A alma tem salvação? - Segundo a Doutrina Espírita a alma é imortal, portanto é indestrutível. Um dos princípios básicos da Doutrina Espírita é a reencarnação que representa uma das formas pela qual se manifesta a Justiça de Deus. Portanto, todas as almas têm salvação. Em uma reencarnação a criatura desenvolve valores; noutra, ela já realiza outra experiência, como se fossem etapas, séries de uma grande escola. Quando alguém se equivoca e falha em uma existência corporal reencarna-se mais tarde com os mesmos problemas e repete a experiência fracassada. Quando vence as dificuldades, é promovido a um estágio superior. Somos Espíritos em aprendizagem, em constante progresso. Todos nós, um dia, seremos perfeitos, felizes. Como bem disse Jesus: "Nenhuma das ovelhas de meu Pai se perderá, mas todas elas terão que pagar ceitil, por ceitil, do que devem". Equivale dizer que, nenhum de nós estará mergulhado em um sofrimento eterno. Não! O Pai é de Infinita Bondade. E se é infinitamente Bom, não podemos imaginar que ele Castiga seus filhos eternamente por uma falta! Às vezes, nem um pai humano faz isso. Imaginemos Deus! No entanto, todos nós teremos que recuperar as nossas faltas, reeducar os nossos sentimentos, para um dia chegarmos à felicidade total. Aquele que se suicida comete um crime grave! Talvez seja um dos crimes de maior gravidade. Isso porque ele tenta destruir o maior patrimônio que existe: A Vida! E ele não é Autor da Vida, mas sim alguém que desfruta da Vida. Os Espíritos Suicidas que se comunicam falam das suas dores, do seu remorso intenso. A primeira decepção do suicida é se deparar, surpreendido, com a Vida. Ele esperava que fosse mergulhar em um escuro total, na Inconsciência. Mas, o que ocorre é totalmente diferente. Ele continua vivo. Com os mesmos problemas! Uma sensação que ocorre também é o suicida encontrar-se preso ao corpo físico. Porque ele destruiu o corpo, mas não houve desencarnação natural. Ou seja, os laços que prendiam o espírito ao corpo não foram, por assim dizer, liberados. O que ocorre então são sensações de dores horríveis! Ele acompanha o enterro, e sente todo o processo de transformação do corpo. A decomposição, os vermes roerem o corpo, os suicidas experimentam as sensações com dores incríveis! O sofrimento da consciência arrependida é difícil de ser narrado por eles. Eles constatam que não conseguiram fugir dos problemas, e agora estão em situação pior. Porque terão que reencarnar talvez em um corpo doente, para dar valor à vida. Uma das obras da Doutrina Espírita mais lidas, "Memórias de um Suicida", recebida pela médium Yvonne do Amaral Pereira, narra o martírio dos suicidas. A conclusão que se tira desse livro é que: todas as misérias humanas, todas as desgraças, todas as tragédias juntas, são muito pouco ao lado dos sofrimentos que o suicídio proporciona. Como ajudar um suicida? Através da oração. A oração, o pedido a Deus por aquela alma, é como se fosse um bálsamo, um alivio na sua vida. O Espírito sente, e fica sensibilizado com as preces que fazem por ele! Se alguém sente a vontade ou pensa em abreviar a própria vida pensando em solucionar seus problemas, recomendamos buscar ajuda em uma casa espírita séria, perto de onde se encontra ou contate a Federação Espírita do seu Estado para maiores esclarecimentos. Também sugerimos a prática do Evangelho no lar. É um trabalho simples: escolhe-se alguns minutos por semana e nos reúne-se com todos aqueles que vivem conosco, para o aprendizado das lições de Jesus. Recomendável seja feito esse estudo no mesmo dia da semana e horário. Inicia-se com uma prece espontânea, abre-se uma página do Evangelho e é feita a leitura, em voz alta, alguns trechos, comentando-os em seguida. Se os familiares não quiserem participar da leitura, não se deve desanimar, e sim prosseguir fazendo a leitura e reflexão do Evangelho, pois os bons espíritos e Jesus estarão amparando. 



O SUICIDA 02



VI - Desgosto Pela Vida. Suicídio 

943. De onde vem o desgosto pela vida que se apodera de alguns indivíduos sem motivos plausíveis? 

— Efeito da ociosidade, da falta de fé e geralmente da saciedade. Para aqueles que exercem as suas faculdades com um fim útil e segundo as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente; suportam as suas vicissitudes com tanto mais paciência e resignação quanto mais agem tendo em vista a felicidade mais sólida e mais durável que os espera. 

944. O homem tem o direito de dispor da sua própria vida? 

— Não; somente Deus tem esse direito. O suicídio voluntário é uma transgressão dessa lei. 

944-a. O suicídio não é sempre voluntário? 

— O louco que se mata não sabe o que faz. 

945. O que pensar do suicídio que tem por causa o desgosto da vida? 

— Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes teria sido tão pesada! 

946. Que pensar do suicida que tem por fim escapar às misérias e às decepções deste mundo? 

— Pobres Espíritos que não tiveram a coragem de suportar as misérias da existência! Deus ajuda aos que sofrem e não aos que não têm forças nem coragem. As tribulações da vida são provas ou expiações. Felizes os que as suportam sem se queixar, porque serão recompensados! Infelizes, ao contrário, os que esperam uma saída nisso que, na sua impiedade, chamam de sorte ou acaso! A sorte ou acaso, para me servir da sua linguagem, podem de fato favorecê-los por um instante, mas somente para lhes fazer sentir mais tarde, e de maneira mais cruel, o vazio de suas palavras. 

946-a. Os que levaram o desgraçado a esse ato de desespero sofrerão as conseqüências disso? 

— Oh! Infelizes deles! Porque responderão como por um assassínio. 

947. O homem que se vê às voltas com a necessidade e se deixa morrer de desepero pode ser considerado como suicida? 

— É um suicida, mas os que o causaram ou que o poderiam impedir são mais culpáveis que ele, a quem a indulgência espera. Não acrediteis, porém, que seja inteiramente absolvido se lhe faltou a firmeza e a perseverança e se não fez uso de toda a sua inteligência para sair das dificuldades. Infeliz dele, sobretudo, se o seu desepero é filho do orgulho; quero dizer, se é um desses homens em que o orgulho paralisa os recursos da inteligência e que se envergonhariam se tivessem de dever a existência ao trabalho das próprias mãos, preferindo morrer de fome a descer do que chamam a sua posição social! Não há cem vezes mais grandeza e dignidade em lutar contra a adversidade, em enfrentar a crítica de um mundo fútil e egoísta, que só tem boa vontade para aqueles a quem nada falta, e que vos volta as costas quando dele necessitais? Sacrificar a vida à consideração desse mundo é uma coisa estúpida, porque ele não se importará com isso. 

948. O suicida que tem por fim escapar à vergonha de uma ação má é tão repreensível como o que é levado pelo desespero? 

— O suicídio não apaga a falta. Pelo contrário, com ele aparecem duas em lugar de uma. Quando se teve a coragem de praticar o mal, é preciso tê-la para sofrer as conseqüências. Deus é quem julga. E, segundo a causa, pode às vezes diminuir o seu rigor. 

949. O suicídio é perdoável quando tem por fim impedir que a vergonha envolva os filhos ou a família? 

— Aquele que assim age não procede bem, mas acredita que sim, e Deus levará em conta a sua intenção, porque será uma expiação que a si mesmo se impôs. Ele atenua a sua falta pela intenção, mas nem por isso deixa de cometer uma falta. De resto, se abolirdes os abusos da vossa sociedade e os vossos preconceitos, não tereis mais suicídios. 

Aquele que tira a própria vida para fugir à vergonha de uma ação má, prova que tem mais em conta a estima dos homens que a de Deus, porque vai entrar na vida espiritual carregado de suas iniqüidades, tendo-se privado dos meios de repará-las durante a vida. Deus é muitas vezes menos inexorável que os homens: perdoa o arrependimento sincero e leva em conta o nosso esforço de reparação; mas o suicídio nada repara. 

950. Que pensar daquele que tira a própria vida com a esperança de chegar mais cedo a uma vida melhor? 

— Outra loucura! Que ele faça o bem e estará mais seguro de alcançá-la, porque, daquela forma, retarda a sua entrada num mundo melhor e ele mesmo pedirá para vir completar essa vida que interrompeu por uma falsa idéia. Uma falta, qualquer que ela seja, não abre jamais o santuário dos eleitos. 

Todos os suicidas vão invariavelmente parar no umbral e sofrer?

R: Umbral não é um local FIXO, é apenas uma passagem para Expurgos de energia densa, os locas são de acordo com o pensamento coletivo vigente, contudo não é de sofrimento eterno, somente condo o Espirito a necessidade de compreender o auto-perdão e perdoar ao próximo, mudará sua vibração e estará habito a outro local de vibração equilibrada e salutar.


Será que não existe nenhuma "atenuante", como a dor pela perda de um filho, que faça com que a pessoa que se mata não vá parar no umbral?

R: Claro, é levado em conta os verdadeiros motivos, pois não é Deus que pune, é a própria consciência nada mais, e aonde estiver ela vibrando (suas emanações Sentimento/energia) ali ela estará em tempo ideterminado. Até que ela mude suas vibrações.
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O Pior pesadelo do suicida é saber que com a morte fisica nada se resolveu, pois os desquilibros vem da consciencia e não do fisico. É um processo bastante dolorido para o ser.

O Umbral (Passagem) TODOS nós passaremos, sem nenhuma exeção, até que nos desprovemos dos fluidos densos, o tempo vai de acordo com a evolução MORAL de cada um.


Quem já viu a alma de um suicida no astral? 
R: Em Runião Mediúnica somente, e em situações lamentaveis, de muita dor e revolta, uma energia muito densa.
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Contudo sabemos que são ESTÁGIOS TRANSITÓRIOS, e depende da força interior de cada um, e ninguém estará desamparado, e assim que se veem a necessidade de melhoramento...logo passa a vibrar de outra forma.
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"O Pai nunca desampara seus filhos" Jesus

livro dos espiritos

OS PÉS DESCALÇOS




O solo, chão representa a morada dos ancestrais e quando estamos descalços tocando com os pés no chão estamos tento um contato com estes antepassados.
Nós costumamos tirar os calçados em respeito ao solo do terreiro, pois seria como se estivéssemos trazendo sujeira da rua para dentro de nossas casas.
É também uma forma de representar a humildade e simplicidade do Rito Umbandista.
Além disso, nós atuamos como a pára-raios naturais, e ao recebermos qualquer energia mais forte, automaticamente ela se dissipa no solo. É uma forma de garantir a segurança do médium para que não acumule e leve determinadas energias consigo.
Em alguns terreiros é permitido usar calçados (mas calçados que são usados APENAS dentro do terreiro). 

Cabe ressaltar, que a origem desse costume, nos cultos de origem afro-brasileira, é outra; os "pés descalços" eram um símbolo da condição de escravo, de coisa; lembremos que o escravo não era considerado um cidadão, ele estava na mesma categoria do gado bovino, por exemplo.
Quando liberto a primeira medida do negro (quando fosse possível) era comprar sapatos, símbolo de sua liberdade, e de certa forma, inclusão na sociedade formal. O significado da "conquista" dos sapatos era tão profundo que, muitas vezes, eles eram colocados em lugar de destaque na casa (para que todos vissem).
Ao chegar ao terreiro, contudo, transformado magicamente em solo africano, os sapatos, símbolo para o negro de valores da sociedade branca, eram deixados do lado de fora. 
Eles estavam (magicamente) em África e não mais no Brasil.
No solo africano (dos terreiros) eles retornavam (magicamente) à sua condição de guerreiros, sacerdotes, príncipes, caçadores, etc.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

CONSCIENTIZAÇÃO E RESPONSABILIDADE PERGUNTA:



Observamos alguns irmãos umbandistas arrastarem móveis, a fim de obter espaço para improvisar congás em suas residências. Logo estão a dar consultas e todo tipo de atendimento em suas moradas. Qual vossa opinião sobre as atividades de caridade realizadas em ambiente doméstico? RAMATÍS: Infelizmente, esta situação é corriqueira. É generalizado o desconhecimento dos fundamentos mínimos da consagração vibratória de um templo de umbanda. Os trabalhos realizados durante uma sessão de caridade (consulta, desobsessão, desintegração de formas de pensamento, morbos psíquicos e larvas astrais), aliado ao desmanche de magia negra e de outras ferramentas de ataques psíquicos espirituais, necessitam de campos de força adequados para proteção, como forma de dissolver todos os restos fluídicos que ficam pairando no local, no éter circunscrito à crosta terrestre. É como se uma casa de umbanda fosse uma enorme usina de reciclagem de lixo astral. Atividades sem nenhuma fundamentação defensiva no campo da alta magia, não amparadas pela corrente mediú¬nica e os devidos conden¬sadores energéticos, tendem a se tornar objetos de assédios das regiões trevosas. Os trabalhos de caridade em vossas residências impregnam ne¬gativamente o ambiente do¬més¬tico. Há uma diferença enorme da benzedeira, que é toda amor e ora ardente no cantinho de sua choupana, com fé desinteressada, e os médiuns vaidosos que trabalham em casa com seus guias “poderosos”, que tudo fazem por meia dúzia DE MOEDAS. Os que persistem em sua arrogância, a ponto de prescindir de um agrupamento e de um templo ionizado positivamente para a descarga fluídica de uma sessão de caridade, acabam tornando-se instrumentos das sombras, muitas vezes à custa da desunião familiar, de doenças e ferrenhas obsessões. Aproveito este trecho do livro VOZES DE ARUANDA ditado por Ramatis para o autor Norberto Peixoto publicado pela Editora do Conhecimento, para trazer a conscientização e até a responsabilidade do que é abrir um “ Centro de Umbanda”. Muitas pessoas acreditam que o “Guia Espiritual” tem o dever de tudo saber e tudo fazer, ficando o médium isento de responsabilidades e cuidado. PURA IGNORÂNCIA É claro que os Guias tudo sabem e nós temos muito que aprender com eles. Sabem de nossos erros, de nossas preguiças, de nossa vaidade e de nosso egoísmo, sabem que muitas vezes, médiuns sustentados por esses sentimentos viciados simplesmente “decidem” abrir sua casa desconhecendo a seriedade e as suas próprias responsabilidades diante deste ato. Abrir um Centro, não é só incorporar e colocar tudo na mão do Guia Espiritual. Existem obrigações, assentamentos e firmezas, fundamentos estes que devem ser cumpridos pelo médium e não pelo Guia. Afinal um Centro Espírita é o local identificado por todo o plano espiritual como sendo um ponto de troca, de recarga, de cura e de encaminhamento. E esse local não funciona somente no dia e hora da gira, mas sim contínuamente como um Centro de Reabilitação entre o embaixo e o alto. É como se encontrássemos em um mesmo local o delegado e seus policiais; o juiz e seus promotores; o médico e sua equipe; o professor e seus estagiários, encaminhando cada espírito, 24 horas por dia todos os dias. Diante de toda essa grandeza o local deve ter sua proteção com campos de irradiações específicas e pontos de descargas ener¬géticas para que nada fique acumulado no ambiente e nos fami¬lia¬res. Preparações essas que devem ser realizadas com conhecimento e não com achismos. Também não encontramos esses ensinamentos na internet ou nos livros, mas na nossa ancestrali¬dade, no conhecimento de Pais e Mães Espirituais, verdadeiros zeladores de Orixás (aqueles que cuidam, conhecem e zelam pelo Orixá). Infelizmente vemos hoje pessoas trabalhando em suas casas, em seus escritórios terapêuticos sem nem mesmo saber diferenciar um assentamento de uma firmeza, não sabendo nem realizar uma obrigação ou simplesmente não sabendo diferenciar ou até preparar um banho de fixação, de proteção, de energização ou de descarrego sobrecarregando a casa, o escritório, o médium e to¬da a família. Médiuns não preparados vão criando um Centro de ações nocivas e com o passar do tempo o próprio médium culpa, julga e menospreza a Umbanda e os Guias Espirituais, esquecendo que a sua ignorância e a sua vaidade foram as causadoras do ne¬ga¬tivismo em sua vida. PURA IRRESPONSABILIDADE Não é o médium que decide a abertura de um Centro, mas o Guia Espiritual e essa determinação vem do Alto. SÓ NOS É PERMITIDA A EVOLUÇÃO QUANDO NOS TORNAMOS CAPACITADOS E RESPONSÁVEIS PELOS NOSSOS ATOS. meu ip

segunda-feira, 13 de junho de 2016


  Orixá Bará


É o Orixá mais humanos e todos, sua semelhança com nós é impressionante. Sua ligação com o ser humano é tão intensa que é o mensageiro entre os homens e os Orixás.
Dono das encruzilhadas e da chave que abre os caminhos é responsavel pela boa abertura dos trabalhos, sendo assim suas obrigações, cortes e saudações são feitas sempre em primeiro lugar.
Está profundamente ligado a atividade sexual. É o portador mitico do sêmem e do útero ancestral.

Caracteristicas


Dia da semana: Segunda- Feira
Cor: vermelha
Guia: vermelha
Saudação: alupo
Apelido: menino
Animal de estimação: rato
Santo que representa: Lodê: São Pedro, demais Barás: Santo Antônio.
Dia do Ano: 13 de junho e 29 de junho
Parte do corpo Bará rege: esqueleto, pênis, pâncreas, uretra, urina, sangue.
Ferramentas: foice, chave, corrente, garfo, ponteira, punhal e cachimbo.
Lugar de oferendas: cruzeiros abertos, fechados, encruzilhadas.
Aves: galo vermelho ou casal de galinhas d'angola
Pombo: preto e cinza
Quatro - pé: bode preto para Bará Lodê, cabrito branco para Bará Agelú
Peixe: pintado
Frutas: manga, ameixa vermelha, butiá, maracujá, cana-de-açúcar.
Flor: cravo vermelho
Doce: caramelo, mel, negrinho (brigadeiro), bombons etc.
Ervas: fumo brabo, dinheiro em penca, arruda macho, alevante guiné, orô, arnica, cipó-mil-homens, carqueja, canela.


Qualidades do Orixá Bará

Bará Elegba: Responsavel, pelo inicio e fim da vida dos homens, está nas fronteiras entre o bem e o mal, participa das grandes decisões entre o sim e o não.
Sobrenomes: Birim, Bô, Bikuim, Borokum, Croni, Dalé, Denin, Elauê, Grajé, Jebí, Ro, Romí, Ingué, Craví, Lobí, Lonã, Lolú, Lebá, Motim, Nabué, Naum, Nabuê- denim, Omulum, Tolabí, Tolalú, Xê.

Bará Lodê: É o Orixá das chaves que abrem ou fecham os caminhos, para todas as existencias. Cuida de todos os cruzeiros, da estrada, do mato ou da rua. Bará Lodê é o senhor do destino.
Sobrenomes: Alupagema, Açuã, Beí, bô, Bemi, Berí, Bomi, Bicuim,Borocum, Denim, Djeteiú, Dalé, Elupanda, Elauê,Fumí, Fumilaió, Lonã, Lakê, Modibau,Motim, Nabuê, Obí, Obe- emí, Sapatá, Xê.

Bará Lanã: É ele quem abre as estradas e atalhos organizando os caminhos.
Sobrenomes: AAguidê, Aguidê- Omí, Apandá- Lanã, Açanã, Bí, Bilanã, Belomí, Borocum,Borocum- lanã, Croni, Digui, Dê, Dei, Darê, Emí, Funiquê, Raraxé, Ro, Romé, Crajau, Caminoloa, Lakê, Mí, Odeí, Omulúm, Tuke, Tirirí, Tirirí- lanã.

Bará Adague: Responsavel pela defesa do Ilê. É o decodificador das mensagens dos orixás atravez dos buzios.
Sobrenomes: Ajanadá, Aguidê- omí, Aguidê, Borocum, Berim, Bí, Belomí, Birim, Bomi, Caminoloa, Diki, Deí, Epanadá, Inguê, Craví, Larom, Lonã, Lapô, Naum, Sebiú, Tuki, Tuebí.

Bará Agelu: Regula a multiplicação de todas as formas de vida sobre a terra.
Sobrenomes: Apanadá, Bi- omí, Bí, Darê, Deí, Demí, Eim, Funiquê, Gebí, Grajé, Idê, Lolú, Lonam, Lobí, Nique, Remí, Tolalú, Tolabí, Unã.


Filhos de Bará


Aqueles que são regidos por Bará, apresentam uma personalidade muito marcante e um comportamento cotidiano muito diverso. São pessoas altamente fiéis aos seus princípios, aos amigos e ás suas causas. São corajosos e dedicados. Amáveis, não medem esforços nem sacrifícios para auxiliar aqueles que ama. Excelentes amantes, a virilidade é uma característica básica daqueles regidos por este orixá.

Características Positivas: São comerciantes hábeis e espertos, profissionalmente sempre chegam ao seu objetivo, mesmo que para isto tenham que se empenhar de corpo e alma para conseguirem seus intentos. Fortes, capazes, românticos, felizes, participativos, francos, espertos, inquietos, saudáveis, sinceros, astutos, atentos, rápidos, despachados e sagazes.

Características Negativas: Severos e exigentes ao extremo, caprichosos, extremamente vaidosos e ambiciosos. Brigões, debochados, brincalhões, sempre esperam uma recompensa por aquilo que fizeram.Tem caráter dúbio, sendo gentil e maldoso ao mesmo tempo.


Lenda


Conta a lenda que houve uma demanda entre Bará e Oxalá para que pudesse saberquem era o mais forte e respeitado, e foi aí que Oxalá provou a sua superioridade pois, durante o combate, Oxalá apoderou-se da cabaça de Bará a qual continha o seu poder mágico transformando-o assim em seu servo. Oxalá então permitiria que Bará a partir de então recebesse todas as oferendas e sacrifícios em primeiro lugar. A Importância de Bará é fundamental, uma vez que ele possui o privilégio de receber todas as oferendas e obrigações em primeiro lugar, nenhuma obrigação deve ser feita sem primeiro saudar a Bará. É o dono de todas as encruzilhadas e caminhos, é o homem da rua, quem guarda a porta e o portão de nossas casas, quem tranca, destranca e movimenta os mercados, os negócios, etc. Bará também nos confirma tudo no jogo de IFÁ (Búzios).
Conta-se que Aluman estava desesperado com uma grande seca. Seus campos estavam secos e a chuva não caia. As rãs choravam de tanta sede e os rios estavam cobertos de folhas mortas, caídas das árvores. Nenhum Orixá invocado escutou suas queixas e gemidos. Aluman decidiu, então, oferecer a Bará grandes pedaços de carne de bode. Bará comeu com apetite desta excelente oferenda. Só que Aluman havia temperado a carne com um molho muito apimentado. Bará teve sede. Uma sede tão grande que toda a água de todas as jarras que ele tinha, e que tinham, em suas casas e dos vizinhos, não foram suficientes para matar sua sede. Bará foi á torneira da chuva e abriu-a sem pena. A chuva caiu. Ela caiu de dia, ela caiu de noite. Ela caiu no dia seguinte e no dia depois, sem parar. Os campos de Aluman tornaram-se verdes. Todos os vizinhos de Aluman cantaram sua glória:

• Dono dos dendezeiros, cujos cachos são abundantes;
• Dono dos campos de milho, cujas espigas são pesadas!
• Dono dos campos de feijão, inhame e mandioca!

E as rãzinhas gargarejavam e coaxavam, e o rio corria velozmente para não transbordar!
Aluman, reconhecido, ofereceu a Bará carne de bode com o tempero no ponto certo da pimenta. Havia chovido bastante.


Reza


EXÚ O LODÊ
EXÚ EXÚ O BARÁ LANÃ
BARÁ O LODÊ
EXÚ EXÚ O BARÁ LANÃ
AMODIBAU EXÚ
BARÁ
LANÃ EXÚ
BARÁ
EXÚ ADAGUE
BARÁ
EXÚ AGELÚ
BARÁ

LANÃ TIBOROCUM
IABADOIO BEM FARA

EUAMACHÊ ONIBA EXÚ ABANADÁ
EUAMACHÊ ONIBA EXÚ ABANADÁ

EUADEMI CHECHEMI
EUADEMI CHECHEMIRÊ

EXÚ DA LANA FUÁ
EXÚ DA LANA FUMALÉ

E BARÁ EXÚ DEMÍ
EXÚ DEMÍ EXÚ DEMÍ LANÃ
LANÃ EXÚ DEMÍ
EXÚ DEMÍ EXÚ DEMÍ LANÃ

ONIBARA BOUM EUALARUNDÊ AUÊ EXÚ LANÃ ONIBARA BOUM EUALARUNDÊ AUÊ EXÚ LANÃ
AMANICÓ ECÓNIBARÁ Ô BARABÔ BARÁ O ELEFA EXU LANÃ
ONIBARA BOUM EUALARUNDÊ AUÊ EXÚ LANÃ ONIBARA BOUM EUALARUNDÊ AUÊ EXÚ LANÃ
AMANICÓ ECÓNIBARÁ Ô BARABÔ BARÁ O ELEFA EXU LANÃ

AÊ AÊ ONIBARÁ Ô AÊ AÊ ONIBARA AMACELO OGUMUM AMACELO OGUMJÁ AÊ AÊ ONIBARA
AÊ AÊ ONIBARÁ Ô AÊ AÊ ONIBARA AMACELO OGUMUM AMACELO OGUMJÁ AÊ AÊ ONIBARA

EXÚ BARÁ O ELÉU ASSINHÔ
AÊ AÊ ONIBARA

ÓIA ÓIA
ÓIA O ELEFA

BARÁ IECUM CHECUM LODÁ BARÁ IECUM CHECUM LODÁ
BARÁ IECUM BARÁ CUNDÊO BARÁ IECUM CHECUM LODÁ BARÁ PORELUM
CHECUM LODÁ
BARÁ PORELUM
CHECUM LODÁ

PAPANHALE
PAPANHALE

EXÚ BARÁ OETAPAONIRE
BÁ LUFÃ BARÁ EXÚ QUEM QUÉ LUFÃ
BARÁ EXÚ
QUEM QUÉ LUFÃ

OQUE BARÁ OÉLE Ô EXÚ BARÁ OELÉ Ô MODIBARÁ ELEFA EPÔ
OQUE BARÁ OÉLE Ô EXÚ BARÁ OELÉ Ô MODIBARÁ ELEFA EPÔ


EXÚ DEMÍ MODIBARA EXÚ ADIO AMODIPAIM
EXÚ DEMÍ MODIBARA EXÚ ADIO AMODIPAIM

EXÚ LANA FOMIO EXÚ LANA FOMALÉU
EXÚ LANA FOMIO EXÚ LANA FOMALÉU

ALALUPAÔ
ALUPAGEMA
EXÚ BARÁ
ALALUPAGEMA
BARÁ BARÁ
ALALUPAGEMA
ÓIA BARÁ LUPAÔ
ALALUPAGEMA
ÓIA BARÁ LUPAÔ

BARÁ NO ECÓ TIRIRI LANÃ EXÚ TIRIRI LANÃ BARÁ QUE BARÁ EXÚ BARÁ EXÚ TIRIRI LANÃ
BARÁ NO ECÓ TIRIRI LANÃ EXÚ TIRIRI LANÃ BARÁ QUE BARÁ EXÚ BARÁ EXÚ TIRIRI LANÃ

EXÚ DA LANA SEMIASSEBÓ
EXÚ DA LANA SIEBÓ

BARUÁ GELÚ BARUÁ GELÚ AGEIPÓ BARUÁ GELÚ AGEIPÓ OIANIREU
BARUÁ GELÚ BARUÁ GELÚ AGEIPÓ BARUÁ GELÚ AGEIPÓ OIANIREU

EQUETUNEBARE SANABORO SOBODUM ELEBÓ
O LEBARIA VODUMA SANABORO LEBÁ

O LEBARIA VODUMA SAQUERÊQUEUÊ
O LEBARIA VODUMA SAQUERÊQUEUÊ

OIUMA DO CORO CORO CORO DO QUERE QUERE QUERE DO CORO CORO CORO BARUM ELEFA
OIUMA DO QUERE QUERE QUERE DO CORO CORO CORO DO QUERE QUERE QUERE BARUM ELEFA

LEBA DO OGUM FERERÊ
OGUM

BARÁ OTIM OTIM OTIM BARÁ
BARÁ OTIM OTIM OTIM BARÁ

BARÁ QUE BARÁ QUE BARÁ LAIO
BARÁ QUE BARÁ QUE BARÁ LAIO

BARÁ VODOLÚ VODOLÚA MODUMPÉO
BARÁ MIRAJÔ QUEREQUÊ AMODUMPÉO

ELEFA IAVODUM
IABADOIO BEM FARA

ELEBA Ô
TCHARAM TCHAM
ELEBA Ô
TCHARAM TCHAM