Yle Afro Ogum Iemanjá é uma casa de Religião Afro, que trabalha com Umbanda, Quimbanda e Nação jeje nagô, o nosso líder espiritual é o Pai Jeremias de Ogum com mais de 30 anos de vida religiosa, Nossa casa é localizada na cidade de Alvorada/RS. R:Gomes Freire N° 10 Bairro: Maringá
terça-feira, 8 de novembro de 2016
OBSESSÃO ESPIRITUAL, CAUSA DAS GRANDES ANGÚSTIAS HUMANAS.
MOLDES DOS CÓDIGOS EVANGÉLICOS."
TERRA É TÃO COMPLICADO E QUASE SEMPRE TÃO AMARGA É A VIDA?
AO ENVOLTÓRIO FÍSICO QUE NOS SERVE DE CÁRCERE, APLICAMO-NOS A INÚTEIS ESFORÇOS PARA DELE SAIR.
TODO O INSTANTE REVERBERAM SUAS LAMENTAÇÕES.
TERRENA.
OU CUMPRINDO DIVERSOS DEVERES QUE DEUS NOS CONFIOU.
FORTES E CORAJOSOS PARA DERROTÁ-LOS.
BEM MELHORES NO FUTURO”.
PROCESSO OBSESSIVO.
MAS O QUE É UMA OBSESSÃO?
IMPERTINÊNCIA, PERSEGUIÇÃO.
COMO UM GRANDE FLAGELO MUNDIAL.
AS RESPONSABILIDADES DE CADA UM EM FACE DA VIDA COLETIVA.
OBSESSÃO É UMA INFLUÊNCIA MALÉFICA NA MENTE.
SENTIMENTOS RECALCADOS; IDEIA FIXA; MANIA.
COISA, TIQUE NERVOSO, GERADOR DE MANIAS, ATITUDES ESTRANHAS ETC.
PODEM EXERCER SOBRE A NOSSA VIDA MENTAL.
IGNORÁ-LO OU DE SUPRIMI-LO.
QUANTO SOBRE AS COISAS MORAIS.
COMPREENDIDOS DO PSIQUISMO HUMANO.
HUMANAS, MANTIDAS PELA FRAGILIDADE MORAL DOS SERES.
FUNCIONAMENTO NEUROQUÍMICO DO SNC (SISTEMA NERVOSO CENTRAL).
MOLÉSTIAS, É QUE TRATAM DO CORPO, SEM TRATAREM DA ALMA”.
EQUILIBRADAS E EQUILIBRANTES CONOSCO E COM O PRÓXIMO.
AGUILHOAMOS ANTE AS GARRAS DO MAL.
ADVERSÁRIOS FERRENHOS DO PRETÉRITO SE REENCONTRAM.
PROVOCAR A ENFERMIDADE E A PRÓPRIA MORTE.
AFINS.
COMPLETA DO ORGANISMO E DAS FACULDADES MENTAIS.
RETRATANDO-SE ENTRE SI.
AS MÚLTIPLAS FACETAS DA OBSESSÃO
DESENCARNADOS SOBRE DESENCARNADOS
CONSTRUÇÕES MENTAIS NA VIDA.
SEUS RELACIONAMENTOS, SEUS IDEAIS.
PERTINAZES.
QUE SE PROPÕE ATINGIR.
AFLIÇÃO E RUÍNA.
AQUELES ENCARNADOS OU DESENCARNADOS QUE SE AFINAM CONOSCO.
PROCEDEM FAÍSCAS ELÉTRICAS DESTRUIDORAS.
DA MESMA FORMA FUNCIONA A MENTE HUMANA.
TEOR DESTRUTIVO PARA A NOSSA ESTRUTURA PSÍQUICA.
OBSESSORES NOS INDUZAM AO MAL?
OS ESPÍRITOS RESPONDERAM:
DOS HOMENS NA PRÁTICA DO BEM.
CHEGARDES AO BEM.
ATRAÍS, PELO DESEJO DO MAL.
NO MAL QUANDO QUEREIS O MAL.
NUVEM DE ESPÍRITOS QUE VOS ALIMENTARÃO ESSE PENDOR.
PARA O BEM.
MESMOS”.
RENOVAÇÃO MORAL COMO BASE PARA A DESOBSESSÃO ESPIRITUAL
É ATRAIR OS BONS ESPÍRITOS PELA PRÁTICA DO BEM.
A OBSESSÃO É IMPOTENTE DIANTE DE ESPÍRITOS REDIMIDOS!
E O QUE É UM ESPÍRITO REDIMIDO?
SABER-SE "MATRICULADO NA ESCOLA DO BEM”.
TEMPOS APOSTÓLICOS ATÉ OS DIAS ATUAIS.
CIÊNCIAS MATERIALISTAS COMO DE CAUSA PSICOPATOLÓGICA.
RUMO À RECUPERAÇÃO E À PACIFICAÇÃO DA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA.
SEM FORNECER-LHES O ENDEREÇO DE DEUS.
CONCLUSÃO
(ESPIRITUAL) O RESULTADO DA INVIGILÂNCIA E DOS DESVIOS MORAIS.
DOS DIVINOS CONSELHOS DO VIGIAI E ORAI.
RIO DE JANEIRO: EDITORA FEB, 2001, CAP. V, ITEM 25.
NOVA FRONTEIRA E LEXICON INFORMÁTICA, 1999, CD-ROM, VERSÃO 3.0.
RIO DE JANEIRO: ED. FEB, 2001, CAP. DOMINAÇÃO TELEPÁTICA.
KARDEC, ALLAN. O LIVRO DOS ESPÍRITOS, GB., 2003, PERG. 644.
EDITORA FEB, 19987- (MATEUS 26:41; MARCOS 14:38; LUCAS 21:36 E I PEDRO 5:8).
A JOVEM OBSEDADA DE MARMANDE.
MÉDIUNS, RIO DE JANEIRO: EDITORA FEB, 2003.
Desdobramento Espiritual

Durante o sono o Espírito desprende-se do corpo; devido aos laços fluídicos estarem mais tênues. A noite é um longo período em que está livre para agir noutro plano de existência. Porém, variam os graus de desprendimento e lucidez. Nem todos se afastam do seu corpo, mas permanecem no ambiente doméstico; temem fazê-lo, sentir-se-iam constrangidos num meio estranho (aparentemente).
Outros movimentam-se no plano espiritual, mas suas atividades e compressões dependem do nível de elevação. O princípio que rege a permanência fora do corpo é o da afinidade moral, expressa, conforme a explanação anterior, por meio da afinidade vibratória ou sintonia.
O espírito será atraído para regiões e companhias que estejam harmonizadas e sintonizadas com ele através das ações, pensamentos, instruções, desejos e intenções, ou seja, impulsos predominantes. Podendo assim, subir mais ou se degradar mais.
O lúbrico terá entrevistas eróticas de todos os tipos, o avarento tratará de negócios grandiosos (materiais) e rendosos usando a astúcia. A esposa queixosa encontrará conselhos contra o seu marido, e assim por diante. Amigos se encontram para conversas edificantes, inimigos entram em luta, aprendizes farão cursos, cooperadores trabalharão nos campos prediletos, e, assim, caminhamos.
O lúbrico terá entrevistas eróticas de todos os tipos, o avarento tratará de negócios grandiosos (materiais) e rendosos usando a astúcia. A esposa queixosa encontrará conselhos contra o seu marido, e assim por diante. Amigos se encontram para conversas edificantes, inimigos entram em luta, aprendizes farão cursos, cooperadores trabalharão nos campos prediletos, e, assim, caminhamos.
Para esta maravilhosa doutrina, conforme tais considerações, o sonho é a recordação de uma parte da atividade que o espírito desempenhou durante a libertação permitida pelo sono. Segundo Carlos Toledo Rizzini, interpretação freudiana encara o sonho como apontando para o passado, revelando um aspecto da personalidade.
Para o Espiritismo, o sonho também satisfaz impulsos e é uma expressão do estilo de vida, com uma grande diferença: a de não se processar só no plano mental, mas ser uma experiência genuína do espírito que se passa num mundo real e com situações concretas. Como vimos, o espírito, livre temporariamente dos laços orgânicos, empreende atividades noturnas que poderão se caracterizar apenas por satisfação de baixos impulsos, como também, trabalhar e aprender muito. Nesta experiência fora do corpo, na oportunidade do desprendimento através do sono, o ser, poderá ver com clareza a finalidade de sua existência atual, lembrar-se do passado, entrevê o futuro, todavia a amplitude ou não dessas possibilidades é relativa ao grau de evolução do espírito.
Preparação para o Sono
Verificando o lado físico da questão, vamos ver a importância do sono, pelo fato de passarmos 1/3 de nosso dia dormindo, nesta atividade o corpo físico repousa e liberta toxinas. Para o lado espiritual, o espírito liga-se com os seus amigos e intercambia informações, e experiências.
Façamos um preparo para o nosso repouso diário:
Orgânico – refeições leves, higiene, respiração moderada, trabalho moderado, condução de nosso corpo quanto a postura sem extravagâncias.
Mental Espiritual – leituras edificantes, conversas salutares, meditação, oração, serenidade, perdão, bons pensamentos.
Todavia não nos esqueçamos que toda prece se fortifica com atos voltados ao bem, pois então, atividades altruístas possibilitam uma melhor afinidade com os bons espíritos.
Todavia não nos esqueçamos que toda prece se fortifica com atos voltados ao bem, pois então, atividades altruístas possibilitam uma melhor afinidade com os bons espíritos.
Desdobramento
É o nome que se dá o fenômeno de exteriorização do corpo espiritual ou perispírito.
O perispírito ainda ligado ao corpo, distancia-se do mesmo, fazendo agora parte do mundo espiritual, ainda que esteja ligado ao corpo por fios fluídicos. Fenômenos estes, naturais que repousam sobre as propriedades do perispírito, sua capacidade de exteriorizar-se, irradiar-se, sobre suas propriedades depois da morte que se aplicam ao perispírito dos vivos (encarnados).
Os laços que unem o perispírito ao corpo temporal, afrouxam-se por assim dizer, facultando ao espírito manter-se em relativa distancia, porém, não desligado de seu corpo. E esta ligação, permite ao espírito tomar conhecimento do que se passa com o seu corpo e retornar instantaneamente se algo acontecer. O corpo por sua vez, fica com suas funções reduzidas, pois dele foram distanciados os fluidos perispirituais, permanecendo somente o necessário para sua manutenção. Este estado em que fica o corpo no momento do desdobramento, também depende do grau de desdobramento que aconteça.
Os laços que unem o perispírito ao corpo temporal, afrouxam-se por assim dizer, facultando ao espírito manter-se em relativa distancia, porém, não desligado de seu corpo. E esta ligação, permite ao espírito tomar conhecimento do que se passa com o seu corpo e retornar instantaneamente se algo acontecer. O corpo por sua vez, fica com suas funções reduzidas, pois dele foram distanciados os fluidos perispirituais, permanecendo somente o necessário para sua manutenção. Este estado em que fica o corpo no momento do desdobramento, também depende do grau de desdobramento que aconteça.
Os desdobramentos podem ser:
a) Conscientes: Este, caracteriza-se pela lembrança exata do ocorrido, quando ao retornar ao corpo o ser recorda-se dos fatos e atividades por ele desempenhadas no ato do desdobramento. O sujeito é capaz de ver o seu “Duplo”, bem próximo, ou seja, de ver a ele mesmo no momento exato em que se inicia o desdobramento. Facilmente nestes casos, sente-se levantando geralmente a cabeça primeiramente e o restante do corpo, depois. Alguns flutuam e vêem o corpo carnal abaixo deitado, outros vêem-se ao lado dos corpos, todavia esta recordação é bastante profunda e a consciência e altamente límpida neste instante. Existe uma ligação ainda profunda dos fluidos perispirituais entre o corpo e o perispírito, facilitando assim, as recordações pós-desdobramento.
b) Inconscientes: Ao retornar o ser de nada recorda-se. Temos que nos lembrar que na maioria das vezes a atividade que desempenha o ser no momento desdobrado, fica como experiências para o próprio ser como espírito, sendo lembrado em alguns momentos para o despertar de algumas dificuldades e vêem como intuições, idéias.
Os fluidos perispirituais são neste caso bem mais tênues e a dificuldade de recordação imediata fica um pouco mais árdua, todavia as informações e as experiências ficam armazenadas na memória perispiritual, vindo a tona futuramente.
Em realidade a palavra inconsciente, é colocada por deficiência de linguagem, pois, inconsciência não existe, tendo em vista o despertar do espírito, levando consigo todas as experiências efetivadas pelo mesmo, então colocamos a palavra inconsciente aqui, é somente para atestarmos a temporária inconsciência do ser enquanto encarnado.
Em realidade a palavra inconsciente, é colocada por deficiência de linguagem, pois, inconsciência não existe, tendo em vista o despertar do espírito, levando consigo todas as experiências efetivadas pelo mesmo, então colocamos a palavra inconsciente aqui, é somente para atestarmos a temporária inconsciência do ser enquanto encarnado.
c) Voluntários: Se a própria pessoa promove este distanciamento. Analisemos algo bastante singular, nem todos os desdobramentos voluntários há consciência, pois como dissemos acima poderão haver algumas lembranças do ocorrido, existem ainda muitas dificuldades, no momento em que o espírito através de seu perispírito aproxima-se novamente de seu corpo, pela densidade ainda dos órgãos cerebrais é possível haver bloqueio dessas experiências. É necessário salientar que o ser encarnado na terra, ainda se encontra distante de controlar todos os seus potenciais, e por isso também há este esquecimento. Haja vista, algumas pessoas até provocarem o desdobramento e no momento de consciência terem medo e retornarem ao corpo apressadamente, dificultando ainda mais a recordação.
Os desdobramentos podem também ocorrer nos momentos de reflexões, onde nos encontramos analisando profundamente nossos atos e cuja atividade nos propicia encontrar com seres que nos querem orientar para o bem, parte de nosso perispírito expande-se e vai captar as experiências e orientações devidas.
d) Provocados: Através de processos hipnóticos e magnéticos – Apometria -, agentes desencarnados e encarnados podem propiciar o desdobramento do ser encarnado. Os bons Espíritos podem provocar o desdobramento ou auxiliá-los sempre com finalidades superiores. Mas espíritos obsessores também podem provocá-los para produzir efeitos malefícios. Afinizando-se com as deficiências morais dos desencarnados, propiciamos assim, uma maior facilidade para que os espíritos mal-feitores possam provocar o desligamento do corpo físico atraindo o ser encarnado para suas experiências fora do corpo. A lei que exerce esta dependência é a de afinidade.
e) Emancipação Letárgica: Decorre da emancipação parcial do espírito, podendo ser causada por fatores físicos ou espirituais. Neste caso o corpo perde temporariamente a sensibilidade e o movimento, a pessoa nada sente, pois os fluidos perispiríticos estão muito tênues em relação a ligação com o corpo. O ser não vê o mundo exterior com os olhos físicos, torna-se por alguns instantes incapaz da vida consciente. Apesar da vitalidade do corpo continuar executando-se.
Há flacidez geral dos membros. Se suspendermos um braço, ele ao ser solto cairá.
e) Emancipação Cataléptica: Como acima, também resulta da emancipação parcial do espírito. Nela, existe a perda momentânea da sensibilidade, como na letargia, todavia existe uma rigidez dos membros. A inteligência pode se manifestar nestes casos. Difere da letárgica, por não envolver o corpo todo, podendo ser localizado numa parte do corpo, onde for menor o envolvimento dos fluidos perispirituais.
Por: Aluney Elferr Albuquerque Silva
osso Espírito Protetor
− Qual a missão do Espírito protetor?
− A de um pai para com os filhos: conduzir o seu protegido pelo bom caminho, ajudá-lo com os seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições, sustentar sua coragem nas provas da vida. (Questão 491, de “O Livro dos Espíritos” – Allan Kardec).
Nenhuma criatura existe sobre a Terra que não conte com o auxílio de um Espírito protetor e nisso temos uma das mais belas e consoladoras concessões da providência divina.
Ninguém poderá dizer que está só na vida, mesmo que esteja momentaneamente isolado do convívio social, pois sempre contará com a presença amiga e oportuna de um Espírito generoso, seguindo seus passos.
Devemos, então, a ele recorrer com freqüência, quer seja para solicitar seus valiosos préstimos, quer seja para agradecer suas constantes e importantes intercessões em nosso favor. Deus o coloca a nossa disposição para que possamos cumprir com as nossas obrigações e responsabilidades na existência física, pois que a nossa presença na Terra tem objetivos claros de nos promover o crescimento espiritual.
No entanto, é preciso compreender que o Espírito protetor em momento algum realizará a tarefa que nos compete, uma vez que está ao nosso lado como um pai, um amigo, um irmão, mas não como alguém habilitado a fazer o serviço que nos compete, fruto de nossos compromissos. Além disso, é em razão do nosso próprio esforço que adquirimos as experiências que nos assegurará o amadurecimento espiritual de que temos tanta necessidade.
Desse modo, nosso benfeitor amigo intuitivamente nos aconselha nos momentos de dúvida, mas a decisão de qual caminho seguir será sempre nossa; escolher o que é melhor e mais proveitoso é de competência exclusivamente nossa.
O Espírito protetor pode nos consolar face a situações que nos causam dores e sofrimentos, mas sair do marasmo, ou da letargia, é obrigação própria de cada um, pois a vida sempre nos presenteia com todas as possibilidades de deliberar pela melhor direção.
Constantemente nosso Espírito protetor distribuiu sua ajuda ao nosso redor, mas precisamos trilhar pela vida com as nossas próprias pernas, pois tal decisão permitirá que colhamos os frutos da nossa plantação, o que faz nascer o indispensável aprendizado que não podemos dispensar.
Confiantes, aprendemos a contar com o valioso apoio desse amigo leal, mas não podemos descuidar, em nenhum momento, de seguir nossa própria estrada, uma vez que a evolução espiritual, que nos assegurará as conquistas eternas, sempre será o resultado do nosso esforço pessoal.
Os acertos verificados na vida ou os erros deliberados sempre serão de nossa inteira responsabilidade. Nunca a Providência divina nos deixará desprotegidos, nem nos desamparará, mas fazer ou deixar de fazer, seguir por um caminho ou por outro, sofrer ou ser feliz será sempre uma escolha totalmente nossa.
Busquemos, sim, pelo nosso Espírito protetor, mas nunca deixemos de assumir a nossa parte. Esse amigo espiritual terá sempre imenso prazer em nos ajudar, mas caso não lhe dermos ouvidos, preferindo acolher as sugestões que nos chegam de fontes menos dignas, poderá se afastar do nosso convívio, por algum tempo, até que aprendemos a reconhecer os verdadeiros valores da vida.
Trabalhar pela perfeição espiritual é tarefa exclusivamente nossa, mas a Bondade divina, para nos ajudar, colocou ao nosso lado um Espírito protetor. Procuremos por ele visando facilitar as nossas tarefas, mas nunca esqueçamos de que ele não realizará o serviço que é nosso.
Por: Waldenir Aparecido Cuin
Por: Waldenir Aparecido Cuin
Falando Um pouco mais...
I – AOS ANJOS GUARDIÕES E AOS ESPÍRITOS PROTETORES
11 – Prefácio – Todos nós temos um Bom Espírito, ligado a nós desde o nascimento, que nos tomou sob a sua proteção. Cumpre junto a nós a missão de um pai junto ao filho: a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida. Ele se sente feliz quando correspondemos à sua solicitude, e sofre quando nos vês sucumbir. Seu nome pouco importa, pois que ele pode não ter nenhum nome conhecido na Terra. Invocamo-lo, então, como o nosso Anjo Guardião, o nosso Bom Gênio. Podemos mesmo invocá-lo com o nome de um Espírito Superior, pelo qual sintamos uma simpatia especial.
Além do nosso Anjo guardião, que é sempre um Espírito Superior, temos os Espíritos Protetores, que, por serem menos elevados, não são menos bons e generosos. São Espíritos de parentes ou amigos, e algumas vezes de pessoas que nem sequer conhecemos na atual existência. Eles nos ajudam com os seus conselhos, e freqüentemente com a sua intervenção nos acontecimentos de nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os que se ligam a nós por alguma semelhança de gostos e tendências. Podem ser bons ou maus, segundo a natureza das inclinações que os atraem para nós. Os Espíritos sedutores esforçam-se para nos desviar do caminho do bem, sugerindo-nos maus pensamentos. Aproveitam-se de todas as nossas fraquezas, como de outras tantas portas abertas, que lhes dão acesso à nossa alma. Há os que se agarram a nós como a uma presa, mas afastam-se quando reconhecem a sua impotência para lutar contra a nossa vontade.
Deus nos deu um guia principal e superior em nosso Anjo Guardião, e como guias secundários os nossos Espíritos Protetores e Familiares. É um erro, entretanto, supor que tenhamos forçosamente um mau gênio junto a nós, para contrabalançar as boas influências daqueles. Os maus Espíritos nos procuram voluntariamente, desde que achem possível dominar-nos, em razão da nossa fraqueza ou da nossa negligência em seguir as aspirações dos Bons Espíritos,e somos nós, portanto, que os atraímos. Disso resulta que não somos nunca privados da assistência dos Bons Espíritos, e que depende de nós o afastamento dos maus. Pelas suas imperfeições, sendo ele mesmo a causa dos sofrimentos que o atingem, o homem é quase sempre o seu próprio mau gênio. (Cap. V, nº 4). A prece aos Anjos Guardiães e aos Espíritos Protetores deve ter por fim solicitar a sua intervenção junto a Deus, pedir-lhes a força de que necessitamos para resistir às más sugestões, e a sua assistência para enfrentarmos as necessidades da vida.
12 – Prece – Espíritos sábios e benevolentes, mensageiros de Deus, cuja missão é assistir aos homens e conduzi-los pelo bom caminho, amparai-me nas provas desta vida; dai-me a força de sofrê-las sem lamentações; desviai de mim os maus pensamentos, e fazei que eu não dê acesso a nenhum dos maus Espíritos que tentariam induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência sobre os meus próprios defeitos, e tirai-me dos olhos o véu do orgulho, que poderia impedir-me de percebê-los e de confessá-los a mim mesmo. Vós, sobretudo, meu Anjo Guardião, que velais mais particularmente por mim, e vós todos, Espíritos Protetores, que vos interessais por mim, fazei que eu me torne digno da vossa benevolência. Vós conheceis as minhas necessidades; que elas sejam satisfeitas segundo a vontade de Deus.
13 – Prece – Meu Deus, permiti que os Bons Espíritos que me assistem possam ajudar-me, quando me achar em dificuldades, e amparar-me nas minhas vacilações. Senhor, que eles me inspirem a fé, a esperança e a caridade, que sejam para mim um apoio, uma esperança e uma prova da Vossa misericórdia. Fazei, enfim, que eu neles encontre a força que me faltar nas provas da vida, e para resistir às sugestões do mal, a fé que salva e o amor que consola.
14 – Prece – Espíritos amados, Anjos Guardiães, vós a quem Deus, na sua infinita misericórdia, permite velarem, pelos homens, sede o nosso amparo nas provas desta vida terrena. Dai-nos a força, a coragem e a resignação; inspirai-nos na senda do bem, detendo-nos no declive do mal; que vossa doce influência impregne as nossas almas; fazei que sintamos a presença, ao nosso lado, de um amigo devotado, que assista os nossos sofrimentos e participe das nossas alegrias. E vós, meu Anjo Bom, nunca me abandoneis. Necessito de toda a vossa proteção, para suportar com fé e amor as provas que Deus quiser enviar-me.
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec
Assinar:
Postagens (Atom)
